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terça-feira, 16 de julho de 2013

A Missão - Parte 2

P.D.V. Jill

- Alex? - Questionei.
- Por que o espanto Jill? 
- Como você teve coragem de me enganar todo esse tempo?
- Confesso que teve um pouco de medo quando namorava com você, afinal, eu estava com uma das agentes de alto escalão da B.S.A.A. e eu sou um bio-terrorista procurado.
- Você é casado?
- Era! Não sou mais. Já tive várias namoradas, é todas elas viraram minhas cobaias, e com você não seria diferente.
Não aguentei e acabei atirando nele, ele caiu no chão e quando eu me dei conta do que fiz, já era tarde demais. Ma percebi uma coisa, que enquanto íamos saindo, alguma coisa se levantou e ficou atrás da gente. Era Alex, só que com uma mutação diferente, seu braço estava partido em dois, seu rosto tinha um aspecto de decomposto e andava com dificuldade.
- Vocês não irão escapar de mim.
Quando achei que não podia ficar pior, Lickers e Hunters nós atacaram. Eles eram muitos e também tinham uma força incrível. Consegui matar quase todos enquanto Chris lutava com Alex, não sei como, mas enquanto eu estava matando os últimos Lickers, senti algumas unhas afiadas passar pelo meu braço esquerdo, eu sabia que estava infectada, então minha vista foi escurecendo e desmaiei, mas antes consegui ouvir Chris chamando meu nome...


[...]


Acordei deitada em uma bela cama, em um quarto simples mas ao mesmo tempo sofisticado, olhei em volta da sala e vi que Chris estava sentado em uma cadeira e com a cabeça entre as mãos. Ele parecia preocupado.
- Chris...
Ele me olhou e seu rosto se iluminou.
- Jill!
Ele se levantou e sentou na cama e questionou:
- Você está bem?
- Estou não se preocupe comigo, o que aconteceu?
- Bem, consegui matar Alex com uma lança-missel, depois te trouxe para esse quarto e com o anti infectante que Becca nos deu eu consegui tirar o vírus que estava em seu corpo.
- Obrigada!
Tentei me levantar, só que eu ainda estava fraca, então fui devagar. E então, entramos em contato com o QG (quartel general).
- Chefe, precisamos de um helicóptero para irmos embora. - Chris disse.
- Puxa, como vocês são rápidos, mas infelizmente não podemos mandar um helicóptero.
- Você não vai querer fazer com a gente igual com fez no Queen Zenobia, vai?
- Não Valentine, agora os tempos mudarão. Tentem achar uma casa abandonada ou uma cabana para passarem a noite, amanhã cedo mandarei o resgate. Cambio desligo.
Nos entreolhamos e eu disse:
- Não podemos passar a noite aqui, seria com dar a cabeça a premio! - Exclamei.
- Calma, vamos sair daqui e procurar um abrigo.
Saímos do quarto e caminhamos até a saída, com a arma na mão, não sabíamos o que nos esperava. Passamos por Alex, que agora era apenas uma massa cinzenta entrando em descomposição, evitamos em pisar em Lickers e Hunters, até que achamos a saída, agora que já estávamos fora, era hora de procurar um local seguro.



Oi gente! Desculpa eu não ter postado ontem, é que meu pai tava de folga e não dá para postar com ele em casa. O capítulo é pequeno e sem muitas emoções porque náo sei fazer cena de ação, mas prometo que o próximo será melhor. BEIREVIL!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A Missão - Parte 1


P.D.V. Chris

Nunca pensei que eu e Jill pudéssemos brigar um dia. Todos diziam que nossa amizade era uma coisa de outro mundo, pois nunca brigamos. Eu fui o maior culpado de tudo isso, não era para eu ter escondido uma coisa dessas dela, mas também foi culpa dela, que fez um escândalo sem necessidade.
Depois de horas sobrevoando algumas florestas, chegamos em o que parecia uma mansão.
- Chegamos no local da missão. Boa sorte!
Assim que o piloto acabou de falar, Jill acordou, meio atordoada e com a expressão facial triste. Recolhemos nossos equipamentos e fomos em direção à porta da mansão. Ordenei Jill em silêncio para que ela destrancasse a porta, em poucos minutos já estava destrancada.
O hall era extremamente luxuoso, com vários quadros espalhados pelas paredes, sofás caros enfeitavam a sala, lustre e os objetos decoram o teto. Por um lado, a mansão parecia com a das montanhas Arklay, e com certeza estava cheia de bichos horripilantes.
- Essa mansão é muito parecida com a das montanhas Arklay. – Disse Jill.
- Era isso que eu estava pensando.
Continuamos andando até que chegamos em um local todo de vidro cheio de Licker com uma mutação diferente. Passamos sem fazer barulho, mas não deu muito certo, os bichos perceberam nossa presença e quebraram o vidro. Desviamos das línguas e atiramos nas cabeças dos monstros, até ai sem problemas, até que passamos por cápsulas contendo pessoas de tudo quando é jeito, desde de crianças até idosos.
Uma sensação estranha surgiu da boca do meu estomago, apesar das coisas que eu já tinha presenciado, isso era horrível! Passamos horas matando monstros, cachorros infectados e outras espécies de animais, então, entramos em uma sala, no qual era diferente das outras, ela era toda de madeira e tinha um banheiro, de onde se ouvi uns gritos de mulher.
- Acho melhor entrarmos e ver o que está acontecendo. – Eu disse.
- Ok!
Arrombamos a porta e começamos a vasculhar de onde vinha o grito, até que encontrei um gravador e dele estava saindo o barulho, quando percebi que era uma armadilha, já era tarde demais. Um gás encheu a sala, Jill tentou ficar acordada, mas acabou desmaiando e eu também não consegui ficar consciente e também cai, a última coisa que vi antes de adormecer foi um homem entrando na sala e rindo.


[...]


Acordei deitado na cama de um dos quartos da mansão, procurei pelos meus equipamentos, mas não achei nenhum, percebi também que Jill não estava no mesmo quarto, então tentei fazer contato com ela.
- Jill, você está bem?
- Chris, que bom falar com você, sim estou bem, mas estou desarmada e há vários bichos rondando a mansão.
- Tudo bem. Você tem idéia de onde você está?
- Não só sei que estou no fim de um corredor e você?
- Eu não sei, mas não podemos lutar sem armas.
- Tente se desviar vou ver o que posso fazer por aqui.
- Tome cuidado!
- Igualmente.
Sai da sala e vi alguns Oozes circulando, até achei estranho, pois só vi um desses no Queen Zenobia e eles não são muito comuns. Como eles são lentos, consegui me esquivar e correr para uma sala no fim do corredor. Entrei e observei se não havia nenhum monstro e finalmente não. Revirando alguns papeis, encontre um diário que pelo que estava escrito pertencia a Mary Hellebn, uma antiga cientista. Abri e comecei a ler, nele Mary dizia que a base estava toda infectada e que o grande chefão estava fazendo todos de cobaia, no diário ela também dizia que um bom lugar para encontrar o chefão, seria no terceiro andar.
Parei de ler assim que uma pessoa abriu a porta, era Jill.
- Chris! Vamos, eu encontrei nossas armas.
- Tudo bem.
Saímos e ela nos levou até um escritório onde nossos equipamentos estavam, recolhemos e eu disse:
- Achei um diário que dizia onde podemos encontrar o terrorista que estamos procurando.
- Então vamos lá.
Caminhamos até o local marcado no diário, matamos alguns Oozes e chegamos ao nosso destino. Vimos um senhor de meia idade, de costas para nós e andando até os computadores
- Parado! – Gritei.
O homem se virou e eu me assustei com o que vi.
- Alex! – Jill gaguejou.
- Olá Chris Redfield e Jill Valentine, eu sabia que vocês iriam me encontrar!



Bem pessoal, promeça é dividq, então o capítulo está aí, espero que gostem. Para quem não sabe, os Oozes fazem parte do "elenco" de RE Revelations, acho que a Capcom tirou uma foto minha, porque eles se parecem muito comigo hahaha! To brincando, eles ainda conseguem ser mais bonitos que eu! BEIREVIL para vocês!