Mostrando postagens com marcador P.D.V. Jill. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador P.D.V. Jill. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de dezembro de 2013

Se preparando para um nova missão

P.D.V. Jill
~Flashback on~
Tudo aconteceu muito rápido, primeiro eu estava cuidando do ferimento de Chris, depois começamos a conversar e quando me dei conta, meu parceiro já estava por cima de mim, com os lábios praticamente sobre os meus.
Eu realmente queria que isso continuasse, mas ao mesmo tempo não queria. Tenho medo que o meu amor por ele não seja correspondido... Saio rapidamente de onde eu estava deitada e Chris me encara como se não estivesse entendendo nada.
- Jill, eu sinto muito...
-  Não Chris, eu que tenho que pedir desculpas...
~Flashback off~
Meses se passaram depois que tudo isso aconteceu, naquele dia, Chris me pediu desculpas varias vezes, não sei porque e eu me senti como uma idiota por não ter coragem de novo em dizer o que eu sinto de verdade. Agora eu estou aqui, debruçada em minha janela e olhando para a rua lá embaixo.
Tudo parecia tão parado, sem graça. As pessoas caminhavam lentamente curtindo o sol que apareceu um pouco tímido para esses lados de Nova York. De repente, meu telefone toca ao longe e eu caminho para atender.
- Alô?
- Jill, sou eu, OBrian...
- Ah sim. Como vai diretor?
- Eu estou bem. Preciso que você e Chris venham aqui na sede, porque chegaram novas informações sobre Wesker.
Meu coração travou quando eu ouvir o nome desse cara.
- Você tem certeza do que está falando?
- Absoluta Jill. Agora venha o mais rápido possível para a sede e não se esqueça de chamar Chris.
- Tudo bem.
- Ah e mais uma coisa... Não fale para ele do que se trata.
Desligamos o telefone e me sento um pouco no sofá para colocar as ideias no lugar. Não é possível que esse bastardo ainda está vivo, vagando pelo mercado negro.
Levanto-me com um pouco de dificuldade e vou para o meu quarto trocar de roupa.
P.D.V. Chris
Eu estava no banheiro fazendo minha barba, quando alguém bate na minha porta. Surpreendo-me quando vejo que era Jill.
- Jill? O que você está fazendo aqui tão cedo?
- Desculpa Chris, mas OBrian chamou a gente para uma reunião agora.
- Aconteceu alguma coisa?
Ela hesitou um pouco, mas logo respondeu:
- Não, bem eu acho que não. O diretor não falou nada. Apenas disse que tínhamos que estar lá o mais rápido possível.
- Ok, só vou trocar de roupa e já estamos indo.
- Hahaha, por que você não vai de toalha mesmo? Fica bom!
- Vai sonhando Jill.
Entro no meu quarto e escolho uma roupa que seja propícia para reuniões. Pego minha carteira e a chave do carro e desço de volta para a sala, onde Jill me esperava sentada.
- Vamos?
- Claro!
Saímos do nosso prédio e entramos no meu carro. Enquanto eu dirigia, percebo que Jill estava um pouco calada, apenas olhando a para a paisagem lá fora.
- Jill?
Ela não responde, parecia estar perdida em seus pensamentos, alguma coisa tinha acontecido. Tiro uma das minhas mãos do volante e coloco em sua perna, ganhando sua atenção.
- Você falou comigo Chris?
- Sim, o que aconteceu com você?
- Ah nada não... Por que perguntas?
- Você está tão calada, desde quando você me cumprimentou mais cedo.
- Er... Ela gagueja um pouco Não aconteceu nada, você não precisa se preocupar.
- Tudo bem, mas se alguma coisa estiver incomodando você, pode falar ok? - Ela sorri e eu retribuo.
Continuo dirigindo até que chegamos na sede da B.S.A.A.. OBrian estava sentado na sala principal estava esperando por nós.
- Valentine e Redfield, que bom que chegaram! Eu preciso conversar imediatamente com vocês dois.
Fomos para a sala de reuniões, nos sentamos no nosso lugar de sempre e o diretor começou a falar:
- O que eu vou falar, interessa muito a vocês dois, principalmente a você Chris...
- A mim? Por que?
Ele liga o projetor e aparece a imagem de um cara loiro encapuzado.
- Há um tempo atrás recebemos uma informação um pouco assustadora. Nos disseram que no meio de uma floresta na Rússia, havia uma mansão idêntica a de Arklay. Fomos investigar e realmente existe essa mansão e ela pertence a Spencer. E descobrimos também que Wesker pode estar vivo.
Minha respiração praticamente travou em minha garganta. Wesker vivo? Isso não poderia ser verdade.
- Diretor OBrian, você tem certeza que Albert Wesker ainda está vivo?
- Certeza absoluta agente Redfield. Bem, eu vou mandar vocês dois para essa missão.
- Mas diretor, não podemos ir sozinhos. Jill fala.
- Eu mandarei uma equipe com vocês, para o caso de alguma coisa acontecer.
- Tudo bem, a que horas iremos sair? Questiono.
- Bem, eu vou mandar o helicóptero partir às 10 da noite, mas venham uma hora antes para vestirem o uniforme e ficarem mais preparados. Estão liberados.
Saímos da sala de reuniões e fomos direto para o estacionamento.
- Eu ainda não acredito que aquele cara está vivo. Comenta Jill.
- Eu também não, pensei que aquele filho da mãe estava queimando no mármore do inferno.
- Bem, ele vai queimar quando pegarmos e matarmos ele.
Rimos com o comentário dela e entramos no carro para ir para casa. Só achei estranho o fato de Jill não ter se espantado com a noticia que Wesker está vivo.
- Jill?
- Fale...
- Percebi que você não ficou muito impressionada quando soube que Wesker estava vivo.
Ela vacilou um pouco e responde:
- Hum... Eu já sabia sobre isso...
- Você... Sabia?
- Sim. OBrian me ligou de manhã cedo e me avisou.
- Por que você não me contou? Nunca escondemos nada um do outro.
- Desculpa, mas o diretor pediu sigilo, eu e ele sabemos que você é pavio curto.
- Sim, mas não custava nada ter falo para mim.
- Chris, não fui eu que quis fazer isso, foi OBrian que pediu, então não brigue comigo.
- Tudo bem, não é culpa sua. Quer ir pro meu apartamento?
P.D.V. Jill
- Ah, claro. Se não for um incomodo.
- Claro que não bobinha.
- Tudo bem, se você insiste.
Chris continuou dirigindo. Senti uma coisa esquisita sobre essa mansão, como se alguma coisa fosse dar errado. Nunca senti isso, nem nas missões mais perigosas, mas agora senti. Resolvi esquecer isso, talvez eu estivesse errada e que nada de ruim iria acontecer, afinal de contas eu vou estar com Chris, e ele nunca deixaria que algo de ruim acontecesse comigo.
Finalmente chegamos, Chris estaciona o carro na garagem e depois subimos para o apartamento dele, que primeira vez na vida está tudo arrumado.
- Meu Deus, o que aconteceu aqui?
- Pelo que eu saiba, nada. Por que?
- Porque está tudo tão arrumadinho. Os Redfields tem o costume de ser bagunceiros.
- Ei, minha irmã não é tão bagunceira assim.
- Tem certeza? A ultima vez que eu fui na casa dela, tinha pizza até dentro do banheiro.
- Claire não bate muito bem da cabeça. Você quer chocolate quente?
- Só se você me deixar ajudar.
- Tudo bem, vamos.
Fomos para a cozinha, Chris estava fazendo o chocolate, enquanto eu estava pegando os copos. Uma sensação estranha correu pelo meu corpo e eu acabei deixando o copo cair.
- Jilly, o que aconteceu?
Não respondi, apenas comece a chorar e meu parceiro rapidamente veio me abraçar.
- Hey, o que foi?
- Chris eu estou com medo.
- Medo de que?
- Medo dessa missão. Alguma coisa vai dar errado. Ele se afasta e fica me encarando.
- Nada vai acontecer, ok? Agora para de chorar porque eu não quero ver você chorando. Ele fala enquanto limpava minhas lagrimas. Vai dar tudo certo, eu vou proteger você, não se preocupe. Eu vou cuidar de você.
- Meus soluços pararam e eu o ajudo a pegar os cacos de vidro que ficou espalhado pelo chão. Depois voltamos a fazer a bebida. Conversamos bastante, até dar 8:00 da noite e então saímos. Tudo parecia estar tão melancólico e sem vida.
- Não havia pessoas passando pelas ruas, havia apenas algumas prostitutas querendo ganhar dinheiro para se sustentarem. Chegamos na sede e fomos cumprimentados pelo pessoal do turno da noite, nosso capitão veio nos cumprimentar.
- Olá meus agente favoritos! Estão preparados para a missão?
- Sim, apenas um pouco com sono.
- Ah, mas tudo bem, assim que isso tudo acabar, vocês poderão descansar a vontade. - Bem, eu vou ter que me vestir, com licença.
- Claro Valentine, eu e Redfield iremos conversar um pouco.
P.D.V. Chris
- Assim que Jill saiu nosso capitão falou:
- Você está apaixonado por ela, não é?
- Senhor...
- Chris, por enquanto esqueça que eu sou seu superior, me veja apenas como um amigo.
- Tudo bem.
- Agora me responda, você está ou não apaixonado por Jill?
- Sim, eu estou apaixonado por ela.
- Eu já tinha percebido esse seu comportamento estranho quando está perto dela e realmente, ela é uma garota de ouro.
- Mas eu não sei se ela sente o mesmo por mim.
- Talvez sim, Jill é um pouco tímida nesses assuntos.
- Sim, eu vou tomar coragem e contar tudo para ela.
- Esse é meu garoto! Disse ele dando leves tapinhas em minha costa. Vou falar para o piloto ligar o motor do helicóptero.
- Ok.
Ele pega o elevador e vai para o heliporto, fico pensando um pouquinho no que ele disse e volto a realidade assim que Jill toca meu ombro.
- Pronto parceiro?
- Claro parceira.
Caminhamos até nossos armários e quando chegamos Jill pergunta:
- Chris, posso fazer uma pergunta?
Claro. - Por que você está estranho comigo?
- Estranho? Como assim?
- Toda vez que eu estou perto de você, parece que muda de uma hora para outra. Você sempre fica nervoso. Suspirei em derrota, sabendo que ela praticamente sabia.
- Eu vou contar para você assim que essa missão acabar, ok?
- Por que não pode ser agora?
- Porque eu preciso encontrar as palavras certas para te contar.
- Tudo bem. Mas você promete que vai me contar o que está te perturbando?
- Sim, eu prometo.
Arrumamos nosso armamento e subimos para o heliporto, o tempo estava nublado e um vento frio batia em nosso rosto. Subimos no helicóptero e começamos a olhar o mapa da região em que iríamos investigar.
- A gente vai entrar pela entrada principal e iremos vasculhar tudo. Eu falo.
- Tudo bem. - Jill, eu quero que você tome muito cuidado com essa missão. Não sabemos o que tem dentro daquela mansão.
Ela sorri e me da um beijo na bochecha.
- Pode deixar, eu sei que você vai me proteger, né?
- Claro que sim, mas você sem que se cuidar mocinha.
- Pode deixar parceiro!
Continuamos conversando e em um momento Jill acaba dormindo e coloca a cabeça sobe o meu ombro. Ela parecia tão perfeita, quer dizer, ela é perfeita.
Espero que ocorra tudo bem nessa missão, para que no final eu possa dizer o quanto eu amo ela...

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Carlos, o latino sedutor

P.D.V. Jill


Eu estava andando de um lado para o outro parecendo uma barata tonta, ainda sem entender direito o que tinha acontecido mais cedo. Jessica conseguiu mais uma vez convencer Chris e eu estava me perguntando o que tinha na cabeça do meu parceiro pra ele acreditar numa lorota dessa.
Ainda não sei se é Chris que é burro demais ou se é Jessica que é inteçigente demais. Eu não vou ficar mais implorando para ele acreditar em mim, se o idiota quer ser enganado pro resto da vida, que se dane. Ele não sabe o que tá perdendo...
De repente alguém bate porta e eu caminho para atender. Era Carlos. O latino americano estava encostado no batente da entrada, me olhando com aqueles belos olhos castanhos.
- Carlos? O que você está fazendo aqui?
- Vim te visitar linda! Por que? Estou atrapalhando alguma coisa?
- Não, claro que não! É que eu não estava esperando alguém me visitar a essa hora.
- Bem, se você quiser, posso vir mais tarde.
Quando ele ia indo embora, seguro seu pulso e falo:
- Não, vamos entrar.
Assim que entramos, Carlos trata logo de falar:
- Você está meia estranha, o que está acontecendo?
Sento-me no sofá e coloco a cabeça sobre minhas mãos.
- É Chris, ele está sendo enganado...
- Jill... - Ele se senta ao meu lado e começa a acariciar meu cabelo. - você tem quer entender que ele não te quer mais, só tem olhos para outras mulheres.
- Mas Carlos, eu ainda amo ele.
- Jilly querida, esqueça esse cara, você tem que prestar atenção em quem realmente te ama.
- E quem seria essa pessoa?
- Eu...
Eu praticamente congelei quando ele falou a ultima palavra.
- Carlos, você...
- Sim Jill, eu te amo muito, desde a época de Raccoon City, mas nunca tive chance por causa de Redfield...
- Mas Carlos, Chris sempre me olhou como se eu se fosse apenas a ''irmãzinha mais nova'' ou até mesmo só como uma amiga e uma parceira.
- Mesmo assim, vocês estão sempre juntos. Quem olha de longe, parece que vocês são mais que simples amigos.
Carlos puxa me rosto até que eu estivesse o encarando e fala:
- Esquece ele, se Chris não te quis antes, agora mesmo é que ele não quer.
Eu iria falar alguma coisa quando ele falou essa frase, mas fui surpreendida por seu lábios selando o meu. Seu beijo era quente e calmo, como se quisesse aproveitar o momento. Resisti o máximo que pude, mas no final acabei me entregando.
Em uma certa parte do beijo, Carlos coloca a sua língua em minha boca e começa a esquentar as coisas. Por um momento, perdi a noção do tempo e da minha consciência, comecei a passar a mão por baixo da camisa de meu amigo.
Quando realmente ''voltei a Terra'', já estavamos na cama...




Olá povo lindo!!! Desculpem a demora para escrever o capítulo, mas eu estava atolada de tarefas de casa e as benditas provas finais, tive que estudar que nem uma condenada para no final cancelarem todas as provas. Merda! BEIREVIL!

sábado, 26 de outubro de 2013

Uma Grande Descoberta

P.D.V. Jill

Eu ainda não sabia como Jessica abrir a porta da minha casa. Ela tinha um sorriso vitorioso no rosto, como se soubesse de alguma coisa e não quisesse contar.
- Fala logo o que você quer Jessica!
- Bem, como você sabe, a um tempinho atrás, tive um relacionamento amoroso com o seu querido parceiro Chris Redfield.
- Sim e eu com isso?
- Hum... Desse nosso incrível conto de fadas, nasceu um fruto que agora está dentro de minha agora.
Não entendi direito o que ela quis dizer, um relacionamento, depois um fruto, isso queria dizer que... Não! Isso não poderia ser verdade!
- Eu gravida queridinha!
- O que?
Uma voz falou atrás de mim e eu logo percebi quem era. Chris...
  

P.D.V. Chris


Eu não podia acreditar em que eu estava ouvindo. Jessica tinha acabado de dizer que estava grávida, e era bem provável que o filho era meu.
- O que você acabou de dizer Jessica? – Perguntei me aproximando de Jill, que me encaravam assustada.
- Foi isso mesmo que você ouviu Chris, eu estou esperando um filho seu.
- Como você pode ter tanta certeza?
- Você foi a última pessoa em que eu tive relações. Ou ele é seu filho, ou então é filho de chocadeira.
Ela riu e depois continuou:
- Percebi que Jill está mais chocada de que você que recebeu a notícia que seria pai.
Jill solta um suspiro e fala quase em um sussurro:
- Chris, você não percebeu que tudo o que ela falou é mentira?
- Jill, como você pode ter tanta certeza?
- Eu já falei isso, mas vou falar de novo. Tá mais que obvio que Jessica que dar o golpe do baú.
Jessica ri e rebate:
- Princesa, eu acho que o meu bebê vai nascer com defeito com o tanto que você joga pra nele.
- Ei, chega vocês duas! Jessica, isso é verdade ou não?
- Meu amor, como você pode duvidar de mim? Essa invejosa só está falando isso porque ela nunca vai encontrar alguém que realmente ame ela.
Ela tem, apenas não sabe quem é... - Pensei.
- Jill, vamos conversar em outro lugar.
Ela concorda e fomos até o quarto, que ficava um pouco longe de onde Jessica estava, assim ela não poderia ouvir o que estávamos conversando.
- Jill, você perdeu o juízo foi?
- Não Chris, eu acho que foi você que perdeu a noção do perigo.
- Por que?
- Por que? Você já percebeu o que Jessica acabou de falar?
- Claro que sim, que eu vou ser pai!
- Chris, pensa comigo. Por que diabos Jessica iria querer engravidar de você se ela tem maior ódio da gente?
- Sei lá Jill, não sou adivinho.
- Mas não é preciso ser adivinho pra saber que ela só está fingindo.
- Me de um motivo para eu não acreditar nela.
- Olha, geralmente quando a mulher tá gravida, o estomago dela fica bastante sensível. Então, ela deveria ter ficado com enjoo de seu perfume que é bastante forte.
- Ela poderia estar e não ter falo nada.
- Claro que não! Ela iria diretamente para o banheiro e colocar tudo pra fora assim que sentisse o cheiro.
- Mesmo assim, ainda não estou convencido!
- Então que se dane! Se você prefere acreditar nela, foda-se!
Jill me empurra e volta para a cozinha, onde Jessica acariciava a sua barriga.
- Ok, acabou por hoje. Você dois, fora da minha casa agora!
Ela se encosta na porta. Jessica foi a primeira a sair, dando um sorriso diabólico, quando chegou a minha vez, minha parceira puxa a manga da minha camisa e faz com que eu ficasse da sua altura e logo sussurrou em meu ouvido:
- Espero que você quebre a cara quando descobrir que isso tudo isso não passa de uma mentira cabeluda e quando a ficha realmente cair, que você não venha chorar pra cima de mim, porque eu não vou ficar aturando as suas burradas. Estamos entendidos Chris Redfield?
Ela me empurra para fora de seu apartamento, antes mesmo que eu podasse protestar. Será que ela realmente estava certa?



Hey pessoal, espero que tenham gostado do capítulo, porque deu um trabalhão pra ele ficar pronto. Será que Jessica realmente está gravida ou é mais uma das suas armações para separar nosso casal? kkkkk Quero agradescer ao leitor Felipe Oliveira que deu a ideia de Jessica estar gravida, muito obrigada! Bem, BEIREVIL pra vocês!



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Uma Ordinaria Chamada Jessica Sherawart

P.D.V. Jill

Eu ainda não acreditava que Jessica tinha feito uma coisa dessas, tá bem que ela não é flor que se cheire, mas nunca pensei que ela pudesse fazer uma coisa dessas.
- Claire, você tem certeza que era ela?
- Sem sombra de duvidas Jill, era ela sim. Tinha os mesmos cabelos cacheados castanhos e o carro era idêntico àquele que ela ia para a B.S.A.A.
- Mas se você sabia que era ela, por que não contou a Chris.
- Jilly, você sabe muito bem que ele iria ficar uma fera se soubesse que foi Jessica que me atropelou.
- Mas mesmo assim, ele é o seu irmão, deveria ficar sabendo primeiro.
- Jill eu sei disso, mas se Chris ficasse sabendo que foi Jessica que me atropelou, ele iria fazer uma tempestade em um copo d’água.
- Tudo bem, mas você vai contar pra ele sim, se não conto eu.
- Ok mamãe, eu vou contar pro pai sim, hahaha.
- Claire, não racha a minha cara de vergonha não.
- Admite Jill, você gosta do Chris, não é?
Pude sentir o sangue vindo direto para o meu rosto e em questão se segundos, eu estava parecendo igual a um tomate.
- Hey, não precisa ter vergonha, só ta nós duas aqui dentro, pode falar.
Suspirei e eu falei:
- Sim, eu gosto dele, mas, por favor, não diz isso pra ele.
- Ei, qual é o medo? Com certeza Chris também te ama, mas como vocês são uns idiotas, não tem coragem de admitir o que sentem um pelo outro. Eu vi o jeito de bobo que ele ficou quando te beijou debaixo do visco.
- Claire, ele só me beijou porque foi obrigado, não porque ele quis.
A ruiva solta uma risadinha e uma enfermeira entra no quarto.
- Senhorita, sinto muito informar, mas a hora de visita acabou.
- Tudo bem, já estou indo.
Claire segura minha mão e fala:
-Jill, eu sei como é a vida de vocês e o trabalho de vocês é muito perigoso e ao mesmo tempo em que você está aqui conversando comigo, amanhã pode ser que não, então eu acho bom vocês confessarem o que sentem um pelo outro, antes que seja tarde de mais.
Fiquei pensando no que ela me disse e depois me despedi. Chris estava sentado na sala de espera comendo alguns salgadinhos.
- Vamos embora?
- Eu ainda tenho que falar com Claire.
- Não da mais tempo, o hora de visitas acabou.
- Que droga, bem, então vamos embora.
Chris joga o pacote vazio do salgadinho fora e então caminhamos para fora do hospital, até onde o carro do meu parceiro estava estacionado. Entramos e depois de muito tempo dirigindo, chegamos no nosso prédio.
- O que você e Claire estavam conversando?
- Papo de garotas Chris, você não vai entender.
- Sei...
Saímos do veiculo e caminhamos até o elevador. Assim que ele chegou no 3º andar, nos despedimos e fomos cada um para o seu apartamento. Quando parei no meu, percebi que a porta estava aberta, achei estranho, pois costumo trancar a mesma quando vou a algum lugar. Bem, hoje poderia ser que eu tivesse esquecido de tranca-lá.
Entrei na minha casa com um pulguinha atrás da orelha. Resolvi tirar minha Beretta da bolsa e caminhar devagar para não fazer barulho. Quando finalmente chego na cozinha, percebo que uma mulher estava sentada de costas para mim e tomando uma caneca de café. Que absurdo! Além de invadir minha casa,ainda toma o meu café.
- Olá princesa, estava aqui esperando você chegar...
A mulher se vira e se revela.
- Jessica...

sábado, 21 de setembro de 2013

O Acidente

P.D.V. Chris


Estávamos voltando para nosso apartamento, Jill estava cansada e acabou dormindo no banco do co-piloto, durante nossa viagem, não trocamos nenhuma palavra, eu tinha amado o nosso beijo, foi magnifico, bem que eu queria que isso acontece mais vezes, mas eu tenho medo que um amor arruíne a nossa amizade de tantos anos. Eu realmente fiquei com raiva quando aquele FDP do Carlos referiu Jill como se fosse de sua posse, ela é minha amiga e eu não vou deixar um latino de merda partir o coração de minha parceira.
Depois de muito dirigir, chegamos até o nosso prédio, Jill estava tão perfeita dormindo que o meu coração até doeu com o pensamento de que eu teria que acorda-lá, mas eu não teria escolha.
- Jill, acorda! Acabamos de chegar. - Eu disse enquanto a balançava.
- Ugh Chris... Deixa eu dormir mais um pouco, ainda não é a hora de ir trabalhar.
- Não é mesmo, mais você poderá dormir tranquilamente no seu quarto.
- Ah... Já chegamos, então vamos até o meu apartamento que eu tenho que lhe dar o seu presente.
- Jill, você sabe muito bem que eu não gosto de presentes, ainda mais de surpresas.
- Você não tem querer, vamos subir e ponto final.
Resolvi não discutir porque isso não acabaria bem, então saímos do carro e subimos até o terceiro andar onde ficava nossos apartamentos, mas antes de entrar, pegamos Dick na casa de senhorita Willians e depois entramos no apartamento de Jill, que dessa vez estava mais arrumado. Enquanto Jill foi para outra parte pegar o tal presente, fiquei sentado no sofá acariciando o pelo macio de Dick.
- Ei garotão, está cuidando bem de sua dona?
Como se ele estivesse entendido a pergunta, latiu como forma de ``sim`` e eu dei um sorriso, depois disso, Jill chegou na sala com uma caixa de tamanho médio na cor verde limão e me entregou.
- Eu sei que você queria isso a muito tempo, então resolvi comprar para você.
Aceitei o presente com o mesmo sorriso no rosto e abri a caixa e nela havia um relógio que eu estava querendo a muito tempo.
- Como você sabia que eu queria esse relógio?
- Eu ouvi uma vez uma conversa com  Barry sobre relógios e você disse que estava interessando nesse, então como você realizou o meu desejo, eu estou realizando o seu também.
Me levantei e a abracei, eu amava aquela garota.
- Obrigada parceira! - Sussurrei em seu ouvido.
- Não tem de que parceiro.
Nos afastamos um pouco e me bateu uma vontade imensa de beija-la, então aproximo de seu rosto e quando nossos lábios ia se tocar, me celular vibra e acaba o nosso momento. Paramos de nos abraçar e vejo pelo visor do telefone que o numero era de Claire. O que essa garota queria comigo agora? Resolvi atender para ver o que ela queria.
- Alo?
- Ola, você é o irmão de Claire Redfield?
- Sim, sou o irmão dela sim. Aconteceu alguma coisa com ela?
- Bem, ela foi atropelada por um carro e está internada aqui no hospital de Nova York.
- Tudo bem, já estou indo para ai.
Desligo o celular e fico meio zonzo com o que aconteceu.
- Chris, aconteceu alguma coisa?
- Claire... ela sofreu um acidente de moto.
- Mas como assim? Como ela está?
- Eu não sei, você pode vir comigo?
- Claro Chris.
Corremos pelo corredor até chegar e no estacionamento, pegamos o meu carro e pisei fundo até chegar no hospital em que minha irmã estava internada. Depois de eu dirigir, chegamos no tal hospital e passamos na recepção para saber como ela estava.
- Boa noite, eu estou precisando de uma informação sobre uma paciente que está neste hospital.
- Nome por favor? - A recepcionista perguntou.
- Claire Redfield.
- Hum... Bem, ela está passando por uma cirurgia agora e vocês podem aguardar na sala de espera que quando o medico terminar, ele vai avisa-los sobre o estado da paciente.
Agradecemos e fomos nos sentar na tal sala de espera enquanto não tínhamos noticias sobre minha irmã. Respirei fundo e coloquei a minha cabeça entre minhas mãos e Jill começou a fazer círculos em minha costa.
- Chris relaxe, Claire vai sair dessa, ela é uma garota forte. Não se preocupe.
Abraço Jill e coloco minha cabeça em seu ombro e depois de muito tempo, eu apago.


[...]


Acordo com a luz do dia iluminando a sala de espera, puxa, eu dormi demais. Jill estava tomando um café e eu ainda estava com a cabeça em seu ombro.
- Bom dia flor do dia! - Jill disse brincando.
- O que tem de bom no dia?
- Bem, o fato de Claire estar bem e pronta para receber visita não te alegra não?
Me alegro com a noticia de que Claire já estava pronta para ser vista.
- Por que você não me acordou mais cedo para vermos ela?
- Ah, porque a bela adormecida estava num sono tão profundo que eu tive até dó te acordar a princesa.
- Jill, se você fosse minha filha, você levaria muito tapa na cara pra deixar de ser engraçadinha.
- Ainda bem que você não é meu pai.
- Tudo bem, vamos ver minha irmã agora.
Nos levantamos e caminhamos até o quarto em que minha irmã estava. Claire estava com alguns curativos nos braços e pernas, alguns hematomas no rosto e se cabelo estava muito bagunçado. Quando ela nos viu, abriu um belo sorriso no rosto e disse:
- Chris, Jill! Que bom que vocês estão aqui.
- Claire, o que realmente aconteceu com você? - Perguntei.
- Eu não sei realmente, só sei que eu estava voltando para casa, quando um carro veio e me bateu.
- Mas você viu quem estava dirigindo? - Pergunta Jill.
- Não, só sei que era uma mulher.
- Então temos que pegar essa desgraçada!
- Não Chris! Você não vai fazer nada por enquanto! - Claire disse.
- Tudo bem, mas não podemos deixar isso passar em branco.
- Eu sei Chris, mas tudo ao seu tempo. Agora você pode me deixar sozinha com Jill, tenho algumas coisas a conversar com a minha amiga.
- O que as mocinhas vão conversar e eu não posso saber?
- Papo de garota Chris, agora pode ir.
Não disse nada, apenas fiz o que minha irmã pediu. O que será que elas iriam conversar e eu não podia saber?


P.D.V. Jill


Chris foi embora, deixando Claire e eu a sós. Não sei porque ela não queria que seu irmão não soubesse, mas parecia ser alguma coisa grave.
- Claire, o que está acontecendo?
- Jilly, eu sei que me atropelou.
- Então fala logo Claire!
- Foi a Jessica!



 Hey meus lindos!!! Desculpa pela demora e por esse capítulo não ser lá essas coisas, mas estou totalmente sem tempo para escrever, então fiz esse praticamente nas coxas. Acho que depois eu vou postar com mais frequência. Espero que tenham gostado. BEIREVIL :-)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Debaixo do Visco

P.D.V. Jill


Dois dias se passaram, Dick já estava se acustumando com a casa nova e era muito brincalhão e ele amava ficar com Chris e eu também hahaha... Hoje era véspera de natal e  Barry está planejando uma festa de comemoração com ele faz todos os anos e é claro que eu ia.
A noite chegou, Chris disse que iria me levar e eu aceitei o pedido. Eu estava vestida com uma roupa simples e quando me aprontei, Chris veio me buscar para irmos juntos. Dick estava com senhorita Williams, que tinha uma cachorrinha que praticamente estava apaixona por ele.
Depois que eu e Chris entramos no carro, meu colega dirigiu para a casa de nosso velho amigo. Todos estavam presentes na festa: Claire, Leon, Moira, Rebecca, Polly, Kaith, Carlos e outros.
- Chris, Jill! Que bom que vocês vieram, assim Jill pode se divertir mais. - Barry exclama.
- Oi Barry, Chris conversou comigo, e agora já estou melhor. - Digo olhando para Chris, que me dá um sorriso lindo.
- Redfield e seus milagres... Bem, sintam-se em casa!
Sorrimos e fomos cumprimentar nossos amigos que estavam debaixo de uma árvore.
- Olá pessoal! - Digo sorrindo.
- JILL, CHRIS! Que bom que você chegaram. - Grita Claire, correndo para nos abraçar.
Cumprimentamos todo mundo, Carlos me recebe com um abraço apertado e sussurra em meu ouvido:
- Preciso conversar com você mais tarde.
Eu apenas concordei com a cabeça e percebi que Chris estava me olhando com uma cara feia, como se não estivesse gostando da cena, eu não me iportei, afinal, ele é apenas o meu melhor amigo e parceiro, não temos motivos para ficar com ciumes um do outro, apesar que eu fico as vezes. Assim que me separei do abraço, minhas colegas começaram a gritar: '' Aê Jill, pegando o gatinho latino!'', apenas sorri com o comentário, logo me sentindo ruborizada e também sorri internamente quando percebi que Chris estava com raiva.
Ele fica um gatinho com raiva, pensei.
Me aproximo de Chris e Kaith, esposa de Barry, chamou todas as meninas para a cozinha para terminar os preparativos da festa.
- Jill.... - Kaith começou. - ... está rolando alguma coisa entre você e Carlos?
Me engasguei com a água que eu estava tocando, assim que a crise de tosse passou, respondi:
- Não... somos apenas amigos.
- Não é o que parece. Viu com Chris ficou com ciumes de você quando Carlos sussurrou em seu ouvido? - Rebecca rebateu.
- Ah Becca, Chris sempre fica com ciumes de mim quando eu fico próximo a outros rapazes.
- Sei não Jill, meu irmão fala 25 horas por dia sobre você, é como Deus na no ceu e você na Terra.
- Verdade Claire?
- É verdade Jill! Meu irmão gosta de você de verdade, só que vocês são tão idiotas que não percebem que já estão no amor um com o outro a muito tempo.
Percebi que as palavras de Claire era verdade, eu sempre gostei do meu parceiro de uma forma diferente, nossa amizade era diferente de qualquer outra que eu já tive.
- Jill entenda,  o trabalho de você é muito arriscado, então hoje você pode estar conversando aqui, mas amanhã pode ser que um de vocês estejam chorando pela perda do outro. Vocês não são mais crianças, sambem muito bem o que é certo e que é errado. Quando ele arrumar outra, você vai se arrepender de um dia não ter dito que o amava.
As palavras de Becca ficaram ecoando em minha cabeça e ela tinha toda razão, mas tinha medo de que Chris não gostava de mim com eu gostava dele, mesmo Claire dizendo que ele gostava de mim. Resolvi ficar calada e cortar os legumes para a nossa refeição.


P.D.V. Chris


Eu estava com os rapazes no quintal onde Barry estava servindo cerveja. Todos estávamos bebendo e conversando sobre o nosso dia a dia, mas tinha uma pessoa que estava enchendo o meu saco e o nome do individuo era Carlos. Ele não parava de me olhar com cara feia, e eu tinha que retribuir. Então quando estávamos conversando sobre garotas, o latino americano fala:
- Você está cuidando bem da minha garota Redfield?
Todos olhamos para ele e pergunto:
- Você está falando de Jill?
- Sim, afinal de contas ela é minha garota.
- Sua garota e o caralho! Você nem é marido dela e muito menos namorado dela para dizer que ela é sua.
- Ei cara, desde quando você controla o que eu falo?
- Eu só to falando a verdade. A Jill não é nada sua, então não a refira como se fosse de sua posse.
Carlos se levanta e fica na minha frente me encarando e então me levanto para que podessemos ficar cara a cara.
- Você é um imbecil quando pensa que um dia vai poder te-la como eu terei-a um dia.
- Nós somos apenas amigos. Você não acha que se eu a quisesse de outra forma, não teria conseguido devido eu conviver com ele todos os dias?
Eu sei que, quando falei essa frase, é claro que eu não estava falando a verdade. Eu tenho medo que ela não sinta o mesmo que eu sinto por ela, por isso não me arrisco a falar de meus sentimentos para ela.
- Tá vendo? Você mesmo não falando, admite que gosta dela. Você ainda não percebeu que é um covarde inútil e que sua parceira nunca irá quere-lo mais que amigos. Hahaha, você acha que pode pegar todas né? Mais a Jill já é minha e de mais ninguém.
A raiva estava circulando em minha veias e não suportei aquele idiota estar falando mal de mim. Sem pensar, dei um soco no rosto de Carlos, para que ele aprendesse a não falar daquele jeito comigo.
- E da próxima vez, vá xingar a sua avó!
Eu sei que essa frase é muito idiota, mas faz sentido. Carlos estava segurando o nariz que aparentava estar quebrado, mas não me importei com isso. Praticamente marchei para a cozinha onde as moças estavam terminando de aprontar o jantar.
- Ah não Chris, não me diga que você quer ajudar a fazer a comida. - Claire faz graça e todo mundo ri, menos Chris que estava de cara fechada.
- Não Claire, só to evitando um idiota que está sangrando lá fora.
- Quem foi que mestuou? - Rebecca brinca.
- Ninguém, apenas quebrei o nariz de um otário que estava insultando minha parceira.
Jill olha para mim como se não estivesse entendendo e fala:
- Gente, eu vou conversar com Chris rapidinho e já volto.
Puxei Chris para um canto mais reservado e ela começa o questionario:
- O que foi que aconteceu entre você e Carlos?
- Ele me xingou de vários palavrões e...
- E o que?


P.D.V. Jill


- E disse que nunca iria ter você como minha namorada.
A resposta dele me fez ri. Chris sempre foi muito tímido quando o assunto era amor, eu também sou, por isso fico com vergonha de conversar sobre certos assuntos.
- Oh Chris... - Digo o abraçando. - Você é melhor amigo da agente Valentine, sonho de muitos caras, o que você quer mais? - Brinco.
Eu sabia muito bem o que ele queria. Barry aparece na beirada da porta e fala:
- Crianças, o jantar já está na mesa.
Sorrimos e caminhamos até a sala de jantar, onde um banquete nos esperava.


[...]


Assim que terminamos fomos para a sala e ficamos assistindo televisão enquanto tomávamos um vinho perfumado e sem álcool, final de contas, estávamos dirigindo. Então me bateu um sono e eu pedi a Chris:
- Chris, to com sono, vamos para casa?
- Ok!
Nos levantamos e dissemos que já iriamos ir embora, então todos fomos para a entrada da casa e quando estávamos quase saindo, Claire grita:
- Chris, Jill! Fiquem onde estão!
Paramos sem saber porque, então a ruiva nos dá um sorriso malicioso no rosto, como se estivesse aprontando alguma coisa.
- Vocês estão debaixo de um visgo, então vão ter que se beijar! - Grita Claire eufórica.
- Ah, vamos lá Claire! - Chris resmunga. - Isso é muito infantil.
- Mas é tradição e pode trazer má sorte se vocês não fizerem isso. - Diz Barry.
- E tem que ser de língua! - Fala Becca.
- Becca! - Gritamos juntos pelo comentário de nossa colega.
- Vocês não irão sair daqui enquanto não se beijarem.
- Puxa Barry, pensei que você fosse o nosso amigo. - Digo fingindo irritacao
- Beija, beija... - Todos começam a gritar.
Eu e Chris nos viramos um para o outro e eu suspiro.
- Acho que vamos ter que fazer isso...
- Também acho.
Em seguida, nos aproximamos um do outro até que nossos rostos ficassem a centímetros um do outro. Fechamos nossos olhos e silenciosamente nos perguntamos quem iria fazer o primeiro movimento e Chris foi mais rápido, escovando seus lábios contra os meus. O beijo era calmo e apaixonante, e ficou melhor pelo fato de nosso halito estarem com o gosto do vinho perfumado que havíamos tomado mais cedo e devo confessar que sua boca tinha um gosto imprecionante, muito melhor que a minha geladeira.
Estávamos nos beijando pelo que parecia ser segundos, ocasionalmente, fizemos algumas mini pausas para recuperar nosso folego e quase imediatamente voltávamos a nos beijar novamente. Quando finalmente paramos, todos estavam olhando espantados para a gente e logo depois deram um sorriso de orelha em orelha.
- Whoa! O beijo de vocês durou exatamente 2 minutos e 46 segundos!
- Você estava contando Claire?
- Felizmente sim! E parece que a coisa foi  boa!
Sorrimos e eu me senti um pouco constrangida então pedi para Chris me levar para casa. No caminho ate o carro não falamos nada, apenas entramos no mesmo e fomos para o nosso apartamento.





Ola gente! Desculpa pela demora, mais estou sem tempo para escrever no blog, mas como no meu curso de infomatica tem internet grátis, vou tentar postar com mais frequência. Espero que tenham gostado do capitulo, pode parecer um pouco idiota, mas eu sonhei com essa cena e resolvi escrever ele. Comentem PLEASE! BEIREVIL!!!


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Contando a Verdadeira História

P.D.V. Jill


Após todos terem ido embora, abraço-me com Chris e começo a chorar.
- Jill, por que você está chorando só agora?
Me afasto um pouco para que eu pudesse encarrá-lo.
- Eu aprendi que chorar por alguma coisa, é como aceitar um acontecimento e eu não queria chorar na frente dos nossos amigos, isso é como se eu tivesse demostrando minha fraqueza.
- Entenda Jill, apenas uma pessoa muito forte e corajosa consegue demostrar suas fraquezas para as outras, você não pode esconder para si mesma que seu pai morreu, porque vai chegar uma hora que sua mente vai começar a perturba-lá.
- Eu sei, foi por isso que eu comecei a chorar, porque não aguentei guardar essa magoa dentro de mim.
- Você quer desabafar tudo que  está guardado dentro de você?
- Você não vai querer ouvir uma história igual a minha.
- Claro que vou, afinal de contas, a minha vida não foi nenhum mar de rosas.
Sorri, afinal de contas, ele sabia o que eu estava passando. Nos sentamos em um banco próximo de uma árvore de salgueiro, Chris passa o braço pela minha cintura e faz com que meu corpo fique colocado ao seu, me passando calor, pois já estava ficando frio.
- Comece a contar sua história desde quando seus pais se conheceram até a época dos S.T.A.R.S.
- Bem, meus pais estudavam na mesma escola, na época ela tinha 15 anos e ele 17. Tudo começou quando ela assistiu um treino dele de futebol e ela se apaixonou por ele, só que sempre pensou que não teria nenhuma chance com ele, pois um capitão do time de futebol não iria dar bola para uma nerd. Então teve um baile de fim de ano e poderia escolher quem quiser, então, dentre todas as patricinhas do colégio, ele escolheu Sarah, minha mãe...
- Whoa, que história interessante, continue.
- ... o baile foi lindo, eles acabaram ficando debaixo de um visco e acabaram tendo que se beijar e dai começou o namoro. Um tempo se passou, eles completaram o ensino médio e então planejaram em ter um filho, que era o sonho dos dois. Tentaram e tentaram e nada de ela engravidar, então foram ao medico para saber o que estava acontecendo e o medico informou que ela não poderia ter filho. Os dois ficaram chocados e brigaram muito, mas não deixaram de fazer você sabe o que. Meses se passaram e minha mãe descobre que estava gravida, foi um milagre que nem os médicos acreditaram. Tempo se passou e chegou a hora de me nascimento, foram para o hospital e o medico disse que a gravidez era de risco, pois minha mãe tinha uma saúde frágil, então ou era eu ou ela e ela preferiu morre.
- Nossa, sua mãe era uma guerreira.
- Concerteza, bem continuando, meu pai ficou me culpando por um tempo por ter praticamente matado minha mãe e eu ficava muito triste com isso, mais depois aprendi a ignorar as coisas. Quando completei 12 anos, meu pai me ensinou tudo que eu precisava saber para virar um ladra nata, tanto é que sei arrombar todos os tipos e então ele começou a me levar nos assaltos. Quando completei 15 anos, meu pai foi pego e preso pela policia da Carolina do Norte e disse para eu seguir outro caminho e que outro Valentine na cadeia era demais. Então depois que terminei o ensino médio, entrei para a Força Delta do Exercito americano, onde conheci várias pessoas influentes que me recrutaram para os S.T.AR.S. em Raccoon. Bem, daqui para cá você já sabe o que aconteceu. Ufa! Foi bom desabafar, obrigada Chris.
- Não tem de que Jill, bem vamos ter que ir agora porque já está tarde. 
Nos levantamos e Chris coloca seu paletó para que eu pudesse me proteger do frio, enquanto estávamos caminhando até o carro, dei uma última olhada para o tumulo de meu pai.
Descanse em paz, papai...




Oie gente linda!!! Dessa vez o capítulo veio de trem bala em vez de jegue, mas entre mortos e feridos, todos salvos. Lágrimas estão escorrendo pelo meu rosto enquanto estou lendo o capítulo, SÓ QUE NÃO! Não liga não, sou retardada desse jeito mesmo. Bem, espero que gostem e não deixem de comentar. BEIREVIL!!!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Encontro dos Meus Dois Melhores Amigos

P.D.V. Jill


Acordei abraçada com um travesseiro, olhei para o despertador e percebi que era a hora de eu ir trabalhar, me levanto e vou até a cozinha beber um pouco de água e na geladeira e havia um papel pregado na mesma, que logo reconheci que era de Chris:
Jill, desculpa sair sem avisar, mas você estava dormindo tão profundamente que eu tive pena de lhe acordar. Cuidei de todos os papeis de seu pai e infelizmente o enterro dele será hoje ao por do sol, também conversei com O'Brian e ele deu para você três semanas de folga por causa do acontecimento, se precisar de mim, estou em casa e se eu não estiver, pode me ligar. E não se esqueça de avisar a Jenny sobre o que aconteceu com Dick!                      Chris.
Senti até um aperto no coração quando pensei que teria que falar com minha segunda mãe sobre o acontecimento, reuni todas as minhas forças e coragem e liguei para Jennifer.
- Jenny, eu quero lhe contar uma coisa!
- Jill, o que foi? Sua voz está em um tom de tristeza.
- Suspiro - O papai morreu...
- O QUE??? Jill, não brinque com uma coisa dessas, fale a verdade!
- Essa é a mais pura verdade Jennifer. Eu também não acreditei no começo, mas o doutor disse que o papai estava com um câncer grave na região do celebro e não poderiam fazer nada.
- Realmente, Dick sempre reclamava de fortes dores de cabeça e eu sempre dizia para ele procurar um medico, mas não, ele resolveu não indo e deu no que deu!
A essa altura do campeonato, Jennifer já estava chorando e sussurrando algumas coisa que eu não entendi.
- Jenny, você sabe onde a minha família foi enterrada?
- Sei, é o cemiterio dos Valentine.
- Meu pai vai ser enterrado lá, ao por do sol.
- Tudo bem então. Obrigada por me avisar Jill.
- De nada, precisando é só chamar.
Desliguei e ouvi alguém tocando a campainha e abri para ver que era. A pessoa era Carlos, que segurava um buque de tulipas brancas e rosas, que era as minha favoritas, mas o estranho que apenas Chris sabia do meu gosto e nenhuma pessoa a mais.
- Bom dia linda, olha o que eu trouxe para você! - Ele me entrega as flores e eu agradeço.
Deixei-o passar, o seu perfume masculinos era ótimo e deixou um rastro na sala.
- Carlos, desculpa perguntar, mas como você sabe que eu gosto de tulipas?
- Querida, um grande magico não revela os seus truques. To brincando, eu realmente não sabia, mas a vendedora disse que essas era uma das mais bonitas, bem, pelo menos agora eu seu sei o seu gosto.
Coloco as flores em um vaso que estava em uma mesinha próxima do sofá, enquanto isso, os braços de Carlos circulam a minha cintura, me senti nervosa e me viro para encara-lo e sou surpreendida com os seus lábios nos meus. O beijo era calmo e suave, hesitei por um tempo, mas não resisti e me entreguei, enquanto estávamos assim no meio da sala, ouso uma voz conhecida:
- Jill, eu preciso lhe contar...
Paro imediatamente quando percebo que Chris estava na porta e nos olhava chocado, eu realmente não gostaria que ele estivesse visto isso.
- Chris, desculpa eu não sabia que você vinha
- Não Jill, eu que tenho que me desculpar, eu não tenho que me entrometer na vida pessoal de vocês.- A voz de Chris estava chorosa, como se estivesse querendo chorar.
Ele sai pela mesma porta que entrou, Carlos deu um sorriso sínico, vitorioso e eu logo percebi isso.
- Carlos vá embora por favor!
- Mas acabei de chegar linda!
- EU JÁ DISSE PARA VOCÊ IR EMBORA!!!
- Tá bom, estou indo..,
Ele sai e eu fecho a porta, me escoregando pela mesma até cair no chão. Coloquei o rosto entre as mão e pensei: O que será que Chris queria falar comigo?






Olá! Desculpa se o capítulo foi pequeno, mas como as aulas já começaram, to sem tempo para escrever, espero que gostem!!! BEIREVIL!!!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Uma Surpresa Desagradável

P.D.V. Jill


Depois que a festa terminou, me despedi de todos e fui embora, cheguei em casa, tomei banho e fui dormir. No outro dia, acordei com o meu telefone tocando e fui atender:
- Alô?
- Jill querida, sou eu, Jennifer, esposa de seu pai! - Jenny se casou com o meu pai quando eu completei 12 anos e desde esse dia, ela cuidou de mim como se fosse minha mãe.
- Jenny, o que foi? Sua voz tem um tom de desespero!
- O seu pai... está passando muito mal desde ontem a noite e estamos no hospital agora.
- O que? Meu pai? Em qual hospital vocês estão?
- O hospital George Washington, vem rápido por favor!
- Ok!
Desliguei o telefone, vesti a mesma roupa que estava ontem, apenas passei a mão pelo meu cabelo e deixei solto, o que era raro e entrei em meu carro. Furei o sinal vermelho, quase bati em uma velhinha para ela sair da minha frente, levei uma bela de uma multa de uma mulher que mais parecia o demônio e depois praticamente voei para o hospital.
Quando cheguei, Jessy estava andando de um lado para outro, sem saber o que fazer.
- Jenny! - Ela me abraçou e começou a chorar.
- Jill, os médicos não deram nenhuma informação sobre o seu pai ainda.
- Droga! O que realmente aconteceu?
Nos sentamos e ela começou:
- Desde antes de ontem, seu pai disse que estava sentindo muitas dores de cabeça, desse dia para cá, ela veio piorando muito, então quando ele começou a vomitar sangue, resolvi trase-lo para o hospital.
Olhei-a com tristeza, seu belo rosto estava mais pálido do que de um defunto, havia círculos escuros em volta de seus olhos e seu cabelo estava péssimo.
- Vá para casa, eu fico aqui e qualquer noticias eu lhe aviso.
- Não Jill, eu quero ficar aqui!
- Jennifer, por favor, vá para casa, eu fico aqui tomando conta de papai.
No começo ela hesitou, mas depois foi embora, muito tempo se passou até que meu celular tocou. Chris...
- Jill, onde você estar? Sua casa estar vazia, estou preocupado com você!
Achei tão bonitinho quando ele disse que estava preocupado comigo e respondi:
- Meu pai Chris... ele estar passando muito mal.
- Sinto muito Jill, qual o hospital você está?
- Chris você não precisa se ocupar comigo, fique em casa e descanse.
- Eu não vou conseguir ficar em casa enquanto minha parceira está em um hospital precisando de um ombro amigo.
Sorri e passei o endereço e ele disse que estaria em 20 minutos, dito e feito, 20 minutos se passaram e ele chegou.
- Jill?
Olhei para cima e vi o meu principe de olhos azuis e corpo perfeito olhando para mim, sem pensar, me joguei em seus braços e ele me segurou forte.
- Chris, acho que meu pai não vai sobreviver.
- Querida, não fique assim, se ele morrer, é porque chegou a hora, concerteza ele irá ficar em um lugar melhor.
- Você fala como se fosse legal.
- Eu sei que isso não é nada legal, você sabe muito bem que meus pais morreram em um acidente de carro, assim que eu sei muito bem que sua mãe morreu no seu parto.
- Já pensou os nossos pais fazendo uma festa no céu?
- Hahaha, muito engraçado, vamos nos sentar.
Sentamos e ele falou:
- Suspiro - Eu e Jessica terminamos.
- Quando?
- Hoje de manhã, eu sabia que isso não iria dar certo, mas eu fiquei tanto tempo sem dormir com uma munher que até dormir com uma canchorra ficou bom.
Ri, realmente que eu me lembre, a última namorada de Chris foiu na epoca dos STARS, sei que a gente já se pegou algumas vezes, mentira, foi só uma, mas nunca mais que isso.
- Obrigado por ter abrido meus olhos.
- Não entendi?
- Eu sei que você só queria me fazer feliz e com Jessica no meu caminho, isso não iria dar certo. Obrigado!
Ele me beijou de leve, não sei se ele errou a mira ou se fez de proposito, só sei que eu gostei. Foi mais um selinho, não chegou a ser um beijo. Nos separamos, ótimo, meu pai estar morrendo e a gente aqui se beijando.
- Jill, me desculpe, não era para ser ai.
- Tudo bem, eu gostei, não precisa ficar assim comigo, afinal de contas, não é a primeira vez que nos beijamos.
- Ok.
Ficamos conversando, até que um médico sai da sala de UTI e vem até nós, nos levantamos e ele pergunta:
- Senhorita Valentine?
- Sim sou eu.
- Seu pai... infelismente não resistiu e morreu...




Credo, o pai dela morreu, #LUTOETERNODICK. KKKK, sem brincadeira porque a morte é uma coisa que mata. Oi meu povo e minha pova, eu estou um pouco sem criatividade, então por isso que o capítulo ficou meio fraquinho, enpero que gostem. BEIREVIL!!!

domingo, 28 de julho de 2013

Conhecendo a Namorada de Chris - A História Não Contada/Reencontrando Um Velho Amigo

P.D.V. Jill


Cheguei em casa, chorando muito, então me joguei no sofá e fiquei relembrando o que tinha acontecido mais cedo, Chris entendeu errado o que tinha acontecido ali e ele ainda acreditou na doida da Jessica. Bem, vou contar o que realmente aconteceu...

Chris havia ido ao banheiro, enquanto eu e Jessica ficamos na sala, ela não parava de me olhar e então resolvi questionar:
- Por que você está olhando desse jeito para mim Jessica?
- Bem, tem um tempo que eu venho percebendo que Chris fica estranho quando está perto de você.
- Olha Jessica, eu e ele somos apenas amigos, não temos nenhum interesse romântico um pelo outro.
- Mas isso não quer disser que você não goste dele.
- Se eu gosto ou não gosto dele, não lhe diz respeito.
- Ah diz sim, porque ele é o meu namorado e não seu, então eu quero saber se ele está enterresado em outra vadia com você!
- Vadia é a sua mãe que te fez!
Começamos a brigar, o problema de brigar com uma mulher é porque elas só ficam puxando o cabelo da outra e eu sabia que se eu batesse pra valer, a coisa iria ficar feia para o meu lado.
 - Eu não vou deixar você ficar com Chris, sua cachorra! - Eu gritei.
- Ah é? Quero ver o que você vai me fazer para impedir de deixa-lo em minhas mãos?
- Você não presta Jessica! Eu não vou deixa Chris sofrer nas suas mãos, ele não merecer uma mulher com você, ele merece uma como...
Parei quando percebi que iria dizer que eu era a mulher ideal para ela.
- E quem é a mulher ideal para ele? Concerteza é você, né princesa?
Quando a soltei, a piranha teve coragem de pegar os vasos e jogar no chão e ficou gritando igual a uma louca. Depois ela pega um caco de vidro e cortou a propiá pele, como se eu a tivesse cortado. Logo Chris chegou e olhou o estado em que estávamos, Jessica logo correu para cima de Chris, falou coisa me incriminando e ele ainda acreditou, mas era um tapado mesmo!
Claro, eu fiquei imóvel, não falei nada, apenas ouvi o homem que eu amava disser para eu ir embora, eu obedeci, pequei minha bolça e quando ia caminhando até a porta, Jessica me deu um sorriso irônico, um sorriso de vitoria...

Depois de tudo que aconteceu, fui para casa, quase não acreditando no que aconteceu. Agora, aqui estou eu, sentada no meu sofá, com uma caixa de chocolate no colo, uma caixa de lenços na mesa de canto, chorando e assistindo Mickey e sua namorada, eu estava parecendo uma criança.
Alguém bateu na porta, limpei meu rosto e fui ver que era.
- Barry!
Barry Burton, o homem que eu considerava como o meu pai, seria ótimo ter uma pessoa a quem desabafar.
- Jill, por que você está chorando?
- Eu chorando? Que nada, foi só sua impressão.
- Não minta para mim, eu sei muito bem quando você está chorando.
- Tudo bem, eu estava chorando sim, agora entre, vou lhe contar tudo.
Ele entra e se senta no sofá, então fala:
- Quem diria, Jill Valentine assistindo desenho animado.
- É né, fazer o que. - Me sento ao seu lado e ele questiona:
- Por que você está chorando?
- Suspiro - Chris não confia mas em mim.
- Por que diabos ele disse isso?
- Bem, ele está obsecado pela aquela namoradinha dele e eu comecei a brigar com ela.
Contei toda a verdade, quando acabei ele disse:
- Vou falar com ele!
- Não Barry, por favor, não faça isso!
- Por que? Ele te magoou, eu tenho que conversar com ele.
- Barry... Deixa que eu resolvo isso, por favor.
- Tudo bem, mas você promete que não vai deixar isso passar em branco.
- Ok!
- Hum... Sim,bem, eu vi aqui para lhe convidar para uma festinha de amigos como sempre, hoje a noite.
- Defina "amigos"!
- As minha meninas Moira e Poly, Kaith, Claire, Leon e Chris...
- Ah, sinto muito, mas não vou!
- O que é isso Jill? Esquece o que aconteceu, você não vai recusar o meu convite só porque ele estará lá. Se ele não valoriza a sua amizade, é porque ele não te quer perto das outras amizades dele.
- Será Barry?
- Jill, assim como você, eu conheço Chris muito bem, apesar de ele ser carinhoso, também tem o seu lado rude. Eu não sou cego e sei que você o quer mais que apenas um amigo...
Engasguei e ele continuou:
- ... mas você tem que aprender que se ele só te quer como uma amiga, não fique triste, vai ter uma pessoa melhor do que ele e que te vai fazer muito mais feliz.
- Tudo bem, eu vou superar isso.
- Espero que sim, infelizmente vou ter que ir embora querida e você vai não é?
- Sim, eu vou!
Ele se levantou, me deu um beijo de despedida e foi embora, fiquei sentada no sofá assistindo um anime hetai, o que eu acho muito nojento e do nada meu telefone toca, no visor só apareceu que era um número confindencial.
- Alo?
- É Jill Valentine? - Era um homem que falava e tinha um sotaque latino.
- Sim é ela, o que deseja?
- Não está me reconhecendo?
- Sinto muito senhor, mais não me lembro de ninguém com o sotaque latino.
- Sou eu Carlos, linda!
- Carlos, me desculpe, mais eu realmente não me lembrei de você.
- Tudo bem, eu estou na cidade por um tempo e eu queria lhe ver.
- Ok! Onde?
- Acho que no Central Park é ótimo!
- Sim, vou estar ai em 20 minutos.
Assim que desliguei, vesti uma roupa descente, porque acho que ele não gostaria de me ver como uma mendiga, arrumei o cabelo e peguei a chave do carro. Dirigi até o parque, estacionei meu carro em uma vaga qualquer e procurei por Carlos. Quando o achei, me espantei, o rapaz estava mais diferente do que a última vez em que o vi, ele estava mais musculoso, mais moreno, com o cabelo parecendo um emo e estava mais aparente, sem duvida.
- Carlos? 
- Jill, você está mais linda do que nunca!
- Obrigada, eu digo o mesmo de você! Bem por que você está aqui?
- Bem, como você sabe, trabalho na B.S.A.A. sul-americana, então como tem as reuniões de equipe, me mandaram para cá.
- Até quando você vai ficar aqui em Nova York?
- 2 meses.
- Só isso? É muito pouco.
- É mesmo, e ai continua solteira?
- Estou mais lisa que sabão na mão de lavandeira.
- Hahaha, bem vinda ao clube, eu só sei que eu continuo apaixonado por você!
- Gosto da ideia, mas vamos com calma, cada coisa de sua vez. Hum, hoje tem uma festa na casa de Barry e eu queria saber se você que ir comigo.
- Cadê o seu parceiro de todas as horas?
- Prefiro não comentar sobre esse assunto.
- Tudo bem, eu aceito!
Ficamos conversando por um tempo, até dar a hora irmos embora.


~ Muitas Horas Depois~
~ 19:30 ~


Cheguei a casa de Barry, falei sobre Carlos e ele falou que não se importava sobre a sua vinda, cumprimentei todo mundo como era de costume, todo ficou conversando, menos Chris que estava em um canto mais afastado da sala onde estávamos, ele tinha uma expressão triste no rosto, sei por qual motivo.
O jantar foi servido, com tudo o que tínhamos direito, e depois fomos para a varanda conversar, apenas eu fiquei na sala, então Chris aproveitou a situação e veio até mim.
- Jill, podemos conversar?





 
Olá povo lindo! Desculpa pela demora para atualizar, mas to com pouco tempo de escrever, na verdade, nem escrever eu iria, pois eu estava sem créditos no celular, mas a TIM me deu créditos por eu ser uma boa garota! Brincadeira, não se espantem, mas a minha internet é pelo bluethooth.
Espro que gostem do capítulo que eu fiz com todo o amor, mentira! BEIREVIL!!!

sábado, 20 de julho de 2013

Turno 24 Horas

P.D.V. Jill


Cheguei em casa, estacionei meu carro e subi até meu apartamento. Abri a porta, deixei as chaves em cima do sofá e fui tomar meu banho. Enquanto a água quente caia sobre meu corpo e meus músculos foram relaxando, fui lembrando de mim e Chris. Será que ele gosta de mim tanto quanto eu gosto dele? Acho que não, pois se ele gostasse, não estaria com outra. Sai do banho assim que alguém bateu na minha porta, me vesti e fui ver que estava batendo.
- Claire!
- Jill, quanto tempo amiga. Puxa, você demorou tanto que eu já estava entrando em estado de decomposição!
- Hahaha, muito engraçado, é que eu estava tomando banho e não ouvi a campainha.
- Tudo bem, só estou brincando. Posso entrar?
- Claro!
Sai da frente da porta e deixei Claire passar, ela se senta no sofá e eu pergunto:
- Aceita alguma coisa para tomar?
- Não, mas aceito conversar com você! Você parece tão triste, o que aconteceu?
 Me sentei ao seu lado e disse:
- Bem, eu e Alex terminamos.
- Como assim? O que aquele velho te fez?
- Ele estava me traindo com outra.
- Quantas vezes te avisamos que ele não era o cara certo para você?
- Eu sei, eu deveria ter ouvido vocês, mas eu estava tão encantada com ele que me desliguei do mundo. Me desculpe!
- Tudo bem, vem cá, você e Chris nunca tiveram nada?
Acabei me engasgando com minha própria saliva e disse:
- De onde você tirou isso Claire?
- Ah, todo mundo fala isso, vocês dois são tão próximos um do outro, que dá para desconfiar.
- Não, só somos parceiros e melhores amigos.
- Ta mais parecendo uma amizade colorida!
- Prefiro uma amizade colorida, do que um relacionamento preto e branco.
Ela riu e questionou:
- Vamos para festa hoje?
- Claire, eu não estou com cabeça para ir em uma festa.
- Vamos, lá vai estar cheia de gente bonita, alguns gatinhos e você vai ficar mais linda do que já é!
- Eu não sou tão bonita assim.
- Garota, você é tão bonita que até Alexia Ashford acordaria do seu sono criológico de tanto recalque ele ela sentiria de você.
Ri e eu disse:
- Tudo bem, eu vou com você!
- Isso que se fala, vamos escolher uma roupa para você.
Subimos e depois de muito procurar por uma roupa, até que vesti uma saia curta preta com uma bota de salto alto e cano longo e uma blusa de botões.
- Você está parecendo uma rockeira mas tudo bem, vamos que já está na hora.
Saímos e entramos no carro de Claire, a viagem durou mais ou menos meia hora até que chegamos em uma boate um pouco afastada da cidade.
- Bem chegamos.
Saímos e entramos do grande salão onde várias pessoas dançando e se beijando e eu estava me sentindo um ''peixinho fora d'agua'', com aquele monte de gente. Claire logo se enturmou com o pessoal e eu fiquei sozinha, então resolvi me sentar no barzinho.
Assim que me sentei, um rapaz alto, musculoso e loiro, se sentou ao meu lado.
- Uma bela moça não pode ficar sozinha desse jeito.
- Para a sua informação, melhor sozinha, do que mal acompanhada.
- Claro, mas vamos nos conhecer melhor. Meu nome é Drew Willian e você?
- Jill Valentine.
- É um prazer conhecer você!
- Pena que não posso dizer o mesmo.
- Bebe alguma coisa?
- Sim, vodka vai bem.
- Whoa, bom gosto senhorita. Garçom, traga duas dose de vodka por favor!
Ele trouxe e ficamos bebendo, depois ele pediu mais e sempre aumentava a dosagem, ele só parou quando viu que eu já estava bêbada.
- Por que você não sobe naquele palco e começa a dançar um strip? - Ele sussurra no meu ouvido.
- Claro! - Sussurrei de volta.
Então sai do bar e subi no palco, como eu estava bêbada, eu não estava me controlando, comecei a dançar e tirar a roupa ao mesmo tempo, a única coisa que eu estava ouvindo era os homens gritando.


P.D.V. Chris


Eu estava assistindo TV quando o meu telefone toca.
- Chris, que bom que você atendeu, preciso da sua ajuda.
- O que foi dessa vez Claire?
- É a Jill, ela está dançando que nem uma louca aqui, acho que ela extrapolou na bebida.
- Jill? Onde vocês estão?
- Estamos naquela boate onde sempre tem as festa da faculdade.
- Ok, daqui a pouco chego ai.
Eu não acredito que Jill estava fazendo uma coisa dessa, peguei a chave do meu carro e dirigi com toda a velocidade onde as meninas estavam. Quando eu cheguei lá, Jill estava quase tirando o seu sutiã, corri no meio da multidão e consegui chegar no palco.
- Jill, para de fazer isso!
- Chris? O que você está fazendo aqui? - Ela perguntou meia grogue.
- Vim te tirar desse inferno.
Peguei suas roupa e tirei-a dali com todo mundo gritando: ''Sai dai e deixa ela tirar a roupa!'' Andamos até o banheiro feminino e a ajudei a vestir a roupa.
- Como você sabia que eu estava aqui?
- Claire me ligou. Como você  ficou desse jeito?
- Não sei, acho que foi um homem que me encheu de vodka.
Depois que ela se vestiu eu disse:
- Vamos eu vou te levar para casa.
- Não! Eu não vou!
- Ah, você vai sim!
- Eu não quero ir, você não manda em mim!
Peguei-a no colo e levei para o meu carro, ela se sentou no banco do co-piloto e eu dirigi até o nosso prédio.
- Você é um chato sabia!
- E você uma garota mal criada.
- Você poderia muito bem ter ficado em casa e ter me deixado me diverti.
- Para você ficar sendo chamada de puta? Não obrigado, temos uma reputação a zelar.
- Oh claro! Você sempre pensa mais em você e deixa os outro de lado.
- CALA A BOCA JILLIAN VALENTINE! SE VOCÊ QUE VIRAR UMA PUTA, QUE VIRE ENTÃO, MAS DEPOIS NÃO VENHA CHORAR NO MEU PEITO!
Ela ficou calada e apenas ficou me olhando com os olhos lacrimejantes e depois ficou olhando a paisagem. Quando chegamos, não falamos nada, apenas seguimos o nosso caminho.


P.D.V. Jill


Cheguei em casa e bati a porta com tudo, depois me joguei na cama e comecei a chorar, as palavras que Chris disse doeu demais, chorei tanto que até dormi. Acordei no outro dia as 09:00, meu deus, eu estava super atrasada e minha cabeça parecia que ia explodir. Tomei um banho super rápido, vesti o meu uniforme e dirigi até meu trabalho.
Quando cheguei, dei de cara com O'Brian, para a minha tristeza.
- Valentine, está atrasada!
- Desculpa O'Brian, mas o meu despertador não despertou.
- Só desculpo se você estiver com o relatorio da sua última missão.
Droga! Eu me esqueci completamente.
- Eu não fiz.
Ele respirou fundo e disse:
- O que está acontecendo com você Jill? Já são duas faltas e quatro atrasamentos só nesse mês. Você está piorando a cada dia, desculpa por desabafar, mas eu tive que falar.
- Tudo bem chefe, eu estou precisando mesmo de uma bronca.
- Bem, como punição você fica com o turno 24 horas e vai fazer o relatorio quatro vezes. Tudo bem?
Obviou que está tudo bem, eu não quero ficar sem o meu emprego.
- Claro.
Ele se despediu e eu entrei na sede, todo mundo ficou me olhando com cara de quem comeu e não gostou. Entrei na sala de trabalho e todos me encararam. Ignorei o fato e me sentei a mesa e comecei a fazer os meus relatórios.


~Muitas horas depois~
~18:30~


Era a hora de saída do pessoal, as vezes eu e Chris ficávamos para fazer as últimas revisões do nosso trabalho e hoje era um dia. Finalmente terminei o meu último relatório e Chris estava preenchendo alguns papeis, me levantei e fui falar com ele, mas eu acho que ele não estava com um bom humor.
- Chris, podemos conversar?
- Sim, mas rápido porque eu preciso trabalhar.
- Desculpa por ontem, eu não queria ter falado aquelas coisa para você.
- Tudo bem, eu também tenho que me desculpar. Eu realmente me preocupo com você e sempre vou querer o seu bem, você sabe disso. não quero que minha melhor amiga fiquei com fama de corrimão.
Ri e bocejei.
- Você está com sonho nê? - Ele me perguntou.
- Sim, o turno 24 horas é muito cansativo.
Ele se levanta e se senta no sofá que tinha na sala e depois fica me encarrando com cara de safado.
- O que você está pensando Redfield?
- Bem que você poderia começar a dançar aqui já que estamos sozinhos. Brincadeira, vem cá e vamos dormir.
- Não que isso, você precisa ir para casa e ficar com sua namorada.
- A minha namorada não está nem ai para mim, vem cá agora.
Caminhei e me sentei ao seu lado e coloquei a cabeça em seu ombro e ele colocou o braço em volta de mim.
- Tenha uma boa noite Jill!
- Será impossível não ter. Boa noite Chris.
Depois de minutos, eu estava dormindo.



Olá meus querido leitores! Estou praticamente em estado de decomposição pois o meu dia foi puxado hoje, mas pelo menos consegui postar alguma coisa. Esse capítulo é bem grande, porque eu fiquei três dias sem postar nada e então tive que recompensar você vocês. Espero que gostem e se a próxima semana eu ficar sem postar é porque eu estou fazendo um teste para ser beta reader no Nyah! Fanfiction, me desejem sorte! BEIREVIL!!!