De que diabos aquele cara estava falando? De que ex-namorada? E o mais importante, quem era aquela criança? Essas e outras perguntas preenchiam a minha cabeca de um modo inexplicável. Tudo aquilo estava sendo novo demais para mim, sinceramente, eu queria sumir do mapa e nunca mais aparecer...
... eu queria morrer!
Dei um último adeus a minha eterna melhor amiga, o ar estava gelado e aquilo tudo me incomodava, aquele cenário no qual eu presenciava, parecia ter saído de um filme de terror. E sim, a minha vida tinha praticamente virado um, de três anos para cá.
"Não adianta, ela nunca mais vai voltar..." - esse mesmo pensamento estava na minha cabeça a semanas, parecia uma praga grudada em mim, que não queria me deixar em paz. Talvez, a minha paz só iria voltar quando o sumiço de Jill fosse realmente esclarecido.
"Eu sei que ela não vai voltar, porra!" - eu repetia isso diariamente em meu subconsciente.
Caminhei lentamente até meu carro, tudo tinha acontecido tão rapidamente, que parecia que eu tinha me perdido no tempo. Parecia que até o modo de como as folhas das árvores caiam estava diferente, eu estava ficando dia a dia mais louco, totalmente fora de mim, mas isso não importava, o que importava nesse momento era que eu tinha que ir ate o hospital para ajudar o meu filho.
Quando cheguei no centro de medicina do qual eu havia recebido a ligação, fui diretamente para a recepção, onde fui atendido por uma gorda branquela que estava se entupindo de rosquinhas.
- O que o senhor deseja?
- Primeiramente, boa tarde. Eu sou Chris Redfield e recebi uma ligação informando que minha ex-namorada e meu suposto filho deram entrada nesse hospital.
- Sim, me acompanhe ate a ala de emergência.
Andamos pelos corredores vazios e estranhos, eu odiava com todas as minha forças qualquer hospital, tinha passado os piores momentos de minha vida em um hospital. Chegamos em uma replica um pouco menor da sala de espera principal, algumas pessoas estavam sentadas lendo revistas e bem mais longe de todo mundo, havia um garotinho que devia ter 5 anos de idade com um imenso copo de café em suas pequeninas mãos.
- Aquele ali - disse a gorducha apontando para o menino - é o seu filho. Tenha um pouco de paciência e muita calma com ele, pois o mesmo pode estranhar a sua presença e também o pequenino deve estar preocupado com a sua mãe que a cada momento, piora seu estado clinico.
- Muito obrigado pelas dicas, vou tentar ser mais paciente possível.
Fiquei admirado aquela criatura que não chegava a ter nem um metro de altura. Era incrível como ele era tão parecido comigo, apesar de alguns hematomas, a criança continuava lindo, os olhos eram de um azul muito vivo, igual de sua mãe, após ver cada detalhe de meu filho, tive um breve vislumbre que quem poderia ser a sua mãe. Ele era tão bonito quando ela, as semelhanças apesar de serem poucas, davam para perceber o quando ele tinha a personalidade parecida com a minha.
Um verdadeiro Redfield.
Fui relutante ao seu encontro, seu olhar firme observava com atenção a sala e principalmente para mim, que andava no seu caminho. De uma hora para outra, fiquei tenso e nervoso ao mesmo tempo. Quase não conseguia acredita que aquela criatura tao perfeita podia ser meu filho. Assim que sentei ao seu lado, ele segurou minha mão, minha vontade foi de chorar com esse ato, mais me segurei quando ele disse a seguinte frase:
- Bem que mamãe disse que você estaria aqui para me proteger.
- Meu filho...
- Pai, mamãe vai mesmo morrer?
Aquilo literalmente partiu meu coração ao meio, aquela criança, ainda tão jovem, parecia entender o mundo e compreender as coisas melhor do que eu, mas por mais que me doesse, caso alguma coisa acontece, eu teria que falar para ele a verdade, mesmo que isso fosse um choque tremendo tanto para mim, quando para ele.
- Não, a sua mãe não vai morrer. Mas vamos mudar de assunto. Qual é o seu nome?
- Erick Redfield. E o seu?
- Chris Redfield.
- Quando eu crescer, quero ser forte igual a você...
Mas nossa conversa foi atrapalhada quando o medico geral daquele local me chamou para conversar em particular no seu escritório.
- Olá Chris. Meu nome eh Marcos Peres e fiquei encarregado de cuidar da sua namorada...
- Desculpa, mas ela eh minha ex.
- Perdoe minha falta de atenção. Fizemos o possível e o impossível para salvá-la, mas foi em vão. Sinto muitíssimo, mas ela acabou falecendo. A boa noticia é que antes de morrer, conseguimos tirar a sua filha sã e salva.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Erick Redfield
sábado, 24 de maio de 2014
When You're Gone
P.D.V. Chris
~Meses depois~
Meses se passaram, desde que deitei-me com aquela mulher. Foi um dos maioreres erros que eu cometi, mas eu não queria que estivesse acontecido, mas aconteceu...
... não podemos chorar pelo leite derramado.
Naquela noite, eu queria apenas esquecer um pouco da vida, dos problemas, então fiz aquilo.
~Flashback On~
Amanheceu e eu estava com uma terrivel dor de cabeça. Tentei me levantar, mas havia um peso sobre mim. Era a tal loira.
Terei-a de cima de mim, mais cuidadoso possivel, e coloquei-a de volta na cama.
Me vesti devagar e sem fazer barulho e fui embora. Minha consciência ficou bastante pesada, mas eu precisava me libertar um pouco.
~Flashback Off~
Mas hoje, o dia amanheceu triste. O sol estava escondido atras das nuvens, os pássaros cantavam melancolicamente e meu coração estava em pedaços.
Isso tudo aconteceu porque eu havia recebido a noticia de que o corpo de Jill não foi encontrado e as buscas haviam sido encerradas. O enterro seria hoje.
Na verdade, seria apenas um caixão vazio que enterrariam. A unica coisa que encontraram de minha parceira, foi o seu tão amado chapéu, que usava para dar sorte.
Eu estava descepcionado demais para ir, mas Claire insistiu. Fiquei obseervando as pessoas chegando e me desejando os pêsames. Parentes e amigos de Jill chegavam toda hora.
Nosso capitão começou o pronunciamento, mas minha cabeça estava muito perdida em pensamentos. Entendi poucas partes, como: "Ela era uma das nossas melhores agente","Sentiremos muito a sua falta Jill..."
Depois, vi as pessoas jogando tulipas por cima do caixão, as flores preferidas dela.
Passaram-se alguns tempos e as pessoas deram um último adeus ao tumulo, e pouco a pouco foram me consolando, falando palavras de conforto.
Claire veio até mim, e falou:
- Chris, por que você não vai lá no tumulo e desabafa um pouco?
- Claire minha irmã, eu vou parecer um louco falando com uma pedra!
- Christopher, finge que é a Jill, talvez você possa tirar um pouco dessa magua que você guarda ai dentro.
Ela da alguns tapinhas na minha costa e vai embora graciosamente.
Me levanto e caminho calmamente entre as tumbas até chegar em uma em que estava escrito: "Jill Valentine. 1974/2006. Em memoria a nossa heroína, que sacrificou a sua vida, para acabar com o bioterrorismo. Onde você estiver, esteja em paz"
Não! Isso não poderia estar acontecendo. Por mais que todo mundo tenha dito que ela não poderia ter sobrevivido a uma queda tão grande, mas ainda tenho esperanças de que um dia irei ver o seu belo rosto novamente, sorrindo para mim.
- Oi Jill... - Minha voz estava como um sussuro e as lágrimas salgadas escorriam até a minha boca enquanto eu falava. - ... eu sei que vocênão está me ouvindo, mas mesmo assim eu vou falar.
Sento naa grama para me sentir mais confortavel e começo a falar:
- Eu sempre precisei de um tempo para mim mesmo, nunca pensei que precisaria do seu apoio quando chorasse. E os dias parecem anos quando estou sozinho. Quando você vai embora, uma parte de mim também se foi. Você percebe o quando eu preciso de você agora?
Meus soluços ficaram mais intensos e eu continuo:
- Eu nunca tinha me sentido assim antes, tudo que eu faço, me lembra você e as roupas que estavam no meu guarda-roupa, elas tem o seu cheiro, eu amo as coisas que você faz.
Pauso e volto:
- Nós fomos feitos um para o outro, para ficarmos juntos, para sempre. Eu sei que fomos. Oh, eu só quero que você saiba que tudo que eu faço, me entrego de corpo e alma. Eu preciso sentí-la aqui comigo para me sentir vivo.
Parei um pouco de soluçar e procegui:
- Quando você vai embora, os pedaços do meu coração sente sua falta. Quando você vai embora, o rosto que eu conheci também me faz falta. Quando você vai embora, as palavras que eu preciso ouvir para levar o meu dia adiante e fazer tudo ficar bem...
Paro de chorar, me levanto e digo melancolicamente:
- Eu sinto a sua falta...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Noite de ''amor''
O dia já estava amanhecendo e podia-se ouvir ao longe os pássaros cantando e a buzina dos carros na avenida.
Na noite passada, eu tinha lido a carta secreta de Jill e deitei-me sobre a cama, chorando muito e soluçando bastante. Não sei como isso aconteceu, mas dedos delicados afagaram meu rosto e limparam minhas lagrimas, mas o estranho era que não tinha ninguém além de mim no quarto.
Depois de um tempo, recebi um beijo de lábios macios e imediatamente dormi.
Acordei com o meu celular vibrando e tocando. Era Claire. Tinha milhares de chamadas perdidas dela e de Barry. Atendi o celular e Claire estava quase gritando e soluçando baixinho.
- Aonde você ta Chris?
- To na casa de Jill.
- O que você ta fazendo ai?
- Estava vasculhando um pouco.
- Achou alguma coisa de interessante?
- Sim.
- O que?
- Uma carta escrita por Jill.
- E dizia o que?
- Que ela me amava.
- Disso eu já sabia.
- E por que não me contou nada?
- Porque ela era minha melhor amiga e me pediu para que eu guardasse segredo.
- Ta bom Claire. Posso passar o dia com você?
- Pode não, deve! Eu e Barry precisamos conversar com você.
- Ok, só vou tomar um banho e já vou. Tchau.
- Chris?
- Fala Claire.
- Toma cuidado por favor.
- Tá bom maninha. Vou ter.
- Ok, tchau.
- Tchau.
Coloquei o celular em cima do criado mudo e fui até o armário pegar uma toalha limpa, todas tinham o cheiro de rosas e lavanda... O mesmo cheiro de Jill.
Minha cabeça já estava quase explodindo. Tudo que eu fazia envolvia ela. Isso já estava me matando por dentro.
Peguei a toalha e fui para o banheiro, fiz tudo o que precisava fazer e dirigi até a casa de minha irmã. Chegando la, fui recebido por uma Claire pálida, com muitas olheiras e com olhos muito vermelhos.
- Chris...
Ela me abraçou forte e começou a chorar em meu ombro, minha camisa já estava ficando encharcada com o rio de lágrimas que minha irmã estava derramando.
- Ela está assim desde que descobriu o que tinha acontecido - Falou alguém com a barba e cabelo vermelho e voz grossa, que logo percebi que era Barry. - não consegui fazer ela parar.
- Obrigada Barry, você fez o que pode.
O ruivo concorda com a cabeça e senta no sofá para assistir a cena.
Afasto o rosto de Claire e fico a encarando com o senho fechado.
- Claire, pare de chorar.
- Não tem como Chris. Eu perdi minha melhor amiga! Não tem como eu ficar alegre.
- Eu também perdi minha melhor amiga, mas nem por isso eu estou me derretendo em lágrimas.
- Você é um idiota que tem o coração de pedra. Você não sabe se cuidar e muito menos cuidar de outra pessoa! Você é um MERDA!
Fiquei com raiva, não aguentei e dei tapa na cara de Claire. Ela caiu no chão e me olhou com cara de espanto. Barry rapidamente me pega pelo colarinho e me prende na parede.
- O que deu em você? Esqueceu que ela é sua irmã?
Ele me deu um soco super forte no meu rosto e pude sentir o sangue fresco escorrendo de meu nariz. Me senti muito idiota. Primeiro, não consegui proteger minha parceira e melhor amiga. Depois, eu bato na minha única e querida irmã. Como ela disse, eu sou um merda...
Barry me joga no sofá e ajuda Claire a levantar. Ela estava chorando muito e caminha ate o seu quarto. Meu amigo me encarou com o olhar de ‘’que vergonha!’’ e foi falar com minha irmã.
Fiquei sentado no sofá por um tempo, refletindo o que tinha acontecido de um tempo para cá. Assim que percebi que acabei, andei até meu quarto. Pude ouvir ao longe, os soluços de Claire e a voz rouca de Barry consolando a garota.
Minha consciência ficou pesada, então resolvi que não conseguiria ficar em casa depois de tudo que aconteceu. Eu iria para um bar afogar minha tristeza em um copo de cerveja.
Peguei meu carro e fui para um perto de onde morávamos. O movimento era bem pouco, então eu podia ficar mais relaxado. Sentei a frente de uma bancada e fiquei bebendo bastante. Uma dose atrás da outra, sem parar.
Depois de um certo tempo, uma loira linda, com pele bronzeada, alta e com corpo escultural, entrou e se sentou ao meu lado. Primeiro ela pediu uma cerveja e ficou me seduzindo, depois ela mostrou suas garras e começou a jogar seu charme para cima de mim.
- Olá!
- Oi.
- O que um belo rapaz faz sozinho aqui, sentado em uma bar?
- Não é da sua conta!
- Hey, pra que a estupidez? Só quero conversar com você... – Ela se levanta e sussurra em meu ouvido: - ... amigavelmente.
A bela moça começa a passar a mão por cima da minha camisa e sussurrar coisas bonitas no meu ouvido.
Horas depois já estávamos no apartamento dela, não sei como isso aconteceu. Ela já estava semi-nua e eu também. Arrastei ela para a cama e começamos a fazer amor. Mas eu acabei esquecendo o principal...
... a camisinha.
Acordei no outro dia, com o sol invadindo o amplo quarto. Minha cabeça estava explodindo, pensei que tinha sido apenas um sonho e quando eu iria levantar, senti um peso sobre mim. Era a bela loira.
Definitivamente, não foi um sonho, tinha sido uma realidade muito assustadora.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Uma carta de amor
Meus olhos estavam vermelhos, meu cabelo estava todo desgrenhado e meu rosto estava todo marcado. Resolvo tomar um banho rápido e vou para a cozinha comer alguma coisa. Não consigo nem sentir o cheiro da comida, não sei porque, mesmo estando com tanta fome, eu não conseguia comer nada.
O capitão Henry, ligou para mim, avisando que o helicóptero já estava prestes a decolar. Entrei no mesmo e decolamos para Washington D.C. Era estranho viajar sozinho, sem ninguém para conversar. Jill sempre me alegrava, riamos de coisas que não tinham sentido e até mesmo das piadas sem noção que ela fazia. Mas agora estava tudo acabado.
Encostei minha cabeça na poltrona macia e tentei relaxar um pouco, minha cabeça estava latejando muito, tomei uma aspirina, mas de nada resolveu. Então fiquei olhando a paisagem através da pequena janela.
Não demorou muito, eu já estava cochilando. Acordei quando estávamos chegando em Washington, meu Deus, dormir até demais. Já estava de noite, quando chegamos na base norte-americana da B.S.A.A. Não entrei no local, apenas pedi um táxi e fui direto para o prédio onde eu morava. Decidi que não iria pro meu, e sim para o de Jill. Como eu tinha a chave, fui logo entrando.
O apartamento de Jill é muito arrumado.
O cheiro do perfume dela ainda estava no ar, tudo estava intacto. Andei calmamente pelo lugar e pude perceber que o que mais tinha nas paredes era fotos nossas, nos S.T.A.R.S, na B.S.A.A. e até mesmo quando éramos convidados para alguma festa, fazíamos questão de tirarmos fotos um com o outro, para guardar de lembrança.
" Bons tempos...'' - Eu pensei. '' Tempos que talvez o tempo não possa trazer de volta.''
Continuei andando até que cheguei no quarto de minha parceira. Perfumes, shampoos, cremes, etc enfeitavam a pequena mesinha que ficava perto da porta de seu banheiro, olhei em volta e vi uma foto bem antiga minha, de quando eu era ainda da Aeronáutica.
Vasculhei mais um pouco, e dentro de um diário, encontrei uma carta escrita pelas mãos de Jill, com a data do dia dos namorados. E meu coração quase parou quando eu descobrir que a carta era pra mim...
Abri cuidadosamente e senti o perfume doce dela, sua letra perfeita estava em um belo contraste com a caneta rosa que ela usou para escrever. No papel estava escrito o seguinte:
“ Caro Chris...
Se você está lendo essa carta é porque, com certeza, alguma coisa aconteceu comigo. Então eu vou falar o que eu sinto sem rodeios: eu estou apaixonada por você a meses, mas eu não sabia como lhe dizer.
Na maioria das vezes, você estava feliz com outras garotas. Por isso, não me atrevi a dizer-lhe o que eu sentia, por medo de você não gostar de mim como eu gosto de você, deixar de fazer você sorrir como eu faço, que vai mudar a opinião sobre mim... você deixar de ser meu amigo e meu companheiro.
Devo admitir que quando conheci você, você parecia ser um pouco arrogante. Mas agora, depois que muitos anos se passaram, eu percebi o meu erro.
Com você, eu passei os melhores anos da minha vida, você não foi como os outros homens que eu trabalhei, você sim, se preocupava com as minhas opiniões ou minhas ideias, se eu tivesse ou não certa. E o mais importante, me escutou e me respeitou.
Chris, você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Valeu a pena ter conhecido você e estar com você e você ter me feito muito feliz. Obrigado por estar sempre lá quando eu precisava, me apoiando quando era óbvio que eu não estava indo muito muito bem... como por exemplo, quando eu peguei meu ex-namorado me traindo com outra.
Lembro-me bem, foi uns dos piores dias da minha vida. Eu tinha acabado de chegar em casa e entrei no meu quarto, encontrei-o com sua suposta namorada. Deus... Eu dei muito na cara dos dois. Depois sai com raiva, sem saber pra onde ir, pois estava muito tarde. Liguei chorando para você, e embora estivesse de madrugada, você me aceitou de braços abertos e deixou eu passar a noite na sua casa.
Você me confortou a noite inteira, você me fez rir com as suas piadas sem graça, não dormiu a noite toda só para me animar. Desde então, comecei a ter uma queda por você.
Você sabe, no último Natal, foi a melhor noite de minha vida, nunca vou me esquecer. Embora eu tenha lhe machucado, não foi minha intenção. Espero que um dia você possa me perdoar pelo que eu disse. Eu não queria ter feito aquilo.
Eu só posso dizer que você é uma pessoa muito bonita, que eu te amo com todo o meu coração, eu espero que você não se esforce demais, o que é muito típico de você.
Seja feliz Chris Redfield.
Um abraço de sua amiga que te ama muito. Jill Valentine...
PS.: Não mude nunca e não fique deprimido pelo que aconteceu... Ninguém nunca irá culpá-lo pela tragédia..."
Olá povo lindo, finalmente postei o capítulo, mesmo estando atolada de provas para estudar. Mas ok o importante é que o capítulo está pronto. Beijinhos para vocês.! <3
segunda-feira, 3 de março de 2014
Segunda temporada - Tentando superar uma grande perda
P.D.V. Chris
Após o acontecimento que causou a morte de Jill, a equipe de busca da B.S.A.A., começo as buscas pelo corpo de minha parceira. Eu ainda acreditava que ela estava viva, mas ouvi mumurros de outras pessoas dizendo que ela já devia estar morta.
Fiquei sentado em uma ambulância que estava no local, um paramédico da equipe já tinha me avaliado e me liberado, mas eu continuava lá para o caso de alguma nova informação. Enquanto eu estava olhando para o nada, meu capitão chega e fala:
- Posso conversar com você um pouco, Redfield?
- Claro.
Ele caminha até mim e se senta na minha frente.
- Lamento pelo o que aconteceu.
- Agradeço, mas seus lamentos não vai trazer Jill de volta.
- Pare de ser percimista, Chris. Talvez ela ainda esteja viva e não vamos poupar esforços para encontra-lá.
- Eu já estou perdendo as esperanças de encontra-lá viva.
Não acredito que falei isso. Uma parte de mim estava dizendo que ela estava viva sim e estava precisando de ajuda, mas grande parte de mim estava falando que ela tinha partido e eu nunca mais veria a mulher que eu sempre amei.
- Ei, por que você não vai para casa, toma um banho e tenta relaxar. Se encontrar- mos alguma coisa, iremos avisar a você.
- Não! Eu não vou sair daqui enquanto não acharem algum vestígio dela.
No mesmo instante, um membro chega com um boné na mão e eu logo o reconheço como sendo o de Jill.
- Desculpa senhor, mas a única coisa que encontramos foi isso... - Diz ele mostrando o boné azul. - ... por hoje é só. Continuaremos amanhã de manhã.
Rapidamente me levanto, mesmo os meus músculos quase gritando de dor e pego o chapéu.
- Vocês não podem parar de trabalhar! São pagos para isso.
- Sinto muito, mas está muito escuro e não podemos trabalhar assim. Continuamos amanhã cedo.
Vendo que eu não poderia fazer nada, fiquei calado vendo a equipe de buscar entrando nos carros e indo embora. Meu capitão coloca a mão em meu ombro e fala:
- Chris, eu vou te levar para casa. Você não está em condições para dirigir.
- Não capitão, eu tenho condições sim de ir sozinho para casa. Não se preocupe comigo.
- Deixe o orgulho de lado Redfield, eu vou levar você e depois eu peço para alguém levar o seu carro.
Não reclamei, até porque eu não estava em condições mesmo de dirigir. Nos levantamos e fomos até o carro do capitão que estava estacionado não muito longe dali.
A noite estava calma e o únicos barulhos que ouvíamos era o motor do carro e o coachar dos sapos. Estávamos na Europa, então estranhei quando ele disse que iriamos para casa, então perguntei:
- Estamos indo para onde?
- Para a sede da B.S.A.A. daqui da Europa, você vai passar a noite lá e eu vou organizar alguns papeis. Vou preparar um helicóptero para você decolar para Washington amanhã cedo.
Concordei e após meia hora, já estávamos na sede. Como fazemos parte da equipe, fomos muito bem recebidos.
Meu quarto era luxuoso e bem grande, exclusivos para os originais fundadores da empresa, mas nada daquilo me importava, eu apenas queria minha parceira de volta.
Ainda não tinha caído a ficha que ela tinha se jogado com meu pior inimigo, apenas para me salvar. Não entendo o motivo pela qual ela fez isso, seria por nossa amizade, ou apenas pela nossa parceira de tantos anos?
Eu nunca saberia da resposta, então resolvi tirar aquela roupa pesada e tomar um banho. Assim que terminei, fui para a cama tentar descançar e depois de tanto virar na cama, consigo dormir com um pouco de dificuldade.
Oiie gente! O capítulo veio mais rápido e pequeno, apenas para começar a segunda temporada da fanfic, a parte mais dramática da história :'( bem espero que tenham gostado. Beijos!!!
sábado, 21 de dezembro de 2013
Se preparando para um nova missão
sábado, 14 de dezembro de 2013
Tentativa de aproximação
sábado, 26 de outubro de 2013
Uma Grande Descoberta
- Eu já falei isso, mas vou falar de novo. Tá mais que obvio que Jessica que dar o golpe do baú.
Jessica ri e rebate:
- Princesa, eu acho que o meu bebê vai nascer com defeito com o tanto que você joga pra nele.
- Ei, chega vocês duas! Jessica, isso é verdade ou não?
- Meu amor, como você pode duvidar de mim? Essa invejosa só está falando isso porque ela nunca vai encontrar alguém que realmente ame ela.
Ela tem, apenas não sabe quem é... - Pensei.
- Jill, vamos conversar em outro lugar.
Ela concorda e fomos até o quarto, que ficava um pouco longe de onde Jessica estava, assim ela não poderia ouvir o que estávamos conversando.
- Jill, você perdeu o juízo foi?
- Não Chris, eu acho que foi você que perdeu a noção do perigo.
- Por que?
- Por que? Você já percebeu o que Jessica acabou de falar?
- Claro que sim, que eu vou ser pai!
- Chris, pensa comigo. Por que diabos Jessica iria querer engravidar de você se ela tem maior ódio da gente?
- Sei lá Jill, não sou adivinho.
- Mas não é preciso ser adivinho pra saber que ela só está fingindo.
- Me de um motivo para eu não acreditar nela.
- Olha, geralmente quando a mulher tá gravida, o estomago dela fica bastante sensível. Então, ela deveria ter ficado com enjoo de seu perfume que é bastante forte.
- Ela poderia estar e não ter falo nada.
- Claro que não! Ela iria diretamente para o banheiro e colocar tudo pra fora assim que sentisse o cheiro.
- Mesmo assim, ainda não estou convencido!
- Então que se dane! Se você prefere acreditar nela, foda-se!
Jill me empurra e volta para a cozinha, onde Jessica acariciava a sua barriga.
- Ok, acabou por hoje. Você dois, fora da minha casa agora!
Ela se encosta na porta. Jessica foi a primeira a sair, dando um sorriso diabólico, quando chegou a minha vez, minha parceira puxa a manga da minha camisa e faz com que eu ficasse da sua altura e logo sussurrou em meu ouvido:
- Espero que você quebre a cara quando descobrir que isso tudo isso não passa de uma mentira cabeluda e quando a ficha realmente cair, que você não venha chorar pra cima de mim, porque eu não vou ficar aturando as suas burradas. Estamos entendidos Chris Redfield?
Ela me empurra para fora de seu apartamento, antes mesmo que eu podasse protestar. Será que ela realmente estava certa?
Hey pessoal, espero que tenham gostado do capítulo, porque deu um trabalhão pra ele ficar pronto. Será que Jessica realmente está gravida ou é mais uma das suas armações para separar nosso casal? kkkkk Quero agradescer ao leitor Felipe Oliveira que deu a ideia de Jessica estar gravida, muito obrigada! Bem, BEIREVIL pra vocês!