sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Carlos, o latino sedutor

P.D.V. Jill


Eu estava andando de um lado para o outro parecendo uma barata tonta, ainda sem entender direito o que tinha acontecido mais cedo. Jessica conseguiu mais uma vez convencer Chris e eu estava me perguntando o que tinha na cabeça do meu parceiro pra ele acreditar numa lorota dessa.
Ainda não sei se é Chris que é burro demais ou se é Jessica que é inteçigente demais. Eu não vou ficar mais implorando para ele acreditar em mim, se o idiota quer ser enganado pro resto da vida, que se dane. Ele não sabe o que tá perdendo...
De repente alguém bate porta e eu caminho para atender. Era Carlos. O latino americano estava encostado no batente da entrada, me olhando com aqueles belos olhos castanhos.
- Carlos? O que você está fazendo aqui?
- Vim te visitar linda! Por que? Estou atrapalhando alguma coisa?
- Não, claro que não! É que eu não estava esperando alguém me visitar a essa hora.
- Bem, se você quiser, posso vir mais tarde.
Quando ele ia indo embora, seguro seu pulso e falo:
- Não, vamos entrar.
Assim que entramos, Carlos trata logo de falar:
- Você está meia estranha, o que está acontecendo?
Sento-me no sofá e coloco a cabeça sobre minhas mãos.
- É Chris, ele está sendo enganado...
- Jill... - Ele se senta ao meu lado e começa a acariciar meu cabelo. - você tem quer entender que ele não te quer mais, só tem olhos para outras mulheres.
- Mas Carlos, eu ainda amo ele.
- Jilly querida, esqueça esse cara, você tem que prestar atenção em quem realmente te ama.
- E quem seria essa pessoa?
- Eu...
Eu praticamente congelei quando ele falou a ultima palavra.
- Carlos, você...
- Sim Jill, eu te amo muito, desde a época de Raccoon City, mas nunca tive chance por causa de Redfield...
- Mas Carlos, Chris sempre me olhou como se eu se fosse apenas a ''irmãzinha mais nova'' ou até mesmo só como uma amiga e uma parceira.
- Mesmo assim, vocês estão sempre juntos. Quem olha de longe, parece que vocês são mais que simples amigos.
Carlos puxa me rosto até que eu estivesse o encarando e fala:
- Esquece ele, se Chris não te quis antes, agora mesmo é que ele não quer.
Eu iria falar alguma coisa quando ele falou essa frase, mas fui surpreendida por seu lábios selando o meu. Seu beijo era quente e calmo, como se quisesse aproveitar o momento. Resisti o máximo que pude, mas no final acabei me entregando.
Em uma certa parte do beijo, Carlos coloca a sua língua em minha boca e começa a esquentar as coisas. Por um momento, perdi a noção do tempo e da minha consciência, comecei a passar a mão por baixo da camisa de meu amigo.
Quando realmente ''voltei a Terra'', já estavamos na cama...




Olá povo lindo!!! Desculpem a demora para escrever o capítulo, mas eu estava atolada de tarefas de casa e as benditas provas finais, tive que estudar que nem uma condenada para no final cancelarem todas as provas. Merda! BEIREVIL!

sábado, 2 de novembro de 2013

Apenas Uma Conversa


P.D.V. Chris


Resolvi conversar com Jessica em meu apartamento, não seria uma boa ideia ficar no de Jill. Desde quando eu e Jessica começamos a namorar, Jill sempre disse que um dia eu ainda iria me arrepender, e ela estava certa...
Entramos. Minha sala parecia que um trator havia passado por ela, estava uma bagunça. Me viro para encarar Jessica e logo pergunto:
- Esse filho é verdadeiro?
- Mas claro que sim Chris, eu nunca brincaria com uma coisa tão seria que é essa! Eu jamais mentiria para você.
- Ah sim, não duvido muito. Assim que você disse que nunca mentiu pra mim, acabou de mentir.
- Por que você ainda guarda essas memorias ruins Chris? O que aconteceu no Queen Zenobia já é passado, esqueça isso!
- Não tem como esquecer uma coisa dessa, agora mesmo vamos na farmácia e iremos comprar um teste de gravidez.
- NÃO! Você não sabe que os testes de gravidez as vezes não dá certo?
- Não seja por isso. Vamos então para um medico. O que você acha da ideia?
- Chris querido, temos muitas coisas para resolver ainda, deixa essa coisa de medico para mais tarde. Vamos pensar na gente primeiro.
- Jessica, a gente não existe!
- Só porque o amor de sua vida te deu um pé na bunda, não quer dizer que você tem que descontar em mim.
- Você não sabe de nada, Jill é apenas minha parceira.
- Lindinho, eu acho que você está por fora, pelo o que eu saiba, sua linda parceira te quer muito mais que apenas amigo.
- O que você está falando Jessica?
- Isso mesmo que você ouviu, Jill Valentine tem uma queda por você!
Jessica estava falando como se fosse verdade, talvez fosse, mais vindo dela, poderia não ser. Será mesmo que Jill gosta de mim? Eu daria 1 milhão de dolares para saber a resposta.
- Chris, agora estou falando como amiga, ela com certeza gosta de você, percebo no jeito de agir, mas infelismente ela está namorando um cara chamado Carlos.
Meu mundo caiu. Saber que a pessoa que você gosta tem outro, é muito arrasador. Sento-me no sofá que havia ali, passo a mão pelo cabelo, pedindo a Deus que tudo aquilo fosse um sonho ruim, que eu acordaria e estaria tudo bem. Mas não, tudo era realidade...
Jessica senta ao meu lado, me abaçando. Como eu estava muito atordoado, nem impedi o carinho.
- Querido, já que agora vamos ter um filho, que tal a nossa relação voltar? Não quero criar essa criança sozinha.
- Jessica escute, eu ainda estou muito assustado com tudo que está acontecendo, preciso pensar. O caso da criança, não sabemos nem se ela existe realmente, então vamos com calma e mesmo se ela existir, não vou deixar que nada falte para ela. Agora você pode ir embora, preciso descançar.
- Tudo bem, eu vou, mas você pense no que eu te falei. Tá?
Ela me dá um beijo na bochecha e sai, me deixando sozinho no meu apartamento. Oh, que dia maluco...

sábado, 26 de outubro de 2013

Uma Grande Descoberta

P.D.V. Jill

Eu ainda não sabia como Jessica abrir a porta da minha casa. Ela tinha um sorriso vitorioso no rosto, como se soubesse de alguma coisa e não quisesse contar.
- Fala logo o que você quer Jessica!
- Bem, como você sabe, a um tempinho atrás, tive um relacionamento amoroso com o seu querido parceiro Chris Redfield.
- Sim e eu com isso?
- Hum... Desse nosso incrível conto de fadas, nasceu um fruto que agora está dentro de minha agora.
Não entendi direito o que ela quis dizer, um relacionamento, depois um fruto, isso queria dizer que... Não! Isso não poderia ser verdade!
- Eu gravida queridinha!
- O que?
Uma voz falou atrás de mim e eu logo percebi quem era. Chris...
  

P.D.V. Chris


Eu não podia acreditar em que eu estava ouvindo. Jessica tinha acabado de dizer que estava grávida, e era bem provável que o filho era meu.
- O que você acabou de dizer Jessica? – Perguntei me aproximando de Jill, que me encaravam assustada.
- Foi isso mesmo que você ouviu Chris, eu estou esperando um filho seu.
- Como você pode ter tanta certeza?
- Você foi a última pessoa em que eu tive relações. Ou ele é seu filho, ou então é filho de chocadeira.
Ela riu e depois continuou:
- Percebi que Jill está mais chocada de que você que recebeu a notícia que seria pai.
Jill solta um suspiro e fala quase em um sussurro:
- Chris, você não percebeu que tudo o que ela falou é mentira?
- Jill, como você pode ter tanta certeza?
- Eu já falei isso, mas vou falar de novo. Tá mais que obvio que Jessica que dar o golpe do baú.
Jessica ri e rebate:
- Princesa, eu acho que o meu bebê vai nascer com defeito com o tanto que você joga pra nele.
- Ei, chega vocês duas! Jessica, isso é verdade ou não?
- Meu amor, como você pode duvidar de mim? Essa invejosa só está falando isso porque ela nunca vai encontrar alguém que realmente ame ela.
Ela tem, apenas não sabe quem é... - Pensei.
- Jill, vamos conversar em outro lugar.
Ela concorda e fomos até o quarto, que ficava um pouco longe de onde Jessica estava, assim ela não poderia ouvir o que estávamos conversando.
- Jill, você perdeu o juízo foi?
- Não Chris, eu acho que foi você que perdeu a noção do perigo.
- Por que?
- Por que? Você já percebeu o que Jessica acabou de falar?
- Claro que sim, que eu vou ser pai!
- Chris, pensa comigo. Por que diabos Jessica iria querer engravidar de você se ela tem maior ódio da gente?
- Sei lá Jill, não sou adivinho.
- Mas não é preciso ser adivinho pra saber que ela só está fingindo.
- Me de um motivo para eu não acreditar nela.
- Olha, geralmente quando a mulher tá gravida, o estomago dela fica bastante sensível. Então, ela deveria ter ficado com enjoo de seu perfume que é bastante forte.
- Ela poderia estar e não ter falo nada.
- Claro que não! Ela iria diretamente para o banheiro e colocar tudo pra fora assim que sentisse o cheiro.
- Mesmo assim, ainda não estou convencido!
- Então que se dane! Se você prefere acreditar nela, foda-se!
Jill me empurra e volta para a cozinha, onde Jessica acariciava a sua barriga.
- Ok, acabou por hoje. Você dois, fora da minha casa agora!
Ela se encosta na porta. Jessica foi a primeira a sair, dando um sorriso diabólico, quando chegou a minha vez, minha parceira puxa a manga da minha camisa e faz com que eu ficasse da sua altura e logo sussurrou em meu ouvido:
- Espero que você quebre a cara quando descobrir que isso tudo isso não passa de uma mentira cabeluda e quando a ficha realmente cair, que você não venha chorar pra cima de mim, porque eu não vou ficar aturando as suas burradas. Estamos entendidos Chris Redfield?
Ela me empurra para fora de seu apartamento, antes mesmo que eu podasse protestar. Será que ela realmente estava certa?



Hey pessoal, espero que tenham gostado do capítulo, porque deu um trabalhão pra ele ficar pronto. Será que Jessica realmente está gravida ou é mais uma das suas armações para separar nosso casal? kkkkk Quero agradescer ao leitor Felipe Oliveira que deu a ideia de Jessica estar gravida, muito obrigada! Bem, BEIREVIL pra vocês!



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Uma Ordinaria Chamada Jessica Sherawart

P.D.V. Jill

Eu ainda não acreditava que Jessica tinha feito uma coisa dessas, tá bem que ela não é flor que se cheire, mas nunca pensei que ela pudesse fazer uma coisa dessas.
- Claire, você tem certeza que era ela?
- Sem sombra de duvidas Jill, era ela sim. Tinha os mesmos cabelos cacheados castanhos e o carro era idêntico àquele que ela ia para a B.S.A.A.
- Mas se você sabia que era ela, por que não contou a Chris.
- Jilly, você sabe muito bem que ele iria ficar uma fera se soubesse que foi Jessica que me atropelou.
- Mas mesmo assim, ele é o seu irmão, deveria ficar sabendo primeiro.
- Jill eu sei disso, mas se Chris ficasse sabendo que foi Jessica que me atropelou, ele iria fazer uma tempestade em um copo d’água.
- Tudo bem, mas você vai contar pra ele sim, se não conto eu.
- Ok mamãe, eu vou contar pro pai sim, hahaha.
- Claire, não racha a minha cara de vergonha não.
- Admite Jill, você gosta do Chris, não é?
Pude sentir o sangue vindo direto para o meu rosto e em questão se segundos, eu estava parecendo igual a um tomate.
- Hey, não precisa ter vergonha, só ta nós duas aqui dentro, pode falar.
Suspirei e eu falei:
- Sim, eu gosto dele, mas, por favor, não diz isso pra ele.
- Ei, qual é o medo? Com certeza Chris também te ama, mas como vocês são uns idiotas, não tem coragem de admitir o que sentem um pelo outro. Eu vi o jeito de bobo que ele ficou quando te beijou debaixo do visco.
- Claire, ele só me beijou porque foi obrigado, não porque ele quis.
A ruiva solta uma risadinha e uma enfermeira entra no quarto.
- Senhorita, sinto muito informar, mas a hora de visita acabou.
- Tudo bem, já estou indo.
Claire segura minha mão e fala:
-Jill, eu sei como é a vida de vocês e o trabalho de vocês é muito perigoso e ao mesmo tempo em que você está aqui conversando comigo, amanhã pode ser que não, então eu acho bom vocês confessarem o que sentem um pelo outro, antes que seja tarde de mais.
Fiquei pensando no que ela me disse e depois me despedi. Chris estava sentado na sala de espera comendo alguns salgadinhos.
- Vamos embora?
- Eu ainda tenho que falar com Claire.
- Não da mais tempo, o hora de visitas acabou.
- Que droga, bem, então vamos embora.
Chris joga o pacote vazio do salgadinho fora e então caminhamos para fora do hospital, até onde o carro do meu parceiro estava estacionado. Entramos e depois de muito tempo dirigindo, chegamos no nosso prédio.
- O que você e Claire estavam conversando?
- Papo de garotas Chris, você não vai entender.
- Sei...
Saímos do veiculo e caminhamos até o elevador. Assim que ele chegou no 3º andar, nos despedimos e fomos cada um para o seu apartamento. Quando parei no meu, percebi que a porta estava aberta, achei estranho, pois costumo trancar a mesma quando vou a algum lugar. Bem, hoje poderia ser que eu tivesse esquecido de tranca-lá.
Entrei na minha casa com um pulguinha atrás da orelha. Resolvi tirar minha Beretta da bolsa e caminhar devagar para não fazer barulho. Quando finalmente chego na cozinha, percebo que uma mulher estava sentada de costas para mim e tomando uma caneca de café. Que absurdo! Além de invadir minha casa,ainda toma o meu café.
- Olá princesa, estava aqui esperando você chegar...
A mulher se vira e se revela.
- Jessica...

sábado, 21 de setembro de 2013

O Acidente

P.D.V. Chris


Estávamos voltando para nosso apartamento, Jill estava cansada e acabou dormindo no banco do co-piloto, durante nossa viagem, não trocamos nenhuma palavra, eu tinha amado o nosso beijo, foi magnifico, bem que eu queria que isso acontece mais vezes, mas eu tenho medo que um amor arruíne a nossa amizade de tantos anos. Eu realmente fiquei com raiva quando aquele FDP do Carlos referiu Jill como se fosse de sua posse, ela é minha amiga e eu não vou deixar um latino de merda partir o coração de minha parceira.
Depois de muito dirigir, chegamos até o nosso prédio, Jill estava tão perfeita dormindo que o meu coração até doeu com o pensamento de que eu teria que acorda-lá, mas eu não teria escolha.
- Jill, acorda! Acabamos de chegar. - Eu disse enquanto a balançava.
- Ugh Chris... Deixa eu dormir mais um pouco, ainda não é a hora de ir trabalhar.
- Não é mesmo, mais você poderá dormir tranquilamente no seu quarto.
- Ah... Já chegamos, então vamos até o meu apartamento que eu tenho que lhe dar o seu presente.
- Jill, você sabe muito bem que eu não gosto de presentes, ainda mais de surpresas.
- Você não tem querer, vamos subir e ponto final.
Resolvi não discutir porque isso não acabaria bem, então saímos do carro e subimos até o terceiro andar onde ficava nossos apartamentos, mas antes de entrar, pegamos Dick na casa de senhorita Willians e depois entramos no apartamento de Jill, que dessa vez estava mais arrumado. Enquanto Jill foi para outra parte pegar o tal presente, fiquei sentado no sofá acariciando o pelo macio de Dick.
- Ei garotão, está cuidando bem de sua dona?
Como se ele estivesse entendido a pergunta, latiu como forma de ``sim`` e eu dei um sorriso, depois disso, Jill chegou na sala com uma caixa de tamanho médio na cor verde limão e me entregou.
- Eu sei que você queria isso a muito tempo, então resolvi comprar para você.
Aceitei o presente com o mesmo sorriso no rosto e abri a caixa e nela havia um relógio que eu estava querendo a muito tempo.
- Como você sabia que eu queria esse relógio?
- Eu ouvi uma vez uma conversa com  Barry sobre relógios e você disse que estava interessando nesse, então como você realizou o meu desejo, eu estou realizando o seu também.
Me levantei e a abracei, eu amava aquela garota.
- Obrigada parceira! - Sussurrei em seu ouvido.
- Não tem de que parceiro.
Nos afastamos um pouco e me bateu uma vontade imensa de beija-la, então aproximo de seu rosto e quando nossos lábios ia se tocar, me celular vibra e acaba o nosso momento. Paramos de nos abraçar e vejo pelo visor do telefone que o numero era de Claire. O que essa garota queria comigo agora? Resolvi atender para ver o que ela queria.
- Alo?
- Ola, você é o irmão de Claire Redfield?
- Sim, sou o irmão dela sim. Aconteceu alguma coisa com ela?
- Bem, ela foi atropelada por um carro e está internada aqui no hospital de Nova York.
- Tudo bem, já estou indo para ai.
Desligo o celular e fico meio zonzo com o que aconteceu.
- Chris, aconteceu alguma coisa?
- Claire... ela sofreu um acidente de moto.
- Mas como assim? Como ela está?
- Eu não sei, você pode vir comigo?
- Claro Chris.
Corremos pelo corredor até chegar e no estacionamento, pegamos o meu carro e pisei fundo até chegar no hospital em que minha irmã estava internada. Depois de eu dirigir, chegamos no tal hospital e passamos na recepção para saber como ela estava.
- Boa noite, eu estou precisando de uma informação sobre uma paciente que está neste hospital.
- Nome por favor? - A recepcionista perguntou.
- Claire Redfield.
- Hum... Bem, ela está passando por uma cirurgia agora e vocês podem aguardar na sala de espera que quando o medico terminar, ele vai avisa-los sobre o estado da paciente.
Agradecemos e fomos nos sentar na tal sala de espera enquanto não tínhamos noticias sobre minha irmã. Respirei fundo e coloquei a minha cabeça entre minhas mãos e Jill começou a fazer círculos em minha costa.
- Chris relaxe, Claire vai sair dessa, ela é uma garota forte. Não se preocupe.
Abraço Jill e coloco minha cabeça em seu ombro e depois de muito tempo, eu apago.


[...]


Acordo com a luz do dia iluminando a sala de espera, puxa, eu dormi demais. Jill estava tomando um café e eu ainda estava com a cabeça em seu ombro.
- Bom dia flor do dia! - Jill disse brincando.
- O que tem de bom no dia?
- Bem, o fato de Claire estar bem e pronta para receber visita não te alegra não?
Me alegro com a noticia de que Claire já estava pronta para ser vista.
- Por que você não me acordou mais cedo para vermos ela?
- Ah, porque a bela adormecida estava num sono tão profundo que eu tive até dó te acordar a princesa.
- Jill, se você fosse minha filha, você levaria muito tapa na cara pra deixar de ser engraçadinha.
- Ainda bem que você não é meu pai.
- Tudo bem, vamos ver minha irmã agora.
Nos levantamos e caminhamos até o quarto em que minha irmã estava. Claire estava com alguns curativos nos braços e pernas, alguns hematomas no rosto e se cabelo estava muito bagunçado. Quando ela nos viu, abriu um belo sorriso no rosto e disse:
- Chris, Jill! Que bom que vocês estão aqui.
- Claire, o que realmente aconteceu com você? - Perguntei.
- Eu não sei realmente, só sei que eu estava voltando para casa, quando um carro veio e me bateu.
- Mas você viu quem estava dirigindo? - Pergunta Jill.
- Não, só sei que era uma mulher.
- Então temos que pegar essa desgraçada!
- Não Chris! Você não vai fazer nada por enquanto! - Claire disse.
- Tudo bem, mas não podemos deixar isso passar em branco.
- Eu sei Chris, mas tudo ao seu tempo. Agora você pode me deixar sozinha com Jill, tenho algumas coisas a conversar com a minha amiga.
- O que as mocinhas vão conversar e eu não posso saber?
- Papo de garota Chris, agora pode ir.
Não disse nada, apenas fiz o que minha irmã pediu. O que será que elas iriam conversar e eu não podia saber?


P.D.V. Jill


Chris foi embora, deixando Claire e eu a sós. Não sei porque ela não queria que seu irmão não soubesse, mas parecia ser alguma coisa grave.
- Claire, o que está acontecendo?
- Jilly, eu sei que me atropelou.
- Então fala logo Claire!
- Foi a Jessica!



 Hey meus lindos!!! Desculpa pela demora e por esse capítulo não ser lá essas coisas, mas estou totalmente sem tempo para escrever, então fiz esse praticamente nas coxas. Acho que depois eu vou postar com mais frequência. Espero que tenham gostado. BEIREVIL :-)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Debaixo do Visco

P.D.V. Jill


Dois dias se passaram, Dick já estava se acustumando com a casa nova e era muito brincalhão e ele amava ficar com Chris e eu também hahaha... Hoje era véspera de natal e  Barry está planejando uma festa de comemoração com ele faz todos os anos e é claro que eu ia.
A noite chegou, Chris disse que iria me levar e eu aceitei o pedido. Eu estava vestida com uma roupa simples e quando me aprontei, Chris veio me buscar para irmos juntos. Dick estava com senhorita Williams, que tinha uma cachorrinha que praticamente estava apaixona por ele.
Depois que eu e Chris entramos no carro, meu colega dirigiu para a casa de nosso velho amigo. Todos estavam presentes na festa: Claire, Leon, Moira, Rebecca, Polly, Kaith, Carlos e outros.
- Chris, Jill! Que bom que vocês vieram, assim Jill pode se divertir mais. - Barry exclama.
- Oi Barry, Chris conversou comigo, e agora já estou melhor. - Digo olhando para Chris, que me dá um sorriso lindo.
- Redfield e seus milagres... Bem, sintam-se em casa!
Sorrimos e fomos cumprimentar nossos amigos que estavam debaixo de uma árvore.
- Olá pessoal! - Digo sorrindo.
- JILL, CHRIS! Que bom que você chegaram. - Grita Claire, correndo para nos abraçar.
Cumprimentamos todo mundo, Carlos me recebe com um abraço apertado e sussurra em meu ouvido:
- Preciso conversar com você mais tarde.
Eu apenas concordei com a cabeça e percebi que Chris estava me olhando com uma cara feia, como se não estivesse gostando da cena, eu não me iportei, afinal, ele é apenas o meu melhor amigo e parceiro, não temos motivos para ficar com ciumes um do outro, apesar que eu fico as vezes. Assim que me separei do abraço, minhas colegas começaram a gritar: '' Aê Jill, pegando o gatinho latino!'', apenas sorri com o comentário, logo me sentindo ruborizada e também sorri internamente quando percebi que Chris estava com raiva.
Ele fica um gatinho com raiva, pensei.
Me aproximo de Chris e Kaith, esposa de Barry, chamou todas as meninas para a cozinha para terminar os preparativos da festa.
- Jill.... - Kaith começou. - ... está rolando alguma coisa entre você e Carlos?
Me engasguei com a água que eu estava tocando, assim que a crise de tosse passou, respondi:
- Não... somos apenas amigos.
- Não é o que parece. Viu com Chris ficou com ciumes de você quando Carlos sussurrou em seu ouvido? - Rebecca rebateu.
- Ah Becca, Chris sempre fica com ciumes de mim quando eu fico próximo a outros rapazes.
- Sei não Jill, meu irmão fala 25 horas por dia sobre você, é como Deus na no ceu e você na Terra.
- Verdade Claire?
- É verdade Jill! Meu irmão gosta de você de verdade, só que vocês são tão idiotas que não percebem que já estão no amor um com o outro a muito tempo.
Percebi que as palavras de Claire era verdade, eu sempre gostei do meu parceiro de uma forma diferente, nossa amizade era diferente de qualquer outra que eu já tive.
- Jill entenda,  o trabalho de você é muito arriscado, então hoje você pode estar conversando aqui, mas amanhã pode ser que um de vocês estejam chorando pela perda do outro. Vocês não são mais crianças, sambem muito bem o que é certo e que é errado. Quando ele arrumar outra, você vai se arrepender de um dia não ter dito que o amava.
As palavras de Becca ficaram ecoando em minha cabeça e ela tinha toda razão, mas tinha medo de que Chris não gostava de mim com eu gostava dele, mesmo Claire dizendo que ele gostava de mim. Resolvi ficar calada e cortar os legumes para a nossa refeição.


P.D.V. Chris


Eu estava com os rapazes no quintal onde Barry estava servindo cerveja. Todos estávamos bebendo e conversando sobre o nosso dia a dia, mas tinha uma pessoa que estava enchendo o meu saco e o nome do individuo era Carlos. Ele não parava de me olhar com cara feia, e eu tinha que retribuir. Então quando estávamos conversando sobre garotas, o latino americano fala:
- Você está cuidando bem da minha garota Redfield?
Todos olhamos para ele e pergunto:
- Você está falando de Jill?
- Sim, afinal de contas ela é minha garota.
- Sua garota e o caralho! Você nem é marido dela e muito menos namorado dela para dizer que ela é sua.
- Ei cara, desde quando você controla o que eu falo?
- Eu só to falando a verdade. A Jill não é nada sua, então não a refira como se fosse de sua posse.
Carlos se levanta e fica na minha frente me encarando e então me levanto para que podessemos ficar cara a cara.
- Você é um imbecil quando pensa que um dia vai poder te-la como eu terei-a um dia.
- Nós somos apenas amigos. Você não acha que se eu a quisesse de outra forma, não teria conseguido devido eu conviver com ele todos os dias?
Eu sei que, quando falei essa frase, é claro que eu não estava falando a verdade. Eu tenho medo que ela não sinta o mesmo que eu sinto por ela, por isso não me arrisco a falar de meus sentimentos para ela.
- Tá vendo? Você mesmo não falando, admite que gosta dela. Você ainda não percebeu que é um covarde inútil e que sua parceira nunca irá quere-lo mais que amigos. Hahaha, você acha que pode pegar todas né? Mais a Jill já é minha e de mais ninguém.
A raiva estava circulando em minha veias e não suportei aquele idiota estar falando mal de mim. Sem pensar, dei um soco no rosto de Carlos, para que ele aprendesse a não falar daquele jeito comigo.
- E da próxima vez, vá xingar a sua avó!
Eu sei que essa frase é muito idiota, mas faz sentido. Carlos estava segurando o nariz que aparentava estar quebrado, mas não me importei com isso. Praticamente marchei para a cozinha onde as moças estavam terminando de aprontar o jantar.
- Ah não Chris, não me diga que você quer ajudar a fazer a comida. - Claire faz graça e todo mundo ri, menos Chris que estava de cara fechada.
- Não Claire, só to evitando um idiota que está sangrando lá fora.
- Quem foi que mestuou? - Rebecca brinca.
- Ninguém, apenas quebrei o nariz de um otário que estava insultando minha parceira.
Jill olha para mim como se não estivesse entendendo e fala:
- Gente, eu vou conversar com Chris rapidinho e já volto.
Puxei Chris para um canto mais reservado e ela começa o questionario:
- O que foi que aconteceu entre você e Carlos?
- Ele me xingou de vários palavrões e...
- E o que?


P.D.V. Jill


- E disse que nunca iria ter você como minha namorada.
A resposta dele me fez ri. Chris sempre foi muito tímido quando o assunto era amor, eu também sou, por isso fico com vergonha de conversar sobre certos assuntos.
- Oh Chris... - Digo o abraçando. - Você é melhor amigo da agente Valentine, sonho de muitos caras, o que você quer mais? - Brinco.
Eu sabia muito bem o que ele queria. Barry aparece na beirada da porta e fala:
- Crianças, o jantar já está na mesa.
Sorrimos e caminhamos até a sala de jantar, onde um banquete nos esperava.


[...]


Assim que terminamos fomos para a sala e ficamos assistindo televisão enquanto tomávamos um vinho perfumado e sem álcool, final de contas, estávamos dirigindo. Então me bateu um sono e eu pedi a Chris:
- Chris, to com sono, vamos para casa?
- Ok!
Nos levantamos e dissemos que já iriamos ir embora, então todos fomos para a entrada da casa e quando estávamos quase saindo, Claire grita:
- Chris, Jill! Fiquem onde estão!
Paramos sem saber porque, então a ruiva nos dá um sorriso malicioso no rosto, como se estivesse aprontando alguma coisa.
- Vocês estão debaixo de um visgo, então vão ter que se beijar! - Grita Claire eufórica.
- Ah, vamos lá Claire! - Chris resmunga. - Isso é muito infantil.
- Mas é tradição e pode trazer má sorte se vocês não fizerem isso. - Diz Barry.
- E tem que ser de língua! - Fala Becca.
- Becca! - Gritamos juntos pelo comentário de nossa colega.
- Vocês não irão sair daqui enquanto não se beijarem.
- Puxa Barry, pensei que você fosse o nosso amigo. - Digo fingindo irritacao
- Beija, beija... - Todos começam a gritar.
Eu e Chris nos viramos um para o outro e eu suspiro.
- Acho que vamos ter que fazer isso...
- Também acho.
Em seguida, nos aproximamos um do outro até que nossos rostos ficassem a centímetros um do outro. Fechamos nossos olhos e silenciosamente nos perguntamos quem iria fazer o primeiro movimento e Chris foi mais rápido, escovando seus lábios contra os meus. O beijo era calmo e apaixonante, e ficou melhor pelo fato de nosso halito estarem com o gosto do vinho perfumado que havíamos tomado mais cedo e devo confessar que sua boca tinha um gosto imprecionante, muito melhor que a minha geladeira.
Estávamos nos beijando pelo que parecia ser segundos, ocasionalmente, fizemos algumas mini pausas para recuperar nosso folego e quase imediatamente voltávamos a nos beijar novamente. Quando finalmente paramos, todos estavam olhando espantados para a gente e logo depois deram um sorriso de orelha em orelha.
- Whoa! O beijo de vocês durou exatamente 2 minutos e 46 segundos!
- Você estava contando Claire?
- Felizmente sim! E parece que a coisa foi  boa!
Sorrimos e eu me senti um pouco constrangida então pedi para Chris me levar para casa. No caminho ate o carro não falamos nada, apenas entramos no mesmo e fomos para o nosso apartamento.





Ola gente! Desculpa pela demora, mais estou sem tempo para escrever no blog, mas como no meu curso de infomatica tem internet grátis, vou tentar postar com mais frequência. Espero que tenham gostado do capitulo, pode parecer um pouco idiota, mas eu sonhei com essa cena e resolvi escrever ele. Comentem PLEASE! BEIREVIL!!!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Um Cachorro Chamado Dick

P.D.V. Chris


Estávamos eu e Jill no meu carro rumo ao nosso prédio, então me vem uma duvida na cabeça e eu pergunto:
- Por que a sua família tem um cemitério particular?
- Bem, o meu bisavô era muito rico enquanto era vivo e tinha muitas terras que não utilizava, então ele resolveu fazer aquele cemitério para enterrar os seus familiares.
- Whoa, legal. Quer dizer, em outro sentido.
Ela ri da minha cara, me fazendo de bobo, não sei nem porque falei aquilo. Enquanto eu dirigia pela avenida que levava ao nosso bairro, havia uma exposição de animais e resolvemos parar, eu amo animais e Jill também, essa qualidade fazia com que eu gostasse mais dela. Andamos e vimos vários cachorros e gatos, um mais lindo do que o outro, mas teve um que me chamou a atenção pelo fato de ser um filhote de Husky Siberiano, eu sabia que Jill era louca para ter um, mas com a nossa vida corrida, nunca tivemos tempo de comprar um animal de estimação.
- Jill, olha esse filhotinho aqui!
Ela se aproxima da pequena caminha em que o cachorro estava sentado e passa a mão sob o pelo macio do cachorro.
- É muito lindo Chris!
- Quer ele?
Ela olha para mim com cara de questionamento.
- Chris, você não precisa se preocupar comigo.
- Não é isso, daqui alguns dias é natal, então estou garantindo seu presente.
- Puxa Chris, obrigada!
O atendente veio nos atender:
- Boa noite! O que o casal de namorados desejam?
Rimos com a pergunta do atendente, Jill cora ligeiramente até ficar com o rosto parecendo um tomate.
- Você nos interpretou mal, somos apenas amigos. - Jill respondeu meia sem graça.
- Vá por mim, os melhores romances sempre começam com os melhores amigos. - O vendedor rebate.
- Bem, não estávamos aqui para discutir sobre nosso relacionamento, quero saber qual é o preço desse filhote.
- Desculpe pelo mal entendido! Hum... esse é de graça, pois como seus irmão já foram todos vendidos, duvido que alguém passe por aqui a essa hora da noite para compra-lo, então pode levar.
Sorrimos com que o vendedor falou, o rapaz loiro entrega o cachorro com a caminha para Jill e depois vai embora, andamos mais um pouquinho para que pudéssemos comprar a uma tigela para ele comer e depois entramos no carro para ir para casa.
- Como vai se chamar o cachorrinho? - Jill pergunta.
- Não sei, o cachorro é seu, você que decide qual nome vai colocar.
- Ei, você também vai me ajudar a cuidar dele.
- Claro que sim, vou ser o pai dele.
- Então você está se intitulando de cachorro?
- Hahaha, não teve graça e você é a mãe dele.
- Ta me chamando de cachorra Redfield?
- Não sua cadela!
Rimos e conversamos muito, o nome do filhote foi Dick, em homenagem ao pai de Jill. Depois de dirigi mais um pouquinho, chegamos no nosso apartamento. Dick já havia dormido nos braços de Jill.
- Cuide dela garoto! - Digo afagando o pelo sedoso do animal.
- Mais fácil eu cuidar dele do que ele cuidar de mim. - Jill disse brincando.
Dei um beijo em sua bochecha, quase perto da boca e depois fomos para nossos apartamentos.





Olá gente! Desculpa se o capítulo não ficou muito legal, é que eu estou sem disposição e criatividade para escrever. Bem, eu ganhei um casal Husky Siberiano ontem, o nome deles é Chris e Jill, por que será? KKKK, bem espero que gostem. BEIREVIL!!! :-)

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Contando a Verdadeira História

P.D.V. Jill


Após todos terem ido embora, abraço-me com Chris e começo a chorar.
- Jill, por que você está chorando só agora?
Me afasto um pouco para que eu pudesse encarrá-lo.
- Eu aprendi que chorar por alguma coisa, é como aceitar um acontecimento e eu não queria chorar na frente dos nossos amigos, isso é como se eu tivesse demostrando minha fraqueza.
- Entenda Jill, apenas uma pessoa muito forte e corajosa consegue demostrar suas fraquezas para as outras, você não pode esconder para si mesma que seu pai morreu, porque vai chegar uma hora que sua mente vai começar a perturba-lá.
- Eu sei, foi por isso que eu comecei a chorar, porque não aguentei guardar essa magoa dentro de mim.
- Você quer desabafar tudo que  está guardado dentro de você?
- Você não vai querer ouvir uma história igual a minha.
- Claro que vou, afinal de contas, a minha vida não foi nenhum mar de rosas.
Sorri, afinal de contas, ele sabia o que eu estava passando. Nos sentamos em um banco próximo de uma árvore de salgueiro, Chris passa o braço pela minha cintura e faz com que meu corpo fique colocado ao seu, me passando calor, pois já estava ficando frio.
- Comece a contar sua história desde quando seus pais se conheceram até a época dos S.T.A.R.S.
- Bem, meus pais estudavam na mesma escola, na época ela tinha 15 anos e ele 17. Tudo começou quando ela assistiu um treino dele de futebol e ela se apaixonou por ele, só que sempre pensou que não teria nenhuma chance com ele, pois um capitão do time de futebol não iria dar bola para uma nerd. Então teve um baile de fim de ano e poderia escolher quem quiser, então, dentre todas as patricinhas do colégio, ele escolheu Sarah, minha mãe...
- Whoa, que história interessante, continue.
- ... o baile foi lindo, eles acabaram ficando debaixo de um visco e acabaram tendo que se beijar e dai começou o namoro. Um tempo se passou, eles completaram o ensino médio e então planejaram em ter um filho, que era o sonho dos dois. Tentaram e tentaram e nada de ela engravidar, então foram ao medico para saber o que estava acontecendo e o medico informou que ela não poderia ter filho. Os dois ficaram chocados e brigaram muito, mas não deixaram de fazer você sabe o que. Meses se passaram e minha mãe descobre que estava gravida, foi um milagre que nem os médicos acreditaram. Tempo se passou e chegou a hora de me nascimento, foram para o hospital e o medico disse que a gravidez era de risco, pois minha mãe tinha uma saúde frágil, então ou era eu ou ela e ela preferiu morre.
- Nossa, sua mãe era uma guerreira.
- Concerteza, bem continuando, meu pai ficou me culpando por um tempo por ter praticamente matado minha mãe e eu ficava muito triste com isso, mais depois aprendi a ignorar as coisas. Quando completei 12 anos, meu pai me ensinou tudo que eu precisava saber para virar um ladra nata, tanto é que sei arrombar todos os tipos e então ele começou a me levar nos assaltos. Quando completei 15 anos, meu pai foi pego e preso pela policia da Carolina do Norte e disse para eu seguir outro caminho e que outro Valentine na cadeia era demais. Então depois que terminei o ensino médio, entrei para a Força Delta do Exercito americano, onde conheci várias pessoas influentes que me recrutaram para os S.T.AR.S. em Raccoon. Bem, daqui para cá você já sabe o que aconteceu. Ufa! Foi bom desabafar, obrigada Chris.
- Não tem de que Jill, bem vamos ter que ir agora porque já está tarde. 
Nos levantamos e Chris coloca seu paletó para que eu pudesse me proteger do frio, enquanto estávamos caminhando até o carro, dei uma última olhada para o tumulo de meu pai.
Descanse em paz, papai...




Oie gente linda!!! Dessa vez o capítulo veio de trem bala em vez de jegue, mas entre mortos e feridos, todos salvos. Lágrimas estão escorrendo pelo meu rosto enquanto estou lendo o capítulo, SÓ QUE NÃO! Não liga não, sou retardada desse jeito mesmo. Bem, espero que gostem e não deixem de comentar. BEIREVIL!!!!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A Despedida

P.D.V. Chris



Fui para o meu apartamento e fechei a porta atrás de mim com raiva. Por que que eu estava com raiva? Vou explicar, de um tempo para cá, vim despertando um sentimento estranho por Jill, um sentimento que ia muito além de uma simples amizade ou um ato de companheirismo, uma necessidade de protogê-la custe o que custar e ama-la até o meu ultimo suspiro de luta, mas quando eu iria confessar esse sentimento que estava preso dentro de mim para ela, encontro a mesma beijando um cara que só porque a salvou de Raccoon City, já virou um herói, mas no fundo, eu serei eternamente grato por ele ter salvado a vida dela enquanto eu não estava por perto.
Sai do meu delírio quando alguém bate na porta, então caminho preguiçosamente para ver que estava me chamando. Abri e vi que Jill estava encostada na porta.
- Chris, posso conversar com você?
Fingi que estava com raiva e deixei-a entrar, fecho a porta e ela começa:
- Chris, eu não sei se você está com raiva de mim ou não, mas eu quero pedi desculpas.
- Desculpas pelo o que? Eu não controlo a sua vida e só sai porque aquele era um momento intimo e eu não queria atrapalhar.
- Não! Não era um momento intimo, foi Carlos que me agarrou, eu tentei afastar, mas ele é mais forte do que eu e eu dou graças a Deus por você ter chegado a tempo.
O tom de voz de Jill era quase desesperado, beirando ao choro.
- Eu sinto muito Jill.
- Você não tem nada do que senti, e o que você queria falar comigo?
Pensei seriamente se aquela era a hora certa de falar que eu a amava, pensei por mais um pouco e resolvi que não falaria nada.
- Não foi nada Jill, só iria dizer para não esquecer o velório de seu pai.
- Ah sim, eu vou para casa me trocar. Você pode me dar uma carona até o cemitério?
- Claro que sim, só vou me arrumar e te espero no estacionamento.
Ela sai e fecha a porta atrás de si, então caminho até o meu quarto onde coloco um terno, me passo perfume, pego minha carteira e as chaves do carro.
Desci as escada e esperei por Jill, que logo apareceu usando um vestido preto que chegava até o joelho e uma bota preta de salto médio que chegava também ao joelho. Seus belíssimos olhos azuis estavam vermelhos por causa das lágrimas e mesmo com quase um quilo de maquiagem para desfasar o enchamento dos olhos e não adiantou muita coisa.
- Vamos Chris!
Entramos no carro e dirigi até o cemitério dos Valentine, que se localizava no subúrbio de Nova York. Não falamos nada no caminho e o silencio era ensurdecedor, a não ser pelo fato de Jill está fungando no banco do passageiro.
Chegamos. A maioria dos nossos amigos estavam presentes, como Rebecca, Kaith, Barry, Moira e Poly, O'Brian, Parker, Keith, Quint, o pessoal do Alpha da B.S.A.A e etc.
O padre responsável pelo velório começou a falar diante do caixão.
- Bem, primeiramente, obrigado a todos que aqui estão presente! Hoje, iremos despedir de Richard Valentine, que apesar de suas arte manhas, era um homem de um coração muito grande, que sempre se preocupava com os outros antes de si. Todos sabemos que ele não era santo, mas isso não importa. Jill, você gostaria de falar alguma coisa?
Ela olha tristemente para o caixão na sua frente e responde: - Não, só queria agradecer a todos que estão aqui, muito obrigada mesmo!
Todos sussurram um "de nada" e o padre começa a rezar um ave Maria. Após a reza, os ajudantes fecham e colocam o caixão a sete palmos da terra. O estranho foi que, ao ver a cena, Jill não derramou uma lágrima se quer, eu estava começando a achar que ela tinha chorando tanto, que não havia mais lágrima para derramar. Assim que fecharam o túmulo, nossos amigos vieram dar seus pêsames pela morte de Dick, Jill agradeceu a todos, que foram embora aos poucos. Já estava noite quando todos foram embora e Jill realmente começou a chorar.
No começo fiquei assustado com a reação, mas depois entendi, ela não queria chorar na frente dos outros...





Oi pessoal! Antes que alguém queira me matar por causa da uma semana que fiquei sem postar nada, vou explicar o que aconteceu. Minhas aulas começaram e como estudo em horário integral, chego tarde em casa, então não dá tempo para escrever. Essa semana to tendo muita tarefa de matemática e to tendo que fazer um curso pela escola, então meu tempo está super apertado, mas não se preocupem, demora, mas um dia chega! BEIREVIL!!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Encontro dos Meus Dois Melhores Amigos

P.D.V. Jill


Acordei abraçada com um travesseiro, olhei para o despertador e percebi que era a hora de eu ir trabalhar, me levanto e vou até a cozinha beber um pouco de água e na geladeira e havia um papel pregado na mesma, que logo reconheci que era de Chris:
Jill, desculpa sair sem avisar, mas você estava dormindo tão profundamente que eu tive pena de lhe acordar. Cuidei de todos os papeis de seu pai e infelizmente o enterro dele será hoje ao por do sol, também conversei com O'Brian e ele deu para você três semanas de folga por causa do acontecimento, se precisar de mim, estou em casa e se eu não estiver, pode me ligar. E não se esqueça de avisar a Jenny sobre o que aconteceu com Dick!                      Chris.
Senti até um aperto no coração quando pensei que teria que falar com minha segunda mãe sobre o acontecimento, reuni todas as minhas forças e coragem e liguei para Jennifer.
- Jenny, eu quero lhe contar uma coisa!
- Jill, o que foi? Sua voz está em um tom de tristeza.
- Suspiro - O papai morreu...
- O QUE??? Jill, não brinque com uma coisa dessas, fale a verdade!
- Essa é a mais pura verdade Jennifer. Eu também não acreditei no começo, mas o doutor disse que o papai estava com um câncer grave na região do celebro e não poderiam fazer nada.
- Realmente, Dick sempre reclamava de fortes dores de cabeça e eu sempre dizia para ele procurar um medico, mas não, ele resolveu não indo e deu no que deu!
A essa altura do campeonato, Jennifer já estava chorando e sussurrando algumas coisa que eu não entendi.
- Jenny, você sabe onde a minha família foi enterrada?
- Sei, é o cemiterio dos Valentine.
- Meu pai vai ser enterrado lá, ao por do sol.
- Tudo bem então. Obrigada por me avisar Jill.
- De nada, precisando é só chamar.
Desliguei e ouvi alguém tocando a campainha e abri para ver que era. A pessoa era Carlos, que segurava um buque de tulipas brancas e rosas, que era as minha favoritas, mas o estranho que apenas Chris sabia do meu gosto e nenhuma pessoa a mais.
- Bom dia linda, olha o que eu trouxe para você! - Ele me entrega as flores e eu agradeço.
Deixei-o passar, o seu perfume masculinos era ótimo e deixou um rastro na sala.
- Carlos, desculpa perguntar, mas como você sabe que eu gosto de tulipas?
- Querida, um grande magico não revela os seus truques. To brincando, eu realmente não sabia, mas a vendedora disse que essas era uma das mais bonitas, bem, pelo menos agora eu seu sei o seu gosto.
Coloco as flores em um vaso que estava em uma mesinha próxima do sofá, enquanto isso, os braços de Carlos circulam a minha cintura, me senti nervosa e me viro para encara-lo e sou surpreendida com os seus lábios nos meus. O beijo era calmo e suave, hesitei por um tempo, mas não resisti e me entreguei, enquanto estávamos assim no meio da sala, ouso uma voz conhecida:
- Jill, eu preciso lhe contar...
Paro imediatamente quando percebo que Chris estava na porta e nos olhava chocado, eu realmente não gostaria que ele estivesse visto isso.
- Chris, desculpa eu não sabia que você vinha
- Não Jill, eu que tenho que me desculpar, eu não tenho que me entrometer na vida pessoal de vocês.- A voz de Chris estava chorosa, como se estivesse querendo chorar.
Ele sai pela mesma porta que entrou, Carlos deu um sorriso sínico, vitorioso e eu logo percebi isso.
- Carlos vá embora por favor!
- Mas acabei de chegar linda!
- EU JÁ DISSE PARA VOCÊ IR EMBORA!!!
- Tá bom, estou indo..,
Ele sai e eu fecho a porta, me escoregando pela mesma até cair no chão. Coloquei o rosto entre as mão e pensei: O que será que Chris queria falar comigo?






Olá! Desculpa se o capítulo foi pequeno, mas como as aulas já começaram, to sem tempo para escrever, espero que gostem!!! BEIREVIL!!!

sábado, 3 de agosto de 2013

Apenas Uma Noite Com a ''Amiga''

 P.D.V. Chris


- Infelizmente o seu pai morreu!
- Por que você não fez nada para que ele vivesse mais?
- Senhorita Valentine, seu pai estava com um câncer em um estado avançado no celebro e infelizmente chegou a sua hora de ficar com o todo poderoso.
- Argh! Eu tenho raiva que tudo o que você fala, coloca Deus no meio.
- Mas você não acredita nos milagres que ele já fez?
- Se realmente ele existisse e fizesse milagres, eu não teria perdido as pessoas que eu amo.
Jill esperneava com o medico que dizia para ela se acalmar, como não deu muito certo, eles aplicaram uma pequena dose de solifero para que ela pudesse dormir. Assim que ela adormeceu, cuidei dos papeis do morto, ops! Do pai de Jill e depois que terminei, levei-a para sua casa, no caminho ela já estava acordando e não entendeu muito bem como aconteceu as coisas.
- Chris, me diga que tudo não passou de um sonho ruim.
- Não Jill, infelizmente não foi apenas um sonho ruim, ele realmente não está mais entre nós.
- Não pode ser, faz apenas uma semana que eu falei com ele e meu pai aparentava estar bem e agora ele simplesmente morreu.
- Jilly, chegou a hora. Todos nós, querendo ou não, vamos morrer um dia, não podemos impedir.
- Eu não quero perder você! - Ela disse entre soluços.
- Eu também não quero te perder, sempre estarei ao seu lado para salva-la. - Tirei uma mão do volante e passei em sua cocha para lhe trazer conforto, ela ficou meia constrangida mas depois acariciou a minha.
- Obrigada!
Assim que eu tirei minha mão, Jill suspira e fala:
- Será que você poderia ficar essa noite comigo? Eu não quero ficar sozinha...
- Claro que sim.
Ela dar um sorriso triste, mas bonito. Não demorou muito para chegarmos,não cumprimentamos ninguém, apena seguimos em silencio até o apartamento de Jill, assim que entramos me espantei. Apesar de sermos amigos, era raro eu ir em seu apartamento, ele era bem decorado, com vários trofeus e medalhas que conquistamos ao longo desse tempo na B.S.A.A., as paredes eram pintadas de azul e branco, suas cores favoritas, mas não foi por isso que me espantei. Jill sempre foi uma pessoa que gostava de lugares limpos e bem arrumados, mas a sua sala estava com se estivesse passado um furacão, havia varias caixas de bombom espalhado pelo chão, lenços de papel ''enfeitavam'' a mesa entre os sofás e havias caixas de filmes em hentai (pornô japonês).
- Por favor não repare a bagunça, é que eu não tive muito tempo para arrumar.
- Não precisa se preocupar, o meu também não ganhou o premio de mais arrumado de Nova York.
- Hahaha, aposto que não, bem eu vou tomar um banho, fique a vontade.
- Jill, só uma perguntinha. Por que esses filmes de hentai estão por aqui.
Ela fica meia constrangida e depois fala:
- Digamos que eu assisto quando não tenho nada para fazer.
- Posso assistir?
- Por tanto que você não se masturbe, tudo bem.
- O que foi baby? Você tem medo de ver minha masculinidade?
- Você é muito convelido Redfield e não! Apenas por motivos pessoais, pensando bem, por que você não faz o jantar? Estou morrendo de fome.
Sorri e fui fazer o jantar, enquanto eu estava concentrado na comida, Jill veio por trás e perguntou:
- O que o senhor estar fazendo?
- Bolo de carne senhora.
Me virei para encara-la e percebi que Jill estava apenas de toalha e com a mão na cintura, fiquei parece um bobo olhando para aquele corpo perfeito na minha frente, minha vontade foi de abraça-la e não deixar ela sair.
- CHRIS!
Sai do meu transe e falei:
- Desculpa, eu estava pensando em uma coisa aqui.
- Sei... bem eu vou me vestir.
Ótimo Redfield, você fica praticamente babando na frente de sua amiga, muito bonito! Depois que o meus subconciente me deu uma bela de uma bronca, coloquei o almoço e fomos comer. Jill apenas brincou com a comida e não comeu:
- Jill o que foi? A comida não está boa?
- Não, está maravilhosa. Apenas estou cheia.
- Você não comeu nada!
-  Eu tó com ânsias de vomito terrível, desculpe-me.
- Tudo bem, é pelo o que aconteceu com o seu pai, não é?
- Sim... tá certo que ele não foi o pai que eu pedi a Deus, mas era o meu pai.
- Eu sei o que você está passando. Por que você não dorme um pouco, já está anoitecendo.
- Você tem razão. E você, onde vai dormir?
- Eu me contento com o sofá!
- Negativo, não vou deixar você dormir no meu sofá, afinal de contas, você é meu convidado.
- Tá então a onde eu vou dormir?
- Na minha cama.
O que? Eu dormindo junto com Jill? Isso não iria dar certo.
- Ok.
Subimos as escada que davam aceso ao quarto de Jill, entramos e percebi que ele era realmente lindo. Ele era todo pintado de azul bebe, com vários quadros como os dos STARS reunidos na frente do helicóptero, os onze originais da B.S.A.A. e nossas fotos depois que havia terminado uma missão, sempre fazíamos isso, como se fosse um premio por ter concluído em segurança.
- Você vai dormir ou não? - Pergunta Jill.
- Não posso dormir com essa roupa e eu to com preguiça de ir em casa.
- Durma só de cueca e camisa, não tem ninguém além de mim e você aqui.
- Tudo bem.
- Vamos tire!
Comecei a tirar devagar, Jill ria com a minha cara enquanto eu puxava a calça, assim que tirei, me deitei na cama, que cheirava a lavanda. Jill foi se trocar no banheiro e quando voltou, estava vestida com uma camisola transparente que chegava um pouco acima do joelho e abraçava as suas curvas perfeitas, fiquei olhando até ela ficar constrangida e se deitar na cama.
- Boa noite Chris!
- Boa noite Jill!
As luzes foram apagadas e apenas a luz do luar iluminava tudo, eu não conseguia dormir, não sei se é porque é difícil dormir em uma cama que não é a nossa ou por estar ao lado de Jill, então fiquei apenas encarando o teto. Então no silencio da noite, escuto uma fungada, como se alguém estivesse chorando, no inicio eu hesitei, até ouvir novamente. Olhei por cima de Jill e percebi que seu rosto estava coberto por lágrimas.
- Jill, por que você está chorando? - Sussurrei em seu ouvido.
Ela abre os olhos e me encara com seus olhos vermelhos.
- Eu tive um pesadelo terrível com você e meu pai.
- O que acontecia?
- Vocês dois morriam.
Puxei-a sobre mim e ela coloca sua cabeça em meu peito e eu fiquei acariciando o meu cabelo.
- Pare de chorar, os pesadelos não iram mas te perturbar.
Depois de muito tempo, ela consegue dormir e eu depois, também consegui.






Bem pessoal, demorou mas chegou! To um pouco sem tempo e criatividade para postar alguma coisa, logo agora que as aulas já começaram. Espero que gostem do capítulo, porque foi o máximo que eu pude fazer. BEIREVIL!!!



terça-feira, 30 de julho de 2013

Uma Surpresa Desagradável

P.D.V. Jill


Depois que a festa terminou, me despedi de todos e fui embora, cheguei em casa, tomei banho e fui dormir. No outro dia, acordei com o meu telefone tocando e fui atender:
- Alô?
- Jill querida, sou eu, Jennifer, esposa de seu pai! - Jenny se casou com o meu pai quando eu completei 12 anos e desde esse dia, ela cuidou de mim como se fosse minha mãe.
- Jenny, o que foi? Sua voz tem um tom de desespero!
- O seu pai... está passando muito mal desde ontem a noite e estamos no hospital agora.
- O que? Meu pai? Em qual hospital vocês estão?
- O hospital George Washington, vem rápido por favor!
- Ok!
Desliguei o telefone, vesti a mesma roupa que estava ontem, apenas passei a mão pelo meu cabelo e deixei solto, o que era raro e entrei em meu carro. Furei o sinal vermelho, quase bati em uma velhinha para ela sair da minha frente, levei uma bela de uma multa de uma mulher que mais parecia o demônio e depois praticamente voei para o hospital.
Quando cheguei, Jessy estava andando de um lado para outro, sem saber o que fazer.
- Jenny! - Ela me abraçou e começou a chorar.
- Jill, os médicos não deram nenhuma informação sobre o seu pai ainda.
- Droga! O que realmente aconteceu?
Nos sentamos e ela começou:
- Desde antes de ontem, seu pai disse que estava sentindo muitas dores de cabeça, desse dia para cá, ela veio piorando muito, então quando ele começou a vomitar sangue, resolvi trase-lo para o hospital.
Olhei-a com tristeza, seu belo rosto estava mais pálido do que de um defunto, havia círculos escuros em volta de seus olhos e seu cabelo estava péssimo.
- Vá para casa, eu fico aqui e qualquer noticias eu lhe aviso.
- Não Jill, eu quero ficar aqui!
- Jennifer, por favor, vá para casa, eu fico aqui tomando conta de papai.
No começo ela hesitou, mas depois foi embora, muito tempo se passou até que meu celular tocou. Chris...
- Jill, onde você estar? Sua casa estar vazia, estou preocupado com você!
Achei tão bonitinho quando ele disse que estava preocupado comigo e respondi:
- Meu pai Chris... ele estar passando muito mal.
- Sinto muito Jill, qual o hospital você está?
- Chris você não precisa se ocupar comigo, fique em casa e descanse.
- Eu não vou conseguir ficar em casa enquanto minha parceira está em um hospital precisando de um ombro amigo.
Sorri e passei o endereço e ele disse que estaria em 20 minutos, dito e feito, 20 minutos se passaram e ele chegou.
- Jill?
Olhei para cima e vi o meu principe de olhos azuis e corpo perfeito olhando para mim, sem pensar, me joguei em seus braços e ele me segurou forte.
- Chris, acho que meu pai não vai sobreviver.
- Querida, não fique assim, se ele morrer, é porque chegou a hora, concerteza ele irá ficar em um lugar melhor.
- Você fala como se fosse legal.
- Eu sei que isso não é nada legal, você sabe muito bem que meus pais morreram em um acidente de carro, assim que eu sei muito bem que sua mãe morreu no seu parto.
- Já pensou os nossos pais fazendo uma festa no céu?
- Hahaha, muito engraçado, vamos nos sentar.
Sentamos e ele falou:
- Suspiro - Eu e Jessica terminamos.
- Quando?
- Hoje de manhã, eu sabia que isso não iria dar certo, mas eu fiquei tanto tempo sem dormir com uma munher que até dormir com uma canchorra ficou bom.
Ri, realmente que eu me lembre, a última namorada de Chris foiu na epoca dos STARS, sei que a gente já se pegou algumas vezes, mentira, foi só uma, mas nunca mais que isso.
- Obrigado por ter abrido meus olhos.
- Não entendi?
- Eu sei que você só queria me fazer feliz e com Jessica no meu caminho, isso não iria dar certo. Obrigado!
Ele me beijou de leve, não sei se ele errou a mira ou se fez de proposito, só sei que eu gostei. Foi mais um selinho, não chegou a ser um beijo. Nos separamos, ótimo, meu pai estar morrendo e a gente aqui se beijando.
- Jill, me desculpe, não era para ser ai.
- Tudo bem, eu gostei, não precisa ficar assim comigo, afinal de contas, não é a primeira vez que nos beijamos.
- Ok.
Ficamos conversando, até que um médico sai da sala de UTI e vem até nós, nos levantamos e ele pergunta:
- Senhorita Valentine?
- Sim sou eu.
- Seu pai... infelismente não resistiu e morreu...




Credo, o pai dela morreu, #LUTOETERNODICK. KKKK, sem brincadeira porque a morte é uma coisa que mata. Oi meu povo e minha pova, eu estou um pouco sem criatividade, então por isso que o capítulo ficou meio fraquinho, enpero que gostem. BEIREVIL!!!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A Conversa

P.D.V. Chris


- Jill, podemos conversar?
Ela me olha com a cara de raiva como sempre fazia quando alguma coisa não dava certo, eu também estava com raiva, mas queria ouvir das suas palavras o que realmente tinha acontecido.
- Não quero conversar com você!
- Mas eu quero conversar com você!
Ela bufou de raiva e concordou. Como a casa de Barry mais parecia uma fazenda, tinha vários lugares calmos onde poderíamos conversar.
- O que você quer comigo?
- Quero a sua versão do que aconteceu naquela sala.
- Você sabe muito bem o que aconteceu!
- Então o que Jessica contou era verdade?
- Você preferiu acreditar nela, então não posso fazer nada.
- Fale tudo o que aconteceu lá.
Ela explicou que as duas começaram a discutir, brigaram, Jessica se cortou com um pedaço de vidro e etc., quando terminou, eu não sabia em quem mais acreditar.
- Por que você não quer que eu fique com ela?
- Chris, eu te conheço melhor que você mesmo e eu sei que você se convence muito fácil. Até um cego veria que ela só quer te explorar, pegar um cargo alto na B.S.A.A. e concerteza abrir uma fabrica bioterrorista, como a Umbrella. Puxa, depois de tudo o que ela fez para gente na missão do Queen Zenobia, você ainda tem coragem de acreditar nela?
- Eu sei que ela mudou, não é mais aquela Jessica que conhecíamos antes!
- Sim, concerteza ela mudou, porque quando ela entrou para trabalhar com a gente, era uma garota meiga e doce, que todo mundo se encantou. Agora, a ''princesa'' virou bruxa e o encante se acabou!
- Como você pode ser tão sínica? Eu sei o que realmente aconteceu, eu sei que você pegou o caco e cortou a pele dela.
- Ha! Se você acredita tanto nela, porque me fez perder tempo enquanto eu poderia estar com o meu namorado!
Como assim namorado?
- Namorado Jill? Você não me contou nada sobre isso!
- Por que você mudou de tom? Sim, eu tenho um namorado e eu não te contei porque você não se preocupa comigo!
- Eu nunca disse isso!
- Mas eu sei que você quis dizer isso! Poxa Chris, eu não gosto quando a gente briga, se eu fiz tudo isso, é porque eu quero que você seja feliz, se você se sente assim com Jessica, eu não vou interferir.
- ...
- Nós sempre fomos melhores amigos, mas de um tempo para cá, você vem se afastando de mim, eu sei que sou uma chata, você tem outras amizades e não quer que eu me entrometa, mas se você não me quer mais por perto, pode falar, eu vou entender.
- Jill, por que você está falando uma coisa dessa? Eu posso ser amigo de todo o mundo, mas só tem uma pessoa que a minha amizade é especial.
- Quem é essa pessoa?
- É claro que é você! Você foi a única pessoa que passou pelas mesma merdas que eu passei e eu nunca te substituirei por outra pessoa.
- Promete?
- Prometo!
Nos abraçamos e eu continuei:
- Me perdoa?
- Pelo o que?
- Por que eu disse que não confiava mais em você.
- Ah, tudo bem, então vamos voltar para a festa.
Andamos até a casa de Barry e no caminho fomos conversando.
- Quem é esse seu novo namorado?
- Tá com ciumes Redfield?
É claro que eu estava com ciumes, mas não iria admitir.
- Não, só estou perguntando.
- Eu estava brincando, Carlos está apaixonado por mim, mas eu não sinto o mesmo por ele.
- E desde quando ele está aqui na cidade?
- Eu não sei ao certo, só sei que só vai ficar 2 meses.
Assim que voltamos, conversamos muito com o pessoal, depois todos fomos embora e eu no outro dia, conversaria com Jessica.


~No outro dia~
~10:30~


Resolvi ir na casa de Jessica esclarecer tudo e dizer que o nosso namoro tinha acabado, cheguei lá, cumprimentei-a e fui logo ao assunto:
- Jessica, eu pensei muito e acho que a nossa relação não está dando certo.
- O que você quer dizer com ''não estar dando certo''?
- Hum... acho melhor a gente acabar por aqui.
- O que? Por que? Eu te amo, você me ama e nossa relação é linda!
- Não Jessy, não é! Eu sei que você mentiu quando disse que Jill havia cortado o seu braço.
- Como sempre essa branquela de nariz empinado fica enchendo a sua cabeça.
- Mesmo que ela não tivesse falado nada, eu iria acabar com essa farça do mesmo jeito.
Ela desesperadamente agarra o meu ombro e fala:
- Chris por favor não me deixe! Eu tenho estado muito melhor ao seu lado, você foi o único que conseguiu me fazer feliz, não me deixe.
Empurrei-a e disse:
- Não dar mais, por favor, entenda isso.
Ela me fuzila com uma cara de raiva e ameaça:
- Se você acha que vai me largar e ficar com sua namoradinha, estar muito enganado, você vai se arrepender de ter acabado o nosso namoro.
- Não, eu me arrependo é de ter começado esse namoro.
Sai e ela ficou falando sozinha, mais fiquei com uma pulga atrás da orelha quando ela disse que eu me arrependeria de ter feito isso.




O que será que a doida da Jessica vai fazer? Bem nem eu sei! Boa tarde queridos leitores, tive que fazer esse capítulo nas coxas porque não tem como escreve er com pais vigiando o que eu to fazendo pelo reflexo do espelho. Espero que gostem!!! BEIREVIL!!!

domingo, 28 de julho de 2013

Conhecendo a Namorada de Chris - A História Não Contada/Reencontrando Um Velho Amigo

P.D.V. Jill


Cheguei em casa, chorando muito, então me joguei no sofá e fiquei relembrando o que tinha acontecido mais cedo, Chris entendeu errado o que tinha acontecido ali e ele ainda acreditou na doida da Jessica. Bem, vou contar o que realmente aconteceu...

Chris havia ido ao banheiro, enquanto eu e Jessica ficamos na sala, ela não parava de me olhar e então resolvi questionar:
- Por que você está olhando desse jeito para mim Jessica?
- Bem, tem um tempo que eu venho percebendo que Chris fica estranho quando está perto de você.
- Olha Jessica, eu e ele somos apenas amigos, não temos nenhum interesse romântico um pelo outro.
- Mas isso não quer disser que você não goste dele.
- Se eu gosto ou não gosto dele, não lhe diz respeito.
- Ah diz sim, porque ele é o meu namorado e não seu, então eu quero saber se ele está enterresado em outra vadia com você!
- Vadia é a sua mãe que te fez!
Começamos a brigar, o problema de brigar com uma mulher é porque elas só ficam puxando o cabelo da outra e eu sabia que se eu batesse pra valer, a coisa iria ficar feia para o meu lado.
 - Eu não vou deixar você ficar com Chris, sua cachorra! - Eu gritei.
- Ah é? Quero ver o que você vai me fazer para impedir de deixa-lo em minhas mãos?
- Você não presta Jessica! Eu não vou deixa Chris sofrer nas suas mãos, ele não merecer uma mulher com você, ele merece uma como...
Parei quando percebi que iria dizer que eu era a mulher ideal para ela.
- E quem é a mulher ideal para ele? Concerteza é você, né princesa?
Quando a soltei, a piranha teve coragem de pegar os vasos e jogar no chão e ficou gritando igual a uma louca. Depois ela pega um caco de vidro e cortou a propiá pele, como se eu a tivesse cortado. Logo Chris chegou e olhou o estado em que estávamos, Jessica logo correu para cima de Chris, falou coisa me incriminando e ele ainda acreditou, mas era um tapado mesmo!
Claro, eu fiquei imóvel, não falei nada, apenas ouvi o homem que eu amava disser para eu ir embora, eu obedeci, pequei minha bolça e quando ia caminhando até a porta, Jessica me deu um sorriso irônico, um sorriso de vitoria...

Depois de tudo que aconteceu, fui para casa, quase não acreditando no que aconteceu. Agora, aqui estou eu, sentada no meu sofá, com uma caixa de chocolate no colo, uma caixa de lenços na mesa de canto, chorando e assistindo Mickey e sua namorada, eu estava parecendo uma criança.
Alguém bateu na porta, limpei meu rosto e fui ver que era.
- Barry!
Barry Burton, o homem que eu considerava como o meu pai, seria ótimo ter uma pessoa a quem desabafar.
- Jill, por que você está chorando?
- Eu chorando? Que nada, foi só sua impressão.
- Não minta para mim, eu sei muito bem quando você está chorando.
- Tudo bem, eu estava chorando sim, agora entre, vou lhe contar tudo.
Ele entra e se senta no sofá, então fala:
- Quem diria, Jill Valentine assistindo desenho animado.
- É né, fazer o que. - Me sento ao seu lado e ele questiona:
- Por que você está chorando?
- Suspiro - Chris não confia mas em mim.
- Por que diabos ele disse isso?
- Bem, ele está obsecado pela aquela namoradinha dele e eu comecei a brigar com ela.
Contei toda a verdade, quando acabei ele disse:
- Vou falar com ele!
- Não Barry, por favor, não faça isso!
- Por que? Ele te magoou, eu tenho que conversar com ele.
- Barry... Deixa que eu resolvo isso, por favor.
- Tudo bem, mas você promete que não vai deixar isso passar em branco.
- Ok!
- Hum... Sim,bem, eu vi aqui para lhe convidar para uma festinha de amigos como sempre, hoje a noite.
- Defina "amigos"!
- As minha meninas Moira e Poly, Kaith, Claire, Leon e Chris...
- Ah, sinto muito, mas não vou!
- O que é isso Jill? Esquece o que aconteceu, você não vai recusar o meu convite só porque ele estará lá. Se ele não valoriza a sua amizade, é porque ele não te quer perto das outras amizades dele.
- Será Barry?
- Jill, assim como você, eu conheço Chris muito bem, apesar de ele ser carinhoso, também tem o seu lado rude. Eu não sou cego e sei que você o quer mais que apenas um amigo...
Engasguei e ele continuou:
- ... mas você tem que aprender que se ele só te quer como uma amiga, não fique triste, vai ter uma pessoa melhor do que ele e que te vai fazer muito mais feliz.
- Tudo bem, eu vou superar isso.
- Espero que sim, infelizmente vou ter que ir embora querida e você vai não é?
- Sim, eu vou!
Ele se levantou, me deu um beijo de despedida e foi embora, fiquei sentada no sofá assistindo um anime hetai, o que eu acho muito nojento e do nada meu telefone toca, no visor só apareceu que era um número confindencial.
- Alo?
- É Jill Valentine? - Era um homem que falava e tinha um sotaque latino.
- Sim é ela, o que deseja?
- Não está me reconhecendo?
- Sinto muito senhor, mais não me lembro de ninguém com o sotaque latino.
- Sou eu Carlos, linda!
- Carlos, me desculpe, mais eu realmente não me lembrei de você.
- Tudo bem, eu estou na cidade por um tempo e eu queria lhe ver.
- Ok! Onde?
- Acho que no Central Park é ótimo!
- Sim, vou estar ai em 20 minutos.
Assim que desliguei, vesti uma roupa descente, porque acho que ele não gostaria de me ver como uma mendiga, arrumei o cabelo e peguei a chave do carro. Dirigi até o parque, estacionei meu carro em uma vaga qualquer e procurei por Carlos. Quando o achei, me espantei, o rapaz estava mais diferente do que a última vez em que o vi, ele estava mais musculoso, mais moreno, com o cabelo parecendo um emo e estava mais aparente, sem duvida.
- Carlos? 
- Jill, você está mais linda do que nunca!
- Obrigada, eu digo o mesmo de você! Bem por que você está aqui?
- Bem, como você sabe, trabalho na B.S.A.A. sul-americana, então como tem as reuniões de equipe, me mandaram para cá.
- Até quando você vai ficar aqui em Nova York?
- 2 meses.
- Só isso? É muito pouco.
- É mesmo, e ai continua solteira?
- Estou mais lisa que sabão na mão de lavandeira.
- Hahaha, bem vinda ao clube, eu só sei que eu continuo apaixonado por você!
- Gosto da ideia, mas vamos com calma, cada coisa de sua vez. Hum, hoje tem uma festa na casa de Barry e eu queria saber se você que ir comigo.
- Cadê o seu parceiro de todas as horas?
- Prefiro não comentar sobre esse assunto.
- Tudo bem, eu aceito!
Ficamos conversando por um tempo, até dar a hora irmos embora.


~ Muitas Horas Depois~
~ 19:30 ~


Cheguei a casa de Barry, falei sobre Carlos e ele falou que não se importava sobre a sua vinda, cumprimentei todo mundo como era de costume, todo ficou conversando, menos Chris que estava em um canto mais afastado da sala onde estávamos, ele tinha uma expressão triste no rosto, sei por qual motivo.
O jantar foi servido, com tudo o que tínhamos direito, e depois fomos para a varanda conversar, apenas eu fiquei na sala, então Chris aproveitou a situação e veio até mim.
- Jill, podemos conversar?





 
Olá povo lindo! Desculpa pela demora para atualizar, mas to com pouco tempo de escrever, na verdade, nem escrever eu iria, pois eu estava sem créditos no celular, mas a TIM me deu créditos por eu ser uma boa garota! Brincadeira, não se espantem, mas a minha internet é pelo bluethooth.
Espro que gostem do capítulo que eu fiz com todo o amor, mentira! BEIREVIL!!!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Conhecendo a Namorada de Chris - A História Mal Contada

P.D.V. Chris


Acordei e vi no meu relógio de pulso que já era 6:30 e que o pessoal já iria chegar. Olhei para Jill que estava dormindo pacificamente ao meu lado e percebi que ela estava mais linda do que nunca.
''Parece um anjo de tão perfeita!'' - Pensei comigo.
Meu coração doeu na possibilidade de que eu teria que acorda-lá.
- Jill, acordei! - Sussurrei em seu ouvido.
- Ugh Chris, me deixa dormir mais um pouco. - Ela se aconchega mais no meu corpo e agarra um punhado da minha camisa.
- Jill, estamos na B.S.A.A., e se o pessoal nos ver assim, vão começar a zuar da nossa cara.
Ela rapidamente se levanta e desamarrota seu uniforme e ajeita seu cabelo.
- Oh meu deus! Eu esqueci que estávamos na sede ainda. Bem como hoje é o nosso dia de folga, vamos para casa, só tenho que deixar os meus relatórios na sala de O'Brian.
Ela pega a pega a pilha de papeis e vai até a sala da direção e depois que ela voltou fomos pegar nossos carros.
- Hoje vou levar você para conhecer a minha namorada.
- E quem é a sortuda, posso saber?
- Você vai saber que é quando eu mostrar.
Entramos no nossos carros e dirigimos até a casa de Jessica, que ficava um pouco longe da base. Depois de ficarmos presos em um congestionamento, chegamos em sua casa e como já era 8:36, ela já devia estar acordada. Batemos na porta e Jessy abre.
- Bem Jill, essa é minha nova namorada!
Jill fica com o rosto espantada, eu sei que as duas não se davam muito bem na época em que trabalhavam juntas, mas eu tinha que mostra a Jill quem era.
- Oi lindinha! E ai? Ta com inveja que eu peguei seu parceirinho primeiro que você?
- Jessica, eu seria muito burra em ter inveja de você. E eu tenho muito orgulho de ser parceira de Chris e já que você o conquistou, cuide bem dele, pois um igual é difícil de achar.
Vi que Jill estava com raiva, mas eu não me meti. Jessica nos deixou entrar e disse que iria preparar algo para comermos. Puxei Jill para um lugar mais reservado para que podersemos conversar.
- Jill, porque você fica toda hora alfinetando Jessica?
- Chris, você viu com ela falou comigo? É claro que eu não iria ficar só ouvindo e levar desaforo de piranha para casa.
Da cozinha, Jessica gritou:
- Está pronto o café da manhã!
Jill me olhou com se quisesse me comer - e eu queria só que de outro jeito hahaha - e fomos para a cozinha. Jill logo recusou a comida e Jessica questionou:
- Por que você não quer comer Jillian? Não quer ficar mais gorda do que você já é?
O rosto de Jill ficou vermelho de raiva e logo vi que viria uma resposta não muito educada.
- Para a sua informação Jessica, meu nome não é Jillian, segundo não quero comer porque acho que você envenenou a minha comida e último, onde eu trabalho, tem uma academia justamente para não virarmos balões igual você acha que eu estou.
Jessica apena se sentou calada e assim ficou durante o nosso pequeno almoço. Enquanto eu estava no banheiro, ouvi algumas gritarias e vasos de flores caindo e então sai rapidamente - do meu xixi sagrado - e fui ver o que estava acontecendo. Cheguei na sala e vi que estava uma bagunça, Jill estava com o cabelo todo bagunçado e Jessica estava com um corte horrível no braço e estava toda cheia de sangue. Ela correu até mim e me abraçou, depois disse:
- Olha só o que sua tão amada parceira fez comigo! - Disse ela me mostrando o corte profundo - Ela também disse que iria me tirar de você custe o que custar.
Olhei para Jill que não disse nada, apenas olhou a cena em silencio.
- Isso é verdade Jill?
- Chris... er... não! Quer disser... sim, uma parte da história sim...
Ela abaixou a cabeça e eu falei:
- Cada vez mais eu estou perdendo a confiança em você Jill...
- Chris...
- Não diga nada, apenas vá embora!
Ela me olhou com cara de reprovação, depois pegou sua bolsa e foi embora. Olhei para Jessica que ainda estava abraçada comigo e disse:
- Aquela bruxa já foi embora?
- Sim, agora se sente no sofá que eu vou fazer o curativo no seu braço.
Ela se senta e eu começo a enfaixar seu braço, depois de pronto eu digo:
- Tenho que ir!
- Já? Não, fica. Ainda temos muito o que conversar.
- Não Jessica, eu realmente tenho que ir.
- Você já vai se encontrar com ela, não é?
- Não, e prefiro não tocar nesse assunto.
Apenas dou um beijo em sua testa e depois vou embora, enquanto dirigia para casa, vi vários casais passeando, como eu gostaria que fosse eu e Jill, mais a essa altura do campeonato, tenho certeza que isso está longe de acontecer. Limpei esse pensamento bobo da minha cabeça e estacionei meu carro na garagem do prédio, peguei minha mochila e passei pela recepção, onde fui abortado pela senhora Willians, uma doce velhinha com seus 64 anos que morava do lado do meu apartamento.
- Como vai Redfield?
- Eu bem e a senhora?
- Estou ótima meu filho, mas acho que Jill não está assim tão bem.
- Por que você acha isso senhora Willians?
- Bem, ela passou hoje por mim, chorando, com o cabelo desgrenhado e apenas murmurou um ''bom dia'' e foi embora.
- Ah... Nós tivemos um desentendimento, foi só isso.
- Sua namorada está no meio?
- Yeah...
- Bem, cuide logo disso, senão você irá ganhar uma namorada e perder uma ótima amiga que é Jill. Bem, agora eu tenho que fazer minha caminhada matinal, tchau Chris e pense no que eu disse.
- Vá com deus, senhorita Willians!
Caminhei com passos apressado até onde eu morava e fiquei pensando em que a senhora Willians falou, apesar de eu amar Jill, não seria muito fácil de perdoa-la, já que ela quase matou minha atual namorada, Depois de pensar e repensar, resolvi tomar um banho e esfriar a cabeça, depois que tomei banho, me vesti e fumei um cigarro, Jill odiava esse habito, mas eu continuava fumando só quando eu estava com raiva, depois que terminei, fui dormir um pouco, para ver se as ideias voltavam para o lugar.





Olá povo lindo! A história ficou meia confusa e sem sentido, mas o próximo capítulo, será explicado tim tim por tim tim do que realmente aconteceu. Bem e como as minha aulas estão quase para começa, os capítulos de Valenfield Diary, ficaram um pouco mais demorados para chegar, mais não se preocupem, ainda falta 2 semanas e alguns dias, ok? BEIREVIL!!! OBS.: O próximo capitulo terá letras em negrito e isso indicará os flashbacks/lembranças.

sábado, 20 de julho de 2013

Turno 24 Horas

P.D.V. Jill


Cheguei em casa, estacionei meu carro e subi até meu apartamento. Abri a porta, deixei as chaves em cima do sofá e fui tomar meu banho. Enquanto a água quente caia sobre meu corpo e meus músculos foram relaxando, fui lembrando de mim e Chris. Será que ele gosta de mim tanto quanto eu gosto dele? Acho que não, pois se ele gostasse, não estaria com outra. Sai do banho assim que alguém bateu na minha porta, me vesti e fui ver que estava batendo.
- Claire!
- Jill, quanto tempo amiga. Puxa, você demorou tanto que eu já estava entrando em estado de decomposição!
- Hahaha, muito engraçado, é que eu estava tomando banho e não ouvi a campainha.
- Tudo bem, só estou brincando. Posso entrar?
- Claro!
Sai da frente da porta e deixei Claire passar, ela se senta no sofá e eu pergunto:
- Aceita alguma coisa para tomar?
- Não, mas aceito conversar com você! Você parece tão triste, o que aconteceu?
 Me sentei ao seu lado e disse:
- Bem, eu e Alex terminamos.
- Como assim? O que aquele velho te fez?
- Ele estava me traindo com outra.
- Quantas vezes te avisamos que ele não era o cara certo para você?
- Eu sei, eu deveria ter ouvido vocês, mas eu estava tão encantada com ele que me desliguei do mundo. Me desculpe!
- Tudo bem, vem cá, você e Chris nunca tiveram nada?
Acabei me engasgando com minha própria saliva e disse:
- De onde você tirou isso Claire?
- Ah, todo mundo fala isso, vocês dois são tão próximos um do outro, que dá para desconfiar.
- Não, só somos parceiros e melhores amigos.
- Ta mais parecendo uma amizade colorida!
- Prefiro uma amizade colorida, do que um relacionamento preto e branco.
Ela riu e questionou:
- Vamos para festa hoje?
- Claire, eu não estou com cabeça para ir em uma festa.
- Vamos, lá vai estar cheia de gente bonita, alguns gatinhos e você vai ficar mais linda do que já é!
- Eu não sou tão bonita assim.
- Garota, você é tão bonita que até Alexia Ashford acordaria do seu sono criológico de tanto recalque ele ela sentiria de você.
Ri e eu disse:
- Tudo bem, eu vou com você!
- Isso que se fala, vamos escolher uma roupa para você.
Subimos e depois de muito procurar por uma roupa, até que vesti uma saia curta preta com uma bota de salto alto e cano longo e uma blusa de botões.
- Você está parecendo uma rockeira mas tudo bem, vamos que já está na hora.
Saímos e entramos no carro de Claire, a viagem durou mais ou menos meia hora até que chegamos em uma boate um pouco afastada da cidade.
- Bem chegamos.
Saímos e entramos do grande salão onde várias pessoas dançando e se beijando e eu estava me sentindo um ''peixinho fora d'agua'', com aquele monte de gente. Claire logo se enturmou com o pessoal e eu fiquei sozinha, então resolvi me sentar no barzinho.
Assim que me sentei, um rapaz alto, musculoso e loiro, se sentou ao meu lado.
- Uma bela moça não pode ficar sozinha desse jeito.
- Para a sua informação, melhor sozinha, do que mal acompanhada.
- Claro, mas vamos nos conhecer melhor. Meu nome é Drew Willian e você?
- Jill Valentine.
- É um prazer conhecer você!
- Pena que não posso dizer o mesmo.
- Bebe alguma coisa?
- Sim, vodka vai bem.
- Whoa, bom gosto senhorita. Garçom, traga duas dose de vodka por favor!
Ele trouxe e ficamos bebendo, depois ele pediu mais e sempre aumentava a dosagem, ele só parou quando viu que eu já estava bêbada.
- Por que você não sobe naquele palco e começa a dançar um strip? - Ele sussurra no meu ouvido.
- Claro! - Sussurrei de volta.
Então sai do bar e subi no palco, como eu estava bêbada, eu não estava me controlando, comecei a dançar e tirar a roupa ao mesmo tempo, a única coisa que eu estava ouvindo era os homens gritando.


P.D.V. Chris


Eu estava assistindo TV quando o meu telefone toca.
- Chris, que bom que você atendeu, preciso da sua ajuda.
- O que foi dessa vez Claire?
- É a Jill, ela está dançando que nem uma louca aqui, acho que ela extrapolou na bebida.
- Jill? Onde vocês estão?
- Estamos naquela boate onde sempre tem as festa da faculdade.
- Ok, daqui a pouco chego ai.
Eu não acredito que Jill estava fazendo uma coisa dessa, peguei a chave do meu carro e dirigi com toda a velocidade onde as meninas estavam. Quando eu cheguei lá, Jill estava quase tirando o seu sutiã, corri no meio da multidão e consegui chegar no palco.
- Jill, para de fazer isso!
- Chris? O que você está fazendo aqui? - Ela perguntou meia grogue.
- Vim te tirar desse inferno.
Peguei suas roupa e tirei-a dali com todo mundo gritando: ''Sai dai e deixa ela tirar a roupa!'' Andamos até o banheiro feminino e a ajudei a vestir a roupa.
- Como você sabia que eu estava aqui?
- Claire me ligou. Como você  ficou desse jeito?
- Não sei, acho que foi um homem que me encheu de vodka.
Depois que ela se vestiu eu disse:
- Vamos eu vou te levar para casa.
- Não! Eu não vou!
- Ah, você vai sim!
- Eu não quero ir, você não manda em mim!
Peguei-a no colo e levei para o meu carro, ela se sentou no banco do co-piloto e eu dirigi até o nosso prédio.
- Você é um chato sabia!
- E você uma garota mal criada.
- Você poderia muito bem ter ficado em casa e ter me deixado me diverti.
- Para você ficar sendo chamada de puta? Não obrigado, temos uma reputação a zelar.
- Oh claro! Você sempre pensa mais em você e deixa os outro de lado.
- CALA A BOCA JILLIAN VALENTINE! SE VOCÊ QUE VIRAR UMA PUTA, QUE VIRE ENTÃO, MAS DEPOIS NÃO VENHA CHORAR NO MEU PEITO!
Ela ficou calada e apenas ficou me olhando com os olhos lacrimejantes e depois ficou olhando a paisagem. Quando chegamos, não falamos nada, apenas seguimos o nosso caminho.


P.D.V. Jill


Cheguei em casa e bati a porta com tudo, depois me joguei na cama e comecei a chorar, as palavras que Chris disse doeu demais, chorei tanto que até dormi. Acordei no outro dia as 09:00, meu deus, eu estava super atrasada e minha cabeça parecia que ia explodir. Tomei um banho super rápido, vesti o meu uniforme e dirigi até meu trabalho.
Quando cheguei, dei de cara com O'Brian, para a minha tristeza.
- Valentine, está atrasada!
- Desculpa O'Brian, mas o meu despertador não despertou.
- Só desculpo se você estiver com o relatorio da sua última missão.
Droga! Eu me esqueci completamente.
- Eu não fiz.
Ele respirou fundo e disse:
- O que está acontecendo com você Jill? Já são duas faltas e quatro atrasamentos só nesse mês. Você está piorando a cada dia, desculpa por desabafar, mas eu tive que falar.
- Tudo bem chefe, eu estou precisando mesmo de uma bronca.
- Bem, como punição você fica com o turno 24 horas e vai fazer o relatorio quatro vezes. Tudo bem?
Obviou que está tudo bem, eu não quero ficar sem o meu emprego.
- Claro.
Ele se despediu e eu entrei na sede, todo mundo ficou me olhando com cara de quem comeu e não gostou. Entrei na sala de trabalho e todos me encararam. Ignorei o fato e me sentei a mesa e comecei a fazer os meus relatórios.


~Muitas horas depois~
~18:30~


Era a hora de saída do pessoal, as vezes eu e Chris ficávamos para fazer as últimas revisões do nosso trabalho e hoje era um dia. Finalmente terminei o meu último relatório e Chris estava preenchendo alguns papeis, me levantei e fui falar com ele, mas eu acho que ele não estava com um bom humor.
- Chris, podemos conversar?
- Sim, mas rápido porque eu preciso trabalhar.
- Desculpa por ontem, eu não queria ter falado aquelas coisa para você.
- Tudo bem, eu também tenho que me desculpar. Eu realmente me preocupo com você e sempre vou querer o seu bem, você sabe disso. não quero que minha melhor amiga fiquei com fama de corrimão.
Ri e bocejei.
- Você está com sonho nê? - Ele me perguntou.
- Sim, o turno 24 horas é muito cansativo.
Ele se levanta e se senta no sofá que tinha na sala e depois fica me encarrando com cara de safado.
- O que você está pensando Redfield?
- Bem que você poderia começar a dançar aqui já que estamos sozinhos. Brincadeira, vem cá e vamos dormir.
- Não que isso, você precisa ir para casa e ficar com sua namorada.
- A minha namorada não está nem ai para mim, vem cá agora.
Caminhei e me sentei ao seu lado e coloquei a cabeça em seu ombro e ele colocou o braço em volta de mim.
- Tenha uma boa noite Jill!
- Será impossível não ter. Boa noite Chris.
Depois de minutos, eu estava dormindo.



Olá meus querido leitores! Estou praticamente em estado de decomposição pois o meu dia foi puxado hoje, mas pelo menos consegui postar alguma coisa. Esse capítulo é bem grande, porque eu fiquei três dias sem postar nada e então tive que recompensar você vocês. Espero que gostem e se a próxima semana eu ficar sem postar é porque eu estou fazendo um teste para ser beta reader no Nyah! Fanfiction, me desejem sorte! BEIREVIL!!!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Uma Noite Inesquecivel - Bonus

P.D.V. Chris

Agora que já estamos fora da mansão, precisamos encontrar um lugar para dormir ou pelo menos ficarmos seguros. Andamos pela vasta floresta procurando uma casa abandonada, para piorar, já estava ficando de noite, o céu estava nublado e ficando frio.
- Estou vendo alguma coisa ali! - Disse Jill apontando para uma pequena casinha.
- Vamos ver se tem alguém.
- E se tiver?
- Pedimos para ficar só essa noite.
Caminhamos um pouco mais rápido, pois a chuva já ameaçava a cair, até que chegamos ao destino. Verifiquei a porta e ela não estava fechada e só por precaução, disse:
- Fique atrás de mim Jill.
Ela concordou e eu entrei primeiro, quando vi que não tinha nada e ninguém para perturbar, permiti que ela entrasse. A casa tinha apenas uma sala, havia uma mesinha, um cochão velho, um armário empoeirado e um sofá acabado.
- Eu estou com frio Chris! - Jill disse esfregando os braço um no outro para provocar calor.
- Eu também estou.
Me aproximei do pequeno armário para ver se tinha alguma coisa, nas primeiras duas gavetas só tinha mofo e na ultima encontrei um cobertor vermelho.
- Hey Jill!
- Sim?
- Olha o que eu achei!
Como ela já estava deitada no colchão, desdobrei e a cobrir com ele.
- Obrigada Chris!
Dei um meio sorriso e me afastei, indo em direção a janela.
- Chris?
Me virei e ela continuou:
- Você não disse que estava com frio?
Ri um pouco e disse:
- Sim estou, mas não se preocupe comigo.
- Nada disso, você vem ficar aqui comigo! - Disse ela levantando o cobertor para que eu pudesse deitar ao seu lado.
No inicio hesitei um pouco mas depois acabei me rendendo, deitei ao seu lado e ela colocou a cabeça em meu peito. Seu cabelo tinha um cheiro maravilhoso de rosas e seu perfume feminino estava me embriagando.
- Seu coração está acelerado! - Jill disse rindo.
- Hahaha, não sei porque. - Disse fingindo de desentendido.
- Chris, me desculpe pelo o que aconteceu mais cedo, eu realmente não sei o que deu em mim.
- Tudo bem esquece, não foi nada.
- Não, claro que não foi nada. Eu não tenho o direito de se meter na sua vida e se sua namorada quis sigilo, eu entendo, é um direito de vocês.
- A culpa foi toda minha, eu tinha que dizer a você primeiro, afinal de contas, você é quem tem as decisões certas.
Acabamos rindo, agora eu estava sentindo uma coisa estranha por Jill, sempre fomos amigos e tal's, mas alguma coisa estava me dizendo que a nossa relação era muito mais forte que uma simples amizade. Sem pensar direito, peguei seu rosto delicadamente e fiz com que ela me encarasse e fiquei fascinado com aqueles olhos azuis da cor do céu.


P.D.V. Jill


Não sei o que Chris estava pensando mas eu estava gostando da sensação. Ele pegou meu rosto delicadamente e ficamos nos encarando e eu estava perdida naqueles perfeitos olhos azuis. Por um estante me desliguei do mundo e nossos rostos foram se aproximando, até que os nosso lábios entraram em contato. Senti um arrepio na espinha quando ele pediu passagem para minha boca, e eu é claro, permitir.
O beijo durou mais ou menos 2 minutos e paramos por falta de ar, meu rosto já deveria estar mais vermelho que o cobertor em que estávamos cobertos.
- Desculpa, não eramos para fazer isso. - Disse balbuciando as palavras, que droga! Eu sempre fazia isso quando estava nervosa.
- Eu é que tenho que me desculpar, porque eu me aproveitei de você!
Eu queria gritar para Deus e o mundo: '' NÃÃÃOOO SEU IDIOTA EU GOSTEI! Mas eu não podia, simplismente murmurei um ''sinto muito'' e deitei devolta no seu peito musculoso. Enquanto ele afagava meu cabelo, dormi com o homem dos meus sonhos...


P.D.V. Chris


O dia amanheceu e acordamos com o barulho horrível do helicóptero da B.S.A.A., nos levantamos e caminhamos até ele, enquanto eu e Jill estávamos sobrevoando para casa, não conversamos pelo nosso beijo, eu gostei, mas não tive coragem de dizer, mas como um beijo vale mais que mil palavras, resolvi não estragar o ''momento'', de vez em quando nosso olhares se encontravam e dávamos um sorriso com sempre fazíamos, mas nunca abrimos a boca para falar nada. Bem, acho que assim é melhor, ninguém precisa saber o que aconteceu. 
Depois de horas, chegamos na sede da B.S.A.A., e logo fomos liberados, Jill e eu nos comprimentamos, mas estávamos agindo como estranhos, ignorei isso e fomos para casa, eu estava louco para chegar, tomar um banho e descançar o meu esqueleto cansado. Estacionei meu carro na frente do meu prédio, subi as escadas e abrir a porta, mas me assustei com o que vi.
- Jessica, o que você está fazendo aqui?
Ela estava vestida de diabinha e disse:
- Por que o espanto baby? Afinal de conta sou sua namorada e vim te fazer uma surprezinha. - Disse ela sorrindo diabolicamente. 
- Jessy agora não, eu acabei de chegar de uma missão e estou super cansado, da para ser outro dia?
Ela foi se aproximando mais até me prender da parede.
- De hoje você não me escapa, Christopher Nathan Redfield!
Ela começou a me beijar no pescoço e eu não resisti e comecei a beija-la na boca, andamos até o meu quarto e começamos a tirar nossa roupa, mas eu não sei o que deu em mim que eu acabei vendo Jill em vez de Jessica.
- Jill...
Ela parou imediatamente.
- Como é que é? Você me chamou de Jill? Eu não posso suportar uma coisa dessa, vou embora.
- Não Jessy fica!
Ela vestiu sua roupa e foi embora, me deixando deitado na cama sozinho.



OMG!!! CHRIS E JILL SE BEIJARAM!!! *respirando*. Oi queridos leitores! Gostaram? Espero que sim, esse foi o primeiro beijo de muitos, dei o melhor de mim para fazer esse capítulo. Só estou com uma dúvida, coloco ou não as partes hot's? Para quem não sabe, as partes hot's não partes proibidas para menores! Quem eu estou querendo enganar? Nem eu tenho 13 anos, brincadeirinha. Só estou perguntando porque tem pessoas que não gostam, então preciso da opinião de vocês. Ok? BEIREVIL!!!