sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Um Cachorro Chamado Dick

P.D.V. Chris


Estávamos eu e Jill no meu carro rumo ao nosso prédio, então me vem uma duvida na cabeça e eu pergunto:
- Por que a sua família tem um cemitério particular?
- Bem, o meu bisavô era muito rico enquanto era vivo e tinha muitas terras que não utilizava, então ele resolveu fazer aquele cemitério para enterrar os seus familiares.
- Whoa, legal. Quer dizer, em outro sentido.
Ela ri da minha cara, me fazendo de bobo, não sei nem porque falei aquilo. Enquanto eu dirigia pela avenida que levava ao nosso bairro, havia uma exposição de animais e resolvemos parar, eu amo animais e Jill também, essa qualidade fazia com que eu gostasse mais dela. Andamos e vimos vários cachorros e gatos, um mais lindo do que o outro, mas teve um que me chamou a atenção pelo fato de ser um filhote de Husky Siberiano, eu sabia que Jill era louca para ter um, mas com a nossa vida corrida, nunca tivemos tempo de comprar um animal de estimação.
- Jill, olha esse filhotinho aqui!
Ela se aproxima da pequena caminha em que o cachorro estava sentado e passa a mão sob o pelo macio do cachorro.
- É muito lindo Chris!
- Quer ele?
Ela olha para mim com cara de questionamento.
- Chris, você não precisa se preocupar comigo.
- Não é isso, daqui alguns dias é natal, então estou garantindo seu presente.
- Puxa Chris, obrigada!
O atendente veio nos atender:
- Boa noite! O que o casal de namorados desejam?
Rimos com a pergunta do atendente, Jill cora ligeiramente até ficar com o rosto parecendo um tomate.
- Você nos interpretou mal, somos apenas amigos. - Jill respondeu meia sem graça.
- Vá por mim, os melhores romances sempre começam com os melhores amigos. - O vendedor rebate.
- Bem, não estávamos aqui para discutir sobre nosso relacionamento, quero saber qual é o preço desse filhote.
- Desculpe pelo mal entendido! Hum... esse é de graça, pois como seus irmão já foram todos vendidos, duvido que alguém passe por aqui a essa hora da noite para compra-lo, então pode levar.
Sorrimos com que o vendedor falou, o rapaz loiro entrega o cachorro com a caminha para Jill e depois vai embora, andamos mais um pouquinho para que pudéssemos comprar a uma tigela para ele comer e depois entramos no carro para ir para casa.
- Como vai se chamar o cachorrinho? - Jill pergunta.
- Não sei, o cachorro é seu, você que decide qual nome vai colocar.
- Ei, você também vai me ajudar a cuidar dele.
- Claro que sim, vou ser o pai dele.
- Então você está se intitulando de cachorro?
- Hahaha, não teve graça e você é a mãe dele.
- Ta me chamando de cachorra Redfield?
- Não sua cadela!
Rimos e conversamos muito, o nome do filhote foi Dick, em homenagem ao pai de Jill. Depois de dirigi mais um pouquinho, chegamos no nosso apartamento. Dick já havia dormido nos braços de Jill.
- Cuide dela garoto! - Digo afagando o pelo sedoso do animal.
- Mais fácil eu cuidar dele do que ele cuidar de mim. - Jill disse brincando.
Dei um beijo em sua bochecha, quase perto da boca e depois fomos para nossos apartamentos.





Olá gente! Desculpa se o capítulo não ficou muito legal, é que eu estou sem disposição e criatividade para escrever. Bem, eu ganhei um casal Husky Siberiano ontem, o nome deles é Chris e Jill, por que será? KKKK, bem espero que gostem. BEIREVIL!!! :-)

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Contando a Verdadeira História

P.D.V. Jill


Após todos terem ido embora, abraço-me com Chris e começo a chorar.
- Jill, por que você está chorando só agora?
Me afasto um pouco para que eu pudesse encarrá-lo.
- Eu aprendi que chorar por alguma coisa, é como aceitar um acontecimento e eu não queria chorar na frente dos nossos amigos, isso é como se eu tivesse demostrando minha fraqueza.
- Entenda Jill, apenas uma pessoa muito forte e corajosa consegue demostrar suas fraquezas para as outras, você não pode esconder para si mesma que seu pai morreu, porque vai chegar uma hora que sua mente vai começar a perturba-lá.
- Eu sei, foi por isso que eu comecei a chorar, porque não aguentei guardar essa magoa dentro de mim.
- Você quer desabafar tudo que  está guardado dentro de você?
- Você não vai querer ouvir uma história igual a minha.
- Claro que vou, afinal de contas, a minha vida não foi nenhum mar de rosas.
Sorri, afinal de contas, ele sabia o que eu estava passando. Nos sentamos em um banco próximo de uma árvore de salgueiro, Chris passa o braço pela minha cintura e faz com que meu corpo fique colocado ao seu, me passando calor, pois já estava ficando frio.
- Comece a contar sua história desde quando seus pais se conheceram até a época dos S.T.A.R.S.
- Bem, meus pais estudavam na mesma escola, na época ela tinha 15 anos e ele 17. Tudo começou quando ela assistiu um treino dele de futebol e ela se apaixonou por ele, só que sempre pensou que não teria nenhuma chance com ele, pois um capitão do time de futebol não iria dar bola para uma nerd. Então teve um baile de fim de ano e poderia escolher quem quiser, então, dentre todas as patricinhas do colégio, ele escolheu Sarah, minha mãe...
- Whoa, que história interessante, continue.
- ... o baile foi lindo, eles acabaram ficando debaixo de um visco e acabaram tendo que se beijar e dai começou o namoro. Um tempo se passou, eles completaram o ensino médio e então planejaram em ter um filho, que era o sonho dos dois. Tentaram e tentaram e nada de ela engravidar, então foram ao medico para saber o que estava acontecendo e o medico informou que ela não poderia ter filho. Os dois ficaram chocados e brigaram muito, mas não deixaram de fazer você sabe o que. Meses se passaram e minha mãe descobre que estava gravida, foi um milagre que nem os médicos acreditaram. Tempo se passou e chegou a hora de me nascimento, foram para o hospital e o medico disse que a gravidez era de risco, pois minha mãe tinha uma saúde frágil, então ou era eu ou ela e ela preferiu morre.
- Nossa, sua mãe era uma guerreira.
- Concerteza, bem continuando, meu pai ficou me culpando por um tempo por ter praticamente matado minha mãe e eu ficava muito triste com isso, mais depois aprendi a ignorar as coisas. Quando completei 12 anos, meu pai me ensinou tudo que eu precisava saber para virar um ladra nata, tanto é que sei arrombar todos os tipos e então ele começou a me levar nos assaltos. Quando completei 15 anos, meu pai foi pego e preso pela policia da Carolina do Norte e disse para eu seguir outro caminho e que outro Valentine na cadeia era demais. Então depois que terminei o ensino médio, entrei para a Força Delta do Exercito americano, onde conheci várias pessoas influentes que me recrutaram para os S.T.AR.S. em Raccoon. Bem, daqui para cá você já sabe o que aconteceu. Ufa! Foi bom desabafar, obrigada Chris.
- Não tem de que Jill, bem vamos ter que ir agora porque já está tarde. 
Nos levantamos e Chris coloca seu paletó para que eu pudesse me proteger do frio, enquanto estávamos caminhando até o carro, dei uma última olhada para o tumulo de meu pai.
Descanse em paz, papai...




Oie gente linda!!! Dessa vez o capítulo veio de trem bala em vez de jegue, mas entre mortos e feridos, todos salvos. Lágrimas estão escorrendo pelo meu rosto enquanto estou lendo o capítulo, SÓ QUE NÃO! Não liga não, sou retardada desse jeito mesmo. Bem, espero que gostem e não deixem de comentar. BEIREVIL!!!!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A Despedida

P.D.V. Chris



Fui para o meu apartamento e fechei a porta atrás de mim com raiva. Por que que eu estava com raiva? Vou explicar, de um tempo para cá, vim despertando um sentimento estranho por Jill, um sentimento que ia muito além de uma simples amizade ou um ato de companheirismo, uma necessidade de protogê-la custe o que custar e ama-la até o meu ultimo suspiro de luta, mas quando eu iria confessar esse sentimento que estava preso dentro de mim para ela, encontro a mesma beijando um cara que só porque a salvou de Raccoon City, já virou um herói, mas no fundo, eu serei eternamente grato por ele ter salvado a vida dela enquanto eu não estava por perto.
Sai do meu delírio quando alguém bate na porta, então caminho preguiçosamente para ver que estava me chamando. Abri e vi que Jill estava encostada na porta.
- Chris, posso conversar com você?
Fingi que estava com raiva e deixei-a entrar, fecho a porta e ela começa:
- Chris, eu não sei se você está com raiva de mim ou não, mas eu quero pedi desculpas.
- Desculpas pelo o que? Eu não controlo a sua vida e só sai porque aquele era um momento intimo e eu não queria atrapalhar.
- Não! Não era um momento intimo, foi Carlos que me agarrou, eu tentei afastar, mas ele é mais forte do que eu e eu dou graças a Deus por você ter chegado a tempo.
O tom de voz de Jill era quase desesperado, beirando ao choro.
- Eu sinto muito Jill.
- Você não tem nada do que senti, e o que você queria falar comigo?
Pensei seriamente se aquela era a hora certa de falar que eu a amava, pensei por mais um pouco e resolvi que não falaria nada.
- Não foi nada Jill, só iria dizer para não esquecer o velório de seu pai.
- Ah sim, eu vou para casa me trocar. Você pode me dar uma carona até o cemitério?
- Claro que sim, só vou me arrumar e te espero no estacionamento.
Ela sai e fecha a porta atrás de si, então caminho até o meu quarto onde coloco um terno, me passo perfume, pego minha carteira e as chaves do carro.
Desci as escada e esperei por Jill, que logo apareceu usando um vestido preto que chegava até o joelho e uma bota preta de salto médio que chegava também ao joelho. Seus belíssimos olhos azuis estavam vermelhos por causa das lágrimas e mesmo com quase um quilo de maquiagem para desfasar o enchamento dos olhos e não adiantou muita coisa.
- Vamos Chris!
Entramos no carro e dirigi até o cemitério dos Valentine, que se localizava no subúrbio de Nova York. Não falamos nada no caminho e o silencio era ensurdecedor, a não ser pelo fato de Jill está fungando no banco do passageiro.
Chegamos. A maioria dos nossos amigos estavam presentes, como Rebecca, Kaith, Barry, Moira e Poly, O'Brian, Parker, Keith, Quint, o pessoal do Alpha da B.S.A.A e etc.
O padre responsável pelo velório começou a falar diante do caixão.
- Bem, primeiramente, obrigado a todos que aqui estão presente! Hoje, iremos despedir de Richard Valentine, que apesar de suas arte manhas, era um homem de um coração muito grande, que sempre se preocupava com os outros antes de si. Todos sabemos que ele não era santo, mas isso não importa. Jill, você gostaria de falar alguma coisa?
Ela olha tristemente para o caixão na sua frente e responde: - Não, só queria agradecer a todos que estão aqui, muito obrigada mesmo!
Todos sussurram um "de nada" e o padre começa a rezar um ave Maria. Após a reza, os ajudantes fecham e colocam o caixão a sete palmos da terra. O estranho foi que, ao ver a cena, Jill não derramou uma lágrima se quer, eu estava começando a achar que ela tinha chorando tanto, que não havia mais lágrima para derramar. Assim que fecharam o túmulo, nossos amigos vieram dar seus pêsames pela morte de Dick, Jill agradeceu a todos, que foram embora aos poucos. Já estava noite quando todos foram embora e Jill realmente começou a chorar.
No começo fiquei assustado com a reação, mas depois entendi, ela não queria chorar na frente dos outros...





Oi pessoal! Antes que alguém queira me matar por causa da uma semana que fiquei sem postar nada, vou explicar o que aconteceu. Minhas aulas começaram e como estudo em horário integral, chego tarde em casa, então não dá tempo para escrever. Essa semana to tendo muita tarefa de matemática e to tendo que fazer um curso pela escola, então meu tempo está super apertado, mas não se preocupem, demora, mas um dia chega! BEIREVIL!!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Encontro dos Meus Dois Melhores Amigos

P.D.V. Jill


Acordei abraçada com um travesseiro, olhei para o despertador e percebi que era a hora de eu ir trabalhar, me levanto e vou até a cozinha beber um pouco de água e na geladeira e havia um papel pregado na mesma, que logo reconheci que era de Chris:
Jill, desculpa sair sem avisar, mas você estava dormindo tão profundamente que eu tive pena de lhe acordar. Cuidei de todos os papeis de seu pai e infelizmente o enterro dele será hoje ao por do sol, também conversei com O'Brian e ele deu para você três semanas de folga por causa do acontecimento, se precisar de mim, estou em casa e se eu não estiver, pode me ligar. E não se esqueça de avisar a Jenny sobre o que aconteceu com Dick!                      Chris.
Senti até um aperto no coração quando pensei que teria que falar com minha segunda mãe sobre o acontecimento, reuni todas as minhas forças e coragem e liguei para Jennifer.
- Jenny, eu quero lhe contar uma coisa!
- Jill, o que foi? Sua voz está em um tom de tristeza.
- Suspiro - O papai morreu...
- O QUE??? Jill, não brinque com uma coisa dessas, fale a verdade!
- Essa é a mais pura verdade Jennifer. Eu também não acreditei no começo, mas o doutor disse que o papai estava com um câncer grave na região do celebro e não poderiam fazer nada.
- Realmente, Dick sempre reclamava de fortes dores de cabeça e eu sempre dizia para ele procurar um medico, mas não, ele resolveu não indo e deu no que deu!
A essa altura do campeonato, Jennifer já estava chorando e sussurrando algumas coisa que eu não entendi.
- Jenny, você sabe onde a minha família foi enterrada?
- Sei, é o cemiterio dos Valentine.
- Meu pai vai ser enterrado lá, ao por do sol.
- Tudo bem então. Obrigada por me avisar Jill.
- De nada, precisando é só chamar.
Desliguei e ouvi alguém tocando a campainha e abri para ver que era. A pessoa era Carlos, que segurava um buque de tulipas brancas e rosas, que era as minha favoritas, mas o estranho que apenas Chris sabia do meu gosto e nenhuma pessoa a mais.
- Bom dia linda, olha o que eu trouxe para você! - Ele me entrega as flores e eu agradeço.
Deixei-o passar, o seu perfume masculinos era ótimo e deixou um rastro na sala.
- Carlos, desculpa perguntar, mas como você sabe que eu gosto de tulipas?
- Querida, um grande magico não revela os seus truques. To brincando, eu realmente não sabia, mas a vendedora disse que essas era uma das mais bonitas, bem, pelo menos agora eu seu sei o seu gosto.
Coloco as flores em um vaso que estava em uma mesinha próxima do sofá, enquanto isso, os braços de Carlos circulam a minha cintura, me senti nervosa e me viro para encara-lo e sou surpreendida com os seus lábios nos meus. O beijo era calmo e suave, hesitei por um tempo, mas não resisti e me entreguei, enquanto estávamos assim no meio da sala, ouso uma voz conhecida:
- Jill, eu preciso lhe contar...
Paro imediatamente quando percebo que Chris estava na porta e nos olhava chocado, eu realmente não gostaria que ele estivesse visto isso.
- Chris, desculpa eu não sabia que você vinha
- Não Jill, eu que tenho que me desculpar, eu não tenho que me entrometer na vida pessoal de vocês.- A voz de Chris estava chorosa, como se estivesse querendo chorar.
Ele sai pela mesma porta que entrou, Carlos deu um sorriso sínico, vitorioso e eu logo percebi isso.
- Carlos vá embora por favor!
- Mas acabei de chegar linda!
- EU JÁ DISSE PARA VOCÊ IR EMBORA!!!
- Tá bom, estou indo..,
Ele sai e eu fecho a porta, me escoregando pela mesma até cair no chão. Coloquei o rosto entre as mão e pensei: O que será que Chris queria falar comigo?






Olá! Desculpa se o capítulo foi pequeno, mas como as aulas já começaram, to sem tempo para escrever, espero que gostem!!! BEIREVIL!!!

sábado, 3 de agosto de 2013

Apenas Uma Noite Com a ''Amiga''

 P.D.V. Chris


- Infelizmente o seu pai morreu!
- Por que você não fez nada para que ele vivesse mais?
- Senhorita Valentine, seu pai estava com um câncer em um estado avançado no celebro e infelizmente chegou a sua hora de ficar com o todo poderoso.
- Argh! Eu tenho raiva que tudo o que você fala, coloca Deus no meio.
- Mas você não acredita nos milagres que ele já fez?
- Se realmente ele existisse e fizesse milagres, eu não teria perdido as pessoas que eu amo.
Jill esperneava com o medico que dizia para ela se acalmar, como não deu muito certo, eles aplicaram uma pequena dose de solifero para que ela pudesse dormir. Assim que ela adormeceu, cuidei dos papeis do morto, ops! Do pai de Jill e depois que terminei, levei-a para sua casa, no caminho ela já estava acordando e não entendeu muito bem como aconteceu as coisas.
- Chris, me diga que tudo não passou de um sonho ruim.
- Não Jill, infelizmente não foi apenas um sonho ruim, ele realmente não está mais entre nós.
- Não pode ser, faz apenas uma semana que eu falei com ele e meu pai aparentava estar bem e agora ele simplesmente morreu.
- Jilly, chegou a hora. Todos nós, querendo ou não, vamos morrer um dia, não podemos impedir.
- Eu não quero perder você! - Ela disse entre soluços.
- Eu também não quero te perder, sempre estarei ao seu lado para salva-la. - Tirei uma mão do volante e passei em sua cocha para lhe trazer conforto, ela ficou meia constrangida mas depois acariciou a minha.
- Obrigada!
Assim que eu tirei minha mão, Jill suspira e fala:
- Será que você poderia ficar essa noite comigo? Eu não quero ficar sozinha...
- Claro que sim.
Ela dar um sorriso triste, mas bonito. Não demorou muito para chegarmos,não cumprimentamos ninguém, apena seguimos em silencio até o apartamento de Jill, assim que entramos me espantei. Apesar de sermos amigos, era raro eu ir em seu apartamento, ele era bem decorado, com vários trofeus e medalhas que conquistamos ao longo desse tempo na B.S.A.A., as paredes eram pintadas de azul e branco, suas cores favoritas, mas não foi por isso que me espantei. Jill sempre foi uma pessoa que gostava de lugares limpos e bem arrumados, mas a sua sala estava com se estivesse passado um furacão, havia varias caixas de bombom espalhado pelo chão, lenços de papel ''enfeitavam'' a mesa entre os sofás e havias caixas de filmes em hentai (pornô japonês).
- Por favor não repare a bagunça, é que eu não tive muito tempo para arrumar.
- Não precisa se preocupar, o meu também não ganhou o premio de mais arrumado de Nova York.
- Hahaha, aposto que não, bem eu vou tomar um banho, fique a vontade.
- Jill, só uma perguntinha. Por que esses filmes de hentai estão por aqui.
Ela fica meia constrangida e depois fala:
- Digamos que eu assisto quando não tenho nada para fazer.
- Posso assistir?
- Por tanto que você não se masturbe, tudo bem.
- O que foi baby? Você tem medo de ver minha masculinidade?
- Você é muito convelido Redfield e não! Apenas por motivos pessoais, pensando bem, por que você não faz o jantar? Estou morrendo de fome.
Sorri e fui fazer o jantar, enquanto eu estava concentrado na comida, Jill veio por trás e perguntou:
- O que o senhor estar fazendo?
- Bolo de carne senhora.
Me virei para encara-la e percebi que Jill estava apenas de toalha e com a mão na cintura, fiquei parece um bobo olhando para aquele corpo perfeito na minha frente, minha vontade foi de abraça-la e não deixar ela sair.
- CHRIS!
Sai do meu transe e falei:
- Desculpa, eu estava pensando em uma coisa aqui.
- Sei... bem eu vou me vestir.
Ótimo Redfield, você fica praticamente babando na frente de sua amiga, muito bonito! Depois que o meus subconciente me deu uma bela de uma bronca, coloquei o almoço e fomos comer. Jill apenas brincou com a comida e não comeu:
- Jill o que foi? A comida não está boa?
- Não, está maravilhosa. Apenas estou cheia.
- Você não comeu nada!
-  Eu tó com ânsias de vomito terrível, desculpe-me.
- Tudo bem, é pelo o que aconteceu com o seu pai, não é?
- Sim... tá certo que ele não foi o pai que eu pedi a Deus, mas era o meu pai.
- Eu sei o que você está passando. Por que você não dorme um pouco, já está anoitecendo.
- Você tem razão. E você, onde vai dormir?
- Eu me contento com o sofá!
- Negativo, não vou deixar você dormir no meu sofá, afinal de contas, você é meu convidado.
- Tá então a onde eu vou dormir?
- Na minha cama.
O que? Eu dormindo junto com Jill? Isso não iria dar certo.
- Ok.
Subimos as escada que davam aceso ao quarto de Jill, entramos e percebi que ele era realmente lindo. Ele era todo pintado de azul bebe, com vários quadros como os dos STARS reunidos na frente do helicóptero, os onze originais da B.S.A.A. e nossas fotos depois que havia terminado uma missão, sempre fazíamos isso, como se fosse um premio por ter concluído em segurança.
- Você vai dormir ou não? - Pergunta Jill.
- Não posso dormir com essa roupa e eu to com preguiça de ir em casa.
- Durma só de cueca e camisa, não tem ninguém além de mim e você aqui.
- Tudo bem.
- Vamos tire!
Comecei a tirar devagar, Jill ria com a minha cara enquanto eu puxava a calça, assim que tirei, me deitei na cama, que cheirava a lavanda. Jill foi se trocar no banheiro e quando voltou, estava vestida com uma camisola transparente que chegava um pouco acima do joelho e abraçava as suas curvas perfeitas, fiquei olhando até ela ficar constrangida e se deitar na cama.
- Boa noite Chris!
- Boa noite Jill!
As luzes foram apagadas e apenas a luz do luar iluminava tudo, eu não conseguia dormir, não sei se é porque é difícil dormir em uma cama que não é a nossa ou por estar ao lado de Jill, então fiquei apenas encarando o teto. Então no silencio da noite, escuto uma fungada, como se alguém estivesse chorando, no inicio eu hesitei, até ouvir novamente. Olhei por cima de Jill e percebi que seu rosto estava coberto por lágrimas.
- Jill, por que você está chorando? - Sussurrei em seu ouvido.
Ela abre os olhos e me encara com seus olhos vermelhos.
- Eu tive um pesadelo terrível com você e meu pai.
- O que acontecia?
- Vocês dois morriam.
Puxei-a sobre mim e ela coloca sua cabeça em meu peito e eu fiquei acariciando o meu cabelo.
- Pare de chorar, os pesadelos não iram mas te perturbar.
Depois de muito tempo, ela consegue dormir e eu depois, também consegui.






Bem pessoal, demorou mas chegou! To um pouco sem tempo e criatividade para postar alguma coisa, logo agora que as aulas já começaram. Espero que gostem do capítulo, porque foi o máximo que eu pude fazer. BEIREVIL!!!