sábado, 21 de dezembro de 2013

Se preparando para um nova missão

P.D.V. Jill
~Flashback on~
Tudo aconteceu muito rápido, primeiro eu estava cuidando do ferimento de Chris, depois começamos a conversar e quando me dei conta, meu parceiro já estava por cima de mim, com os lábios praticamente sobre os meus.
Eu realmente queria que isso continuasse, mas ao mesmo tempo não queria. Tenho medo que o meu amor por ele não seja correspondido... Saio rapidamente de onde eu estava deitada e Chris me encara como se não estivesse entendendo nada.
- Jill, eu sinto muito...
-  Não Chris, eu que tenho que pedir desculpas...
~Flashback off~
Meses se passaram depois que tudo isso aconteceu, naquele dia, Chris me pediu desculpas varias vezes, não sei porque e eu me senti como uma idiota por não ter coragem de novo em dizer o que eu sinto de verdade. Agora eu estou aqui, debruçada em minha janela e olhando para a rua lá embaixo.
Tudo parecia tão parado, sem graça. As pessoas caminhavam lentamente curtindo o sol que apareceu um pouco tímido para esses lados de Nova York. De repente, meu telefone toca ao longe e eu caminho para atender.
- Alô?
- Jill, sou eu, OBrian...
- Ah sim. Como vai diretor?
- Eu estou bem. Preciso que você e Chris venham aqui na sede, porque chegaram novas informações sobre Wesker.
Meu coração travou quando eu ouvir o nome desse cara.
- Você tem certeza do que está falando?
- Absoluta Jill. Agora venha o mais rápido possível para a sede e não se esqueça de chamar Chris.
- Tudo bem.
- Ah e mais uma coisa... Não fale para ele do que se trata.
Desligamos o telefone e me sento um pouco no sofá para colocar as ideias no lugar. Não é possível que esse bastardo ainda está vivo, vagando pelo mercado negro.
Levanto-me com um pouco de dificuldade e vou para o meu quarto trocar de roupa.
P.D.V. Chris
Eu estava no banheiro fazendo minha barba, quando alguém bate na minha porta. Surpreendo-me quando vejo que era Jill.
- Jill? O que você está fazendo aqui tão cedo?
- Desculpa Chris, mas OBrian chamou a gente para uma reunião agora.
- Aconteceu alguma coisa?
Ela hesitou um pouco, mas logo respondeu:
- Não, bem eu acho que não. O diretor não falou nada. Apenas disse que tínhamos que estar lá o mais rápido possível.
- Ok, só vou trocar de roupa e já estamos indo.
- Hahaha, por que você não vai de toalha mesmo? Fica bom!
- Vai sonhando Jill.
Entro no meu quarto e escolho uma roupa que seja propícia para reuniões. Pego minha carteira e a chave do carro e desço de volta para a sala, onde Jill me esperava sentada.
- Vamos?
- Claro!
Saímos do nosso prédio e entramos no meu carro. Enquanto eu dirigia, percebo que Jill estava um pouco calada, apenas olhando a para a paisagem lá fora.
- Jill?
Ela não responde, parecia estar perdida em seus pensamentos, alguma coisa tinha acontecido. Tiro uma das minhas mãos do volante e coloco em sua perna, ganhando sua atenção.
- Você falou comigo Chris?
- Sim, o que aconteceu com você?
- Ah nada não... Por que perguntas?
- Você está tão calada, desde quando você me cumprimentou mais cedo.
- Er... Ela gagueja um pouco Não aconteceu nada, você não precisa se preocupar.
- Tudo bem, mas se alguma coisa estiver incomodando você, pode falar ok? - Ela sorri e eu retribuo.
Continuo dirigindo até que chegamos na sede da B.S.A.A.. OBrian estava sentado na sala principal estava esperando por nós.
- Valentine e Redfield, que bom que chegaram! Eu preciso conversar imediatamente com vocês dois.
Fomos para a sala de reuniões, nos sentamos no nosso lugar de sempre e o diretor começou a falar:
- O que eu vou falar, interessa muito a vocês dois, principalmente a você Chris...
- A mim? Por que?
Ele liga o projetor e aparece a imagem de um cara loiro encapuzado.
- Há um tempo atrás recebemos uma informação um pouco assustadora. Nos disseram que no meio de uma floresta na Rússia, havia uma mansão idêntica a de Arklay. Fomos investigar e realmente existe essa mansão e ela pertence a Spencer. E descobrimos também que Wesker pode estar vivo.
Minha respiração praticamente travou em minha garganta. Wesker vivo? Isso não poderia ser verdade.
- Diretor OBrian, você tem certeza que Albert Wesker ainda está vivo?
- Certeza absoluta agente Redfield. Bem, eu vou mandar vocês dois para essa missão.
- Mas diretor, não podemos ir sozinhos. Jill fala.
- Eu mandarei uma equipe com vocês, para o caso de alguma coisa acontecer.
- Tudo bem, a que horas iremos sair? Questiono.
- Bem, eu vou mandar o helicóptero partir às 10 da noite, mas venham uma hora antes para vestirem o uniforme e ficarem mais preparados. Estão liberados.
Saímos da sala de reuniões e fomos direto para o estacionamento.
- Eu ainda não acredito que aquele cara está vivo. Comenta Jill.
- Eu também não, pensei que aquele filho da mãe estava queimando no mármore do inferno.
- Bem, ele vai queimar quando pegarmos e matarmos ele.
Rimos com o comentário dela e entramos no carro para ir para casa. Só achei estranho o fato de Jill não ter se espantado com a noticia que Wesker está vivo.
- Jill?
- Fale...
- Percebi que você não ficou muito impressionada quando soube que Wesker estava vivo.
Ela vacilou um pouco e responde:
- Hum... Eu já sabia sobre isso...
- Você... Sabia?
- Sim. OBrian me ligou de manhã cedo e me avisou.
- Por que você não me contou? Nunca escondemos nada um do outro.
- Desculpa, mas o diretor pediu sigilo, eu e ele sabemos que você é pavio curto.
- Sim, mas não custava nada ter falo para mim.
- Chris, não fui eu que quis fazer isso, foi OBrian que pediu, então não brigue comigo.
- Tudo bem, não é culpa sua. Quer ir pro meu apartamento?
P.D.V. Jill
- Ah, claro. Se não for um incomodo.
- Claro que não bobinha.
- Tudo bem, se você insiste.
Chris continuou dirigindo. Senti uma coisa esquisita sobre essa mansão, como se alguma coisa fosse dar errado. Nunca senti isso, nem nas missões mais perigosas, mas agora senti. Resolvi esquecer isso, talvez eu estivesse errada e que nada de ruim iria acontecer, afinal de contas eu vou estar com Chris, e ele nunca deixaria que algo de ruim acontecesse comigo.
Finalmente chegamos, Chris estaciona o carro na garagem e depois subimos para o apartamento dele, que primeira vez na vida está tudo arrumado.
- Meu Deus, o que aconteceu aqui?
- Pelo que eu saiba, nada. Por que?
- Porque está tudo tão arrumadinho. Os Redfields tem o costume de ser bagunceiros.
- Ei, minha irmã não é tão bagunceira assim.
- Tem certeza? A ultima vez que eu fui na casa dela, tinha pizza até dentro do banheiro.
- Claire não bate muito bem da cabeça. Você quer chocolate quente?
- Só se você me deixar ajudar.
- Tudo bem, vamos.
Fomos para a cozinha, Chris estava fazendo o chocolate, enquanto eu estava pegando os copos. Uma sensação estranha correu pelo meu corpo e eu acabei deixando o copo cair.
- Jilly, o que aconteceu?
Não respondi, apenas comece a chorar e meu parceiro rapidamente veio me abraçar.
- Hey, o que foi?
- Chris eu estou com medo.
- Medo de que?
- Medo dessa missão. Alguma coisa vai dar errado. Ele se afasta e fica me encarando.
- Nada vai acontecer, ok? Agora para de chorar porque eu não quero ver você chorando. Ele fala enquanto limpava minhas lagrimas. Vai dar tudo certo, eu vou proteger você, não se preocupe. Eu vou cuidar de você.
- Meus soluços pararam e eu o ajudo a pegar os cacos de vidro que ficou espalhado pelo chão. Depois voltamos a fazer a bebida. Conversamos bastante, até dar 8:00 da noite e então saímos. Tudo parecia estar tão melancólico e sem vida.
- Não havia pessoas passando pelas ruas, havia apenas algumas prostitutas querendo ganhar dinheiro para se sustentarem. Chegamos na sede e fomos cumprimentados pelo pessoal do turno da noite, nosso capitão veio nos cumprimentar.
- Olá meus agente favoritos! Estão preparados para a missão?
- Sim, apenas um pouco com sono.
- Ah, mas tudo bem, assim que isso tudo acabar, vocês poderão descansar a vontade. - Bem, eu vou ter que me vestir, com licença.
- Claro Valentine, eu e Redfield iremos conversar um pouco.
P.D.V. Chris
- Assim que Jill saiu nosso capitão falou:
- Você está apaixonado por ela, não é?
- Senhor...
- Chris, por enquanto esqueça que eu sou seu superior, me veja apenas como um amigo.
- Tudo bem.
- Agora me responda, você está ou não apaixonado por Jill?
- Sim, eu estou apaixonado por ela.
- Eu já tinha percebido esse seu comportamento estranho quando está perto dela e realmente, ela é uma garota de ouro.
- Mas eu não sei se ela sente o mesmo por mim.
- Talvez sim, Jill é um pouco tímida nesses assuntos.
- Sim, eu vou tomar coragem e contar tudo para ela.
- Esse é meu garoto! Disse ele dando leves tapinhas em minha costa. Vou falar para o piloto ligar o motor do helicóptero.
- Ok.
Ele pega o elevador e vai para o heliporto, fico pensando um pouquinho no que ele disse e volto a realidade assim que Jill toca meu ombro.
- Pronto parceiro?
- Claro parceira.
Caminhamos até nossos armários e quando chegamos Jill pergunta:
- Chris, posso fazer uma pergunta?
Claro. - Por que você está estranho comigo?
- Estranho? Como assim?
- Toda vez que eu estou perto de você, parece que muda de uma hora para outra. Você sempre fica nervoso. Suspirei em derrota, sabendo que ela praticamente sabia.
- Eu vou contar para você assim que essa missão acabar, ok?
- Por que não pode ser agora?
- Porque eu preciso encontrar as palavras certas para te contar.
- Tudo bem. Mas você promete que vai me contar o que está te perturbando?
- Sim, eu prometo.
Arrumamos nosso armamento e subimos para o heliporto, o tempo estava nublado e um vento frio batia em nosso rosto. Subimos no helicóptero e começamos a olhar o mapa da região em que iríamos investigar.
- A gente vai entrar pela entrada principal e iremos vasculhar tudo. Eu falo.
- Tudo bem. - Jill, eu quero que você tome muito cuidado com essa missão. Não sabemos o que tem dentro daquela mansão.
Ela sorri e me da um beijo na bochecha.
- Pode deixar, eu sei que você vai me proteger, né?
- Claro que sim, mas você sem que se cuidar mocinha.
- Pode deixar parceiro!
Continuamos conversando e em um momento Jill acaba dormindo e coloca a cabeça sobe o meu ombro. Ela parecia tão perfeita, quer dizer, ela é perfeita.
Espero que ocorra tudo bem nessa missão, para que no final eu possa dizer o quanto eu amo ela...

sábado, 14 de dezembro de 2013

Tentativa de aproximação

P.D.V. Chris
Assim que Jessica foi embora, me joguei no meu sofá e fiquei pensando em como estaria Jill em uma dessa. Será que ela realmente ficou com raiva de mim ou apenas falou da boca pra fora? Isso eu não sei, só sei que eu devo pedir desculpas para ela...
Bem, se ela aceitar o meu pedido de desculpas...
Levantei meu traseiro do sofá e caminhei preguiçosamente para o apartamento de Jill que fica bem na frente do meu. Bati e rezei para que minha parceira abrisse. Mas quando a porta realmente abril, fiquei com raiva.
Carlos...
Redfield! O que você que?
Carlos, chegou alguém... Chris? O que você ta fazendo aqui?
Eu quero falar com você Jill.
Sai daqui, ela não tem mais nada pra falar com você! - O latino coloca a mão no meu peito e me empurra para fora.
Em um movimento rápido, seguro a mão dele e aperto.
Pelo que eu saiba, você não manda e nem vai mandar nela, então dá licença!
Licença o caramba! Você magoou muito a Jill, então porque você não procura aquela sua namoradinha mentirosa e não vai fazer carinho nela?
Cala a boca vocês dois. Chris, por favor, vai embora, eu não tenho mais nada para falar com você!
Jill, dá pra você escutar. Eu só quero conversar e depois eu vou embora.
Assim que termino de falar, sou acertado com um soco no rosto vindo de Carlos e me seguro no batente da porta para não cair.
Isso é pra você não nós perturbar e agora vai embora!
Me viro e olho furiosamente para Carlos, que me encarava com um sorriso vitorioso no rosto.
Agora você vai aprender a não me bater mais, seu latinozinho de merda.
Dou um soco não muito forte em Carlos e ele revida, só que desvio e continuamos brigando no corredor, até que Jill grita:
Carlos e Chris! Se vocês não pararem de brigar agora, eu vou ai e dou uma surra nos dois!
Paramos na hora, porque não queríamos apanhar de uma mulher. Seria muita humilhação.
Carlos, você pode ir embora, obrigado por sua companhia.
Mas Jill...
Carlos, faz o que eu mando, por favor!
Tudo bem. Eu sei que você quer ficar com o seu amiguinho, mas a próxima vez que ele te decepcionar, não vem ligar pra mim que eu não vou ficar ouvindo o meu mimimi.
Primeiro, não fui eu que liguei pra você, foi você que veio na minha casa por livre e espontânea vontade e segundo, se eu quiser desabafar, eu desabafo com o meu cachorro, pelo menos ele vai me ouvir sem dar opiniões idiotas. Bem, agora que eu já terminei, você pode ir embora.
Jilly, você está chamando minhas ideias de idiota?
Não Carlos, você é um idiota por si só. Agora tchau!
Ele se levanta meio cambaleante e vai embora sem olhar para tras e quando pensei que Jill iria me dar uma bronca maior, ela fala:
E você Chris, entra. Vamos limpar esse seu nariz sujo de sangue. Entramos e o lutar estava com um incrível cheiro de lavanda, o tipico cheiro de Jill e imediatamente fui recebido por Dick, que pulou em cima de mim quando me viu.
E ai garoto? Cuidou bem da sua mãe?
O cachorro late como se estivesse afirmando. Jill sorri com a cena e fala:
Chris, senta no sofá.
Faço o que ela pede e minha parceira senta na minha frente para poder limpar o sangue que escoria do meu nariz.
Quantas vezes eu tenho que dizer que não é pra você se meter em brigas, senhor Redfield?
Desculpa doutora Valentine, mas aquele cara me tira do serio.
Ei, para de fazer graça! Eu to falando serio.
Eu também to, ok?
Hahaha. Bem o que você queria falar comigo?
Eu queria te pedir desculpas pelo que eu fiz naquele dia que Jessica deu um escândalo aqui na sua casa.
Caiu na real foi?
Hahaha muito engraçado! Sim, percebi que eu sou um completo idiota e Jessica só queria me enganar com aquele filho falso.
Você é idiota mesmo Chris! Tava mais que na cara que ela estava mentido e você caiu feito um patinho.
Puxa Jill, obrigado pelo conselho.
Não estou criticando, só estou falando que você conhece muito bem a garota com quem você namorou e sabe que ela não é muito confiável e do nada ela aparece gravida. Claro que só poderia ser mentira.
Tudo bem, já aprendi a lição. Da próxima vez eu tenho que valorizar mais a opinião da minha parceira.
Jill da um risada sem graça e cora um pouquinho. Ela ficava linda com o rostinho vermelho de vergonha, quer dizer, ela sempre foi linda. Fiquei sorrindo igual a um bobo quando ela me olhou no olhos, mas depois me senti constrangido e perguntei:
O que ouve entre você e Carlos?
O sorriso dela imediatamente desapareceu, ela colocou o kit de primeiro socorros e se senta ao meu lado.
Ah... Nada de mais. Ele chegou aqui, conversou um pouco comigo, me roubou um beijo, apesar de eu não corresponder e depois acabamos na cama.
Na cama Jill? Perguntei com a voz meia tremula.
Ei, quando eu disse que acabamos na cama, é que eu acabei dormindo e Carlos me levou para a minha cama, só isso. Não pense besteira...
Soltei um suspiro de alivio ao ouvir aquilo, a ultima coisa que eu queria era aquele latino metido, dormisse com a garota que eu amo.
E com você e a Jessica... rolou alguma coisa?
Não senti firmeza nas palavras de Jill, era como se ela estivesse com medo de que estivesse rolado alguma coisa entre mim e a piranha da Jessica.
É claro que não Jilly.
Hum... Que bom hein.
Deixa de ser ciumenta garota.
E desde quando eu sou ciumenta?
Desde sempre mocinha.
Rimos e eu começo a fazer cócegas nela, nos jogamos no sofá e Jill não parava de dar gargalhadas altas.
Chris, para por favor!
Eu paro e ficamos nos encarando por um momento, até abaixei minha cabeça mais um pouquinho e pude sentir sua respiração quente e ofegante... ... quando percebi, nossos lábios já estavam se tocando...

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Carlos, o latino sedutor

P.D.V. Jill


Eu estava andando de um lado para o outro parecendo uma barata tonta, ainda sem entender direito o que tinha acontecido mais cedo. Jessica conseguiu mais uma vez convencer Chris e eu estava me perguntando o que tinha na cabeça do meu parceiro pra ele acreditar numa lorota dessa.
Ainda não sei se é Chris que é burro demais ou se é Jessica que é inteçigente demais. Eu não vou ficar mais implorando para ele acreditar em mim, se o idiota quer ser enganado pro resto da vida, que se dane. Ele não sabe o que tá perdendo...
De repente alguém bate porta e eu caminho para atender. Era Carlos. O latino americano estava encostado no batente da entrada, me olhando com aqueles belos olhos castanhos.
- Carlos? O que você está fazendo aqui?
- Vim te visitar linda! Por que? Estou atrapalhando alguma coisa?
- Não, claro que não! É que eu não estava esperando alguém me visitar a essa hora.
- Bem, se você quiser, posso vir mais tarde.
Quando ele ia indo embora, seguro seu pulso e falo:
- Não, vamos entrar.
Assim que entramos, Carlos trata logo de falar:
- Você está meia estranha, o que está acontecendo?
Sento-me no sofá e coloco a cabeça sobre minhas mãos.
- É Chris, ele está sendo enganado...
- Jill... - Ele se senta ao meu lado e começa a acariciar meu cabelo. - você tem quer entender que ele não te quer mais, só tem olhos para outras mulheres.
- Mas Carlos, eu ainda amo ele.
- Jilly querida, esqueça esse cara, você tem que prestar atenção em quem realmente te ama.
- E quem seria essa pessoa?
- Eu...
Eu praticamente congelei quando ele falou a ultima palavra.
- Carlos, você...
- Sim Jill, eu te amo muito, desde a época de Raccoon City, mas nunca tive chance por causa de Redfield...
- Mas Carlos, Chris sempre me olhou como se eu se fosse apenas a ''irmãzinha mais nova'' ou até mesmo só como uma amiga e uma parceira.
- Mesmo assim, vocês estão sempre juntos. Quem olha de longe, parece que vocês são mais que simples amigos.
Carlos puxa me rosto até que eu estivesse o encarando e fala:
- Esquece ele, se Chris não te quis antes, agora mesmo é que ele não quer.
Eu iria falar alguma coisa quando ele falou essa frase, mas fui surpreendida por seu lábios selando o meu. Seu beijo era quente e calmo, como se quisesse aproveitar o momento. Resisti o máximo que pude, mas no final acabei me entregando.
Em uma certa parte do beijo, Carlos coloca a sua língua em minha boca e começa a esquentar as coisas. Por um momento, perdi a noção do tempo e da minha consciência, comecei a passar a mão por baixo da camisa de meu amigo.
Quando realmente ''voltei a Terra'', já estavamos na cama...




Olá povo lindo!!! Desculpem a demora para escrever o capítulo, mas eu estava atolada de tarefas de casa e as benditas provas finais, tive que estudar que nem uma condenada para no final cancelarem todas as provas. Merda! BEIREVIL!

sábado, 2 de novembro de 2013

Apenas Uma Conversa


P.D.V. Chris


Resolvi conversar com Jessica em meu apartamento, não seria uma boa ideia ficar no de Jill. Desde quando eu e Jessica começamos a namorar, Jill sempre disse que um dia eu ainda iria me arrepender, e ela estava certa...
Entramos. Minha sala parecia que um trator havia passado por ela, estava uma bagunça. Me viro para encarar Jessica e logo pergunto:
- Esse filho é verdadeiro?
- Mas claro que sim Chris, eu nunca brincaria com uma coisa tão seria que é essa! Eu jamais mentiria para você.
- Ah sim, não duvido muito. Assim que você disse que nunca mentiu pra mim, acabou de mentir.
- Por que você ainda guarda essas memorias ruins Chris? O que aconteceu no Queen Zenobia já é passado, esqueça isso!
- Não tem como esquecer uma coisa dessa, agora mesmo vamos na farmácia e iremos comprar um teste de gravidez.
- NÃO! Você não sabe que os testes de gravidez as vezes não dá certo?
- Não seja por isso. Vamos então para um medico. O que você acha da ideia?
- Chris querido, temos muitas coisas para resolver ainda, deixa essa coisa de medico para mais tarde. Vamos pensar na gente primeiro.
- Jessica, a gente não existe!
- Só porque o amor de sua vida te deu um pé na bunda, não quer dizer que você tem que descontar em mim.
- Você não sabe de nada, Jill é apenas minha parceira.
- Lindinho, eu acho que você está por fora, pelo o que eu saiba, sua linda parceira te quer muito mais que apenas amigo.
- O que você está falando Jessica?
- Isso mesmo que você ouviu, Jill Valentine tem uma queda por você!
Jessica estava falando como se fosse verdade, talvez fosse, mais vindo dela, poderia não ser. Será mesmo que Jill gosta de mim? Eu daria 1 milhão de dolares para saber a resposta.
- Chris, agora estou falando como amiga, ela com certeza gosta de você, percebo no jeito de agir, mas infelismente ela está namorando um cara chamado Carlos.
Meu mundo caiu. Saber que a pessoa que você gosta tem outro, é muito arrasador. Sento-me no sofá que havia ali, passo a mão pelo cabelo, pedindo a Deus que tudo aquilo fosse um sonho ruim, que eu acordaria e estaria tudo bem. Mas não, tudo era realidade...
Jessica senta ao meu lado, me abaçando. Como eu estava muito atordoado, nem impedi o carinho.
- Querido, já que agora vamos ter um filho, que tal a nossa relação voltar? Não quero criar essa criança sozinha.
- Jessica escute, eu ainda estou muito assustado com tudo que está acontecendo, preciso pensar. O caso da criança, não sabemos nem se ela existe realmente, então vamos com calma e mesmo se ela existir, não vou deixar que nada falte para ela. Agora você pode ir embora, preciso descançar.
- Tudo bem, eu vou, mas você pense no que eu te falei. Tá?
Ela me dá um beijo na bochecha e sai, me deixando sozinho no meu apartamento. Oh, que dia maluco...

sábado, 26 de outubro de 2013

Uma Grande Descoberta

P.D.V. Jill

Eu ainda não sabia como Jessica abrir a porta da minha casa. Ela tinha um sorriso vitorioso no rosto, como se soubesse de alguma coisa e não quisesse contar.
- Fala logo o que você quer Jessica!
- Bem, como você sabe, a um tempinho atrás, tive um relacionamento amoroso com o seu querido parceiro Chris Redfield.
- Sim e eu com isso?
- Hum... Desse nosso incrível conto de fadas, nasceu um fruto que agora está dentro de minha agora.
Não entendi direito o que ela quis dizer, um relacionamento, depois um fruto, isso queria dizer que... Não! Isso não poderia ser verdade!
- Eu gravida queridinha!
- O que?
Uma voz falou atrás de mim e eu logo percebi quem era. Chris...
  

P.D.V. Chris


Eu não podia acreditar em que eu estava ouvindo. Jessica tinha acabado de dizer que estava grávida, e era bem provável que o filho era meu.
- O que você acabou de dizer Jessica? – Perguntei me aproximando de Jill, que me encaravam assustada.
- Foi isso mesmo que você ouviu Chris, eu estou esperando um filho seu.
- Como você pode ter tanta certeza?
- Você foi a última pessoa em que eu tive relações. Ou ele é seu filho, ou então é filho de chocadeira.
Ela riu e depois continuou:
- Percebi que Jill está mais chocada de que você que recebeu a notícia que seria pai.
Jill solta um suspiro e fala quase em um sussurro:
- Chris, você não percebeu que tudo o que ela falou é mentira?
- Jill, como você pode ter tanta certeza?
- Eu já falei isso, mas vou falar de novo. Tá mais que obvio que Jessica que dar o golpe do baú.
Jessica ri e rebate:
- Princesa, eu acho que o meu bebê vai nascer com defeito com o tanto que você joga pra nele.
- Ei, chega vocês duas! Jessica, isso é verdade ou não?
- Meu amor, como você pode duvidar de mim? Essa invejosa só está falando isso porque ela nunca vai encontrar alguém que realmente ame ela.
Ela tem, apenas não sabe quem é... - Pensei.
- Jill, vamos conversar em outro lugar.
Ela concorda e fomos até o quarto, que ficava um pouco longe de onde Jessica estava, assim ela não poderia ouvir o que estávamos conversando.
- Jill, você perdeu o juízo foi?
- Não Chris, eu acho que foi você que perdeu a noção do perigo.
- Por que?
- Por que? Você já percebeu o que Jessica acabou de falar?
- Claro que sim, que eu vou ser pai!
- Chris, pensa comigo. Por que diabos Jessica iria querer engravidar de você se ela tem maior ódio da gente?
- Sei lá Jill, não sou adivinho.
- Mas não é preciso ser adivinho pra saber que ela só está fingindo.
- Me de um motivo para eu não acreditar nela.
- Olha, geralmente quando a mulher tá gravida, o estomago dela fica bastante sensível. Então, ela deveria ter ficado com enjoo de seu perfume que é bastante forte.
- Ela poderia estar e não ter falo nada.
- Claro que não! Ela iria diretamente para o banheiro e colocar tudo pra fora assim que sentisse o cheiro.
- Mesmo assim, ainda não estou convencido!
- Então que se dane! Se você prefere acreditar nela, foda-se!
Jill me empurra e volta para a cozinha, onde Jessica acariciava a sua barriga.
- Ok, acabou por hoje. Você dois, fora da minha casa agora!
Ela se encosta na porta. Jessica foi a primeira a sair, dando um sorriso diabólico, quando chegou a minha vez, minha parceira puxa a manga da minha camisa e faz com que eu ficasse da sua altura e logo sussurrou em meu ouvido:
- Espero que você quebre a cara quando descobrir que isso tudo isso não passa de uma mentira cabeluda e quando a ficha realmente cair, que você não venha chorar pra cima de mim, porque eu não vou ficar aturando as suas burradas. Estamos entendidos Chris Redfield?
Ela me empurra para fora de seu apartamento, antes mesmo que eu podasse protestar. Será que ela realmente estava certa?



Hey pessoal, espero que tenham gostado do capítulo, porque deu um trabalhão pra ele ficar pronto. Será que Jessica realmente está gravida ou é mais uma das suas armações para separar nosso casal? kkkkk Quero agradescer ao leitor Felipe Oliveira que deu a ideia de Jessica estar gravida, muito obrigada! Bem, BEIREVIL pra vocês!



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Uma Ordinaria Chamada Jessica Sherawart

P.D.V. Jill

Eu ainda não acreditava que Jessica tinha feito uma coisa dessas, tá bem que ela não é flor que se cheire, mas nunca pensei que ela pudesse fazer uma coisa dessas.
- Claire, você tem certeza que era ela?
- Sem sombra de duvidas Jill, era ela sim. Tinha os mesmos cabelos cacheados castanhos e o carro era idêntico àquele que ela ia para a B.S.A.A.
- Mas se você sabia que era ela, por que não contou a Chris.
- Jilly, você sabe muito bem que ele iria ficar uma fera se soubesse que foi Jessica que me atropelou.
- Mas mesmo assim, ele é o seu irmão, deveria ficar sabendo primeiro.
- Jill eu sei disso, mas se Chris ficasse sabendo que foi Jessica que me atropelou, ele iria fazer uma tempestade em um copo d’água.
- Tudo bem, mas você vai contar pra ele sim, se não conto eu.
- Ok mamãe, eu vou contar pro pai sim, hahaha.
- Claire, não racha a minha cara de vergonha não.
- Admite Jill, você gosta do Chris, não é?
Pude sentir o sangue vindo direto para o meu rosto e em questão se segundos, eu estava parecendo igual a um tomate.
- Hey, não precisa ter vergonha, só ta nós duas aqui dentro, pode falar.
Suspirei e eu falei:
- Sim, eu gosto dele, mas, por favor, não diz isso pra ele.
- Ei, qual é o medo? Com certeza Chris também te ama, mas como vocês são uns idiotas, não tem coragem de admitir o que sentem um pelo outro. Eu vi o jeito de bobo que ele ficou quando te beijou debaixo do visco.
- Claire, ele só me beijou porque foi obrigado, não porque ele quis.
A ruiva solta uma risadinha e uma enfermeira entra no quarto.
- Senhorita, sinto muito informar, mas a hora de visita acabou.
- Tudo bem, já estou indo.
Claire segura minha mão e fala:
-Jill, eu sei como é a vida de vocês e o trabalho de vocês é muito perigoso e ao mesmo tempo em que você está aqui conversando comigo, amanhã pode ser que não, então eu acho bom vocês confessarem o que sentem um pelo outro, antes que seja tarde de mais.
Fiquei pensando no que ela me disse e depois me despedi. Chris estava sentado na sala de espera comendo alguns salgadinhos.
- Vamos embora?
- Eu ainda tenho que falar com Claire.
- Não da mais tempo, o hora de visitas acabou.
- Que droga, bem, então vamos embora.
Chris joga o pacote vazio do salgadinho fora e então caminhamos para fora do hospital, até onde o carro do meu parceiro estava estacionado. Entramos e depois de muito tempo dirigindo, chegamos no nosso prédio.
- O que você e Claire estavam conversando?
- Papo de garotas Chris, você não vai entender.
- Sei...
Saímos do veiculo e caminhamos até o elevador. Assim que ele chegou no 3º andar, nos despedimos e fomos cada um para o seu apartamento. Quando parei no meu, percebi que a porta estava aberta, achei estranho, pois costumo trancar a mesma quando vou a algum lugar. Bem, hoje poderia ser que eu tivesse esquecido de tranca-lá.
Entrei na minha casa com um pulguinha atrás da orelha. Resolvi tirar minha Beretta da bolsa e caminhar devagar para não fazer barulho. Quando finalmente chego na cozinha, percebo que uma mulher estava sentada de costas para mim e tomando uma caneca de café. Que absurdo! Além de invadir minha casa,ainda toma o meu café.
- Olá princesa, estava aqui esperando você chegar...
A mulher se vira e se revela.
- Jessica...

sábado, 21 de setembro de 2013

O Acidente

P.D.V. Chris


Estávamos voltando para nosso apartamento, Jill estava cansada e acabou dormindo no banco do co-piloto, durante nossa viagem, não trocamos nenhuma palavra, eu tinha amado o nosso beijo, foi magnifico, bem que eu queria que isso acontece mais vezes, mas eu tenho medo que um amor arruíne a nossa amizade de tantos anos. Eu realmente fiquei com raiva quando aquele FDP do Carlos referiu Jill como se fosse de sua posse, ela é minha amiga e eu não vou deixar um latino de merda partir o coração de minha parceira.
Depois de muito dirigir, chegamos até o nosso prédio, Jill estava tão perfeita dormindo que o meu coração até doeu com o pensamento de que eu teria que acorda-lá, mas eu não teria escolha.
- Jill, acorda! Acabamos de chegar. - Eu disse enquanto a balançava.
- Ugh Chris... Deixa eu dormir mais um pouco, ainda não é a hora de ir trabalhar.
- Não é mesmo, mais você poderá dormir tranquilamente no seu quarto.
- Ah... Já chegamos, então vamos até o meu apartamento que eu tenho que lhe dar o seu presente.
- Jill, você sabe muito bem que eu não gosto de presentes, ainda mais de surpresas.
- Você não tem querer, vamos subir e ponto final.
Resolvi não discutir porque isso não acabaria bem, então saímos do carro e subimos até o terceiro andar onde ficava nossos apartamentos, mas antes de entrar, pegamos Dick na casa de senhorita Willians e depois entramos no apartamento de Jill, que dessa vez estava mais arrumado. Enquanto Jill foi para outra parte pegar o tal presente, fiquei sentado no sofá acariciando o pelo macio de Dick.
- Ei garotão, está cuidando bem de sua dona?
Como se ele estivesse entendido a pergunta, latiu como forma de ``sim`` e eu dei um sorriso, depois disso, Jill chegou na sala com uma caixa de tamanho médio na cor verde limão e me entregou.
- Eu sei que você queria isso a muito tempo, então resolvi comprar para você.
Aceitei o presente com o mesmo sorriso no rosto e abri a caixa e nela havia um relógio que eu estava querendo a muito tempo.
- Como você sabia que eu queria esse relógio?
- Eu ouvi uma vez uma conversa com  Barry sobre relógios e você disse que estava interessando nesse, então como você realizou o meu desejo, eu estou realizando o seu também.
Me levantei e a abracei, eu amava aquela garota.
- Obrigada parceira! - Sussurrei em seu ouvido.
- Não tem de que parceiro.
Nos afastamos um pouco e me bateu uma vontade imensa de beija-la, então aproximo de seu rosto e quando nossos lábios ia se tocar, me celular vibra e acaba o nosso momento. Paramos de nos abraçar e vejo pelo visor do telefone que o numero era de Claire. O que essa garota queria comigo agora? Resolvi atender para ver o que ela queria.
- Alo?
- Ola, você é o irmão de Claire Redfield?
- Sim, sou o irmão dela sim. Aconteceu alguma coisa com ela?
- Bem, ela foi atropelada por um carro e está internada aqui no hospital de Nova York.
- Tudo bem, já estou indo para ai.
Desligo o celular e fico meio zonzo com o que aconteceu.
- Chris, aconteceu alguma coisa?
- Claire... ela sofreu um acidente de moto.
- Mas como assim? Como ela está?
- Eu não sei, você pode vir comigo?
- Claro Chris.
Corremos pelo corredor até chegar e no estacionamento, pegamos o meu carro e pisei fundo até chegar no hospital em que minha irmã estava internada. Depois de eu dirigir, chegamos no tal hospital e passamos na recepção para saber como ela estava.
- Boa noite, eu estou precisando de uma informação sobre uma paciente que está neste hospital.
- Nome por favor? - A recepcionista perguntou.
- Claire Redfield.
- Hum... Bem, ela está passando por uma cirurgia agora e vocês podem aguardar na sala de espera que quando o medico terminar, ele vai avisa-los sobre o estado da paciente.
Agradecemos e fomos nos sentar na tal sala de espera enquanto não tínhamos noticias sobre minha irmã. Respirei fundo e coloquei a minha cabeça entre minhas mãos e Jill começou a fazer círculos em minha costa.
- Chris relaxe, Claire vai sair dessa, ela é uma garota forte. Não se preocupe.
Abraço Jill e coloco minha cabeça em seu ombro e depois de muito tempo, eu apago.


[...]


Acordo com a luz do dia iluminando a sala de espera, puxa, eu dormi demais. Jill estava tomando um café e eu ainda estava com a cabeça em seu ombro.
- Bom dia flor do dia! - Jill disse brincando.
- O que tem de bom no dia?
- Bem, o fato de Claire estar bem e pronta para receber visita não te alegra não?
Me alegro com a noticia de que Claire já estava pronta para ser vista.
- Por que você não me acordou mais cedo para vermos ela?
- Ah, porque a bela adormecida estava num sono tão profundo que eu tive até dó te acordar a princesa.
- Jill, se você fosse minha filha, você levaria muito tapa na cara pra deixar de ser engraçadinha.
- Ainda bem que você não é meu pai.
- Tudo bem, vamos ver minha irmã agora.
Nos levantamos e caminhamos até o quarto em que minha irmã estava. Claire estava com alguns curativos nos braços e pernas, alguns hematomas no rosto e se cabelo estava muito bagunçado. Quando ela nos viu, abriu um belo sorriso no rosto e disse:
- Chris, Jill! Que bom que vocês estão aqui.
- Claire, o que realmente aconteceu com você? - Perguntei.
- Eu não sei realmente, só sei que eu estava voltando para casa, quando um carro veio e me bateu.
- Mas você viu quem estava dirigindo? - Pergunta Jill.
- Não, só sei que era uma mulher.
- Então temos que pegar essa desgraçada!
- Não Chris! Você não vai fazer nada por enquanto! - Claire disse.
- Tudo bem, mas não podemos deixar isso passar em branco.
- Eu sei Chris, mas tudo ao seu tempo. Agora você pode me deixar sozinha com Jill, tenho algumas coisas a conversar com a minha amiga.
- O que as mocinhas vão conversar e eu não posso saber?
- Papo de garota Chris, agora pode ir.
Não disse nada, apenas fiz o que minha irmã pediu. O que será que elas iriam conversar e eu não podia saber?


P.D.V. Jill


Chris foi embora, deixando Claire e eu a sós. Não sei porque ela não queria que seu irmão não soubesse, mas parecia ser alguma coisa grave.
- Claire, o que está acontecendo?
- Jilly, eu sei que me atropelou.
- Então fala logo Claire!
- Foi a Jessica!



 Hey meus lindos!!! Desculpa pela demora e por esse capítulo não ser lá essas coisas, mas estou totalmente sem tempo para escrever, então fiz esse praticamente nas coxas. Acho que depois eu vou postar com mais frequência. Espero que tenham gostado. BEIREVIL :-)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Debaixo do Visco

P.D.V. Jill


Dois dias se passaram, Dick já estava se acustumando com a casa nova e era muito brincalhão e ele amava ficar com Chris e eu também hahaha... Hoje era véspera de natal e  Barry está planejando uma festa de comemoração com ele faz todos os anos e é claro que eu ia.
A noite chegou, Chris disse que iria me levar e eu aceitei o pedido. Eu estava vestida com uma roupa simples e quando me aprontei, Chris veio me buscar para irmos juntos. Dick estava com senhorita Williams, que tinha uma cachorrinha que praticamente estava apaixona por ele.
Depois que eu e Chris entramos no carro, meu colega dirigiu para a casa de nosso velho amigo. Todos estavam presentes na festa: Claire, Leon, Moira, Rebecca, Polly, Kaith, Carlos e outros.
- Chris, Jill! Que bom que vocês vieram, assim Jill pode se divertir mais. - Barry exclama.
- Oi Barry, Chris conversou comigo, e agora já estou melhor. - Digo olhando para Chris, que me dá um sorriso lindo.
- Redfield e seus milagres... Bem, sintam-se em casa!
Sorrimos e fomos cumprimentar nossos amigos que estavam debaixo de uma árvore.
- Olá pessoal! - Digo sorrindo.
- JILL, CHRIS! Que bom que você chegaram. - Grita Claire, correndo para nos abraçar.
Cumprimentamos todo mundo, Carlos me recebe com um abraço apertado e sussurra em meu ouvido:
- Preciso conversar com você mais tarde.
Eu apenas concordei com a cabeça e percebi que Chris estava me olhando com uma cara feia, como se não estivesse gostando da cena, eu não me iportei, afinal, ele é apenas o meu melhor amigo e parceiro, não temos motivos para ficar com ciumes um do outro, apesar que eu fico as vezes. Assim que me separei do abraço, minhas colegas começaram a gritar: '' Aê Jill, pegando o gatinho latino!'', apenas sorri com o comentário, logo me sentindo ruborizada e também sorri internamente quando percebi que Chris estava com raiva.
Ele fica um gatinho com raiva, pensei.
Me aproximo de Chris e Kaith, esposa de Barry, chamou todas as meninas para a cozinha para terminar os preparativos da festa.
- Jill.... - Kaith começou. - ... está rolando alguma coisa entre você e Carlos?
Me engasguei com a água que eu estava tocando, assim que a crise de tosse passou, respondi:
- Não... somos apenas amigos.
- Não é o que parece. Viu com Chris ficou com ciumes de você quando Carlos sussurrou em seu ouvido? - Rebecca rebateu.
- Ah Becca, Chris sempre fica com ciumes de mim quando eu fico próximo a outros rapazes.
- Sei não Jill, meu irmão fala 25 horas por dia sobre você, é como Deus na no ceu e você na Terra.
- Verdade Claire?
- É verdade Jill! Meu irmão gosta de você de verdade, só que vocês são tão idiotas que não percebem que já estão no amor um com o outro a muito tempo.
Percebi que as palavras de Claire era verdade, eu sempre gostei do meu parceiro de uma forma diferente, nossa amizade era diferente de qualquer outra que eu já tive.
- Jill entenda,  o trabalho de você é muito arriscado, então hoje você pode estar conversando aqui, mas amanhã pode ser que um de vocês estejam chorando pela perda do outro. Vocês não são mais crianças, sambem muito bem o que é certo e que é errado. Quando ele arrumar outra, você vai se arrepender de um dia não ter dito que o amava.
As palavras de Becca ficaram ecoando em minha cabeça e ela tinha toda razão, mas tinha medo de que Chris não gostava de mim com eu gostava dele, mesmo Claire dizendo que ele gostava de mim. Resolvi ficar calada e cortar os legumes para a nossa refeição.


P.D.V. Chris


Eu estava com os rapazes no quintal onde Barry estava servindo cerveja. Todos estávamos bebendo e conversando sobre o nosso dia a dia, mas tinha uma pessoa que estava enchendo o meu saco e o nome do individuo era Carlos. Ele não parava de me olhar com cara feia, e eu tinha que retribuir. Então quando estávamos conversando sobre garotas, o latino americano fala:
- Você está cuidando bem da minha garota Redfield?
Todos olhamos para ele e pergunto:
- Você está falando de Jill?
- Sim, afinal de contas ela é minha garota.
- Sua garota e o caralho! Você nem é marido dela e muito menos namorado dela para dizer que ela é sua.
- Ei cara, desde quando você controla o que eu falo?
- Eu só to falando a verdade. A Jill não é nada sua, então não a refira como se fosse de sua posse.
Carlos se levanta e fica na minha frente me encarando e então me levanto para que podessemos ficar cara a cara.
- Você é um imbecil quando pensa que um dia vai poder te-la como eu terei-a um dia.
- Nós somos apenas amigos. Você não acha que se eu a quisesse de outra forma, não teria conseguido devido eu conviver com ele todos os dias?
Eu sei que, quando falei essa frase, é claro que eu não estava falando a verdade. Eu tenho medo que ela não sinta o mesmo que eu sinto por ela, por isso não me arrisco a falar de meus sentimentos para ela.
- Tá vendo? Você mesmo não falando, admite que gosta dela. Você ainda não percebeu que é um covarde inútil e que sua parceira nunca irá quere-lo mais que amigos. Hahaha, você acha que pode pegar todas né? Mais a Jill já é minha e de mais ninguém.
A raiva estava circulando em minha veias e não suportei aquele idiota estar falando mal de mim. Sem pensar, dei um soco no rosto de Carlos, para que ele aprendesse a não falar daquele jeito comigo.
- E da próxima vez, vá xingar a sua avó!
Eu sei que essa frase é muito idiota, mas faz sentido. Carlos estava segurando o nariz que aparentava estar quebrado, mas não me importei com isso. Praticamente marchei para a cozinha onde as moças estavam terminando de aprontar o jantar.
- Ah não Chris, não me diga que você quer ajudar a fazer a comida. - Claire faz graça e todo mundo ri, menos Chris que estava de cara fechada.
- Não Claire, só to evitando um idiota que está sangrando lá fora.
- Quem foi que mestuou? - Rebecca brinca.
- Ninguém, apenas quebrei o nariz de um otário que estava insultando minha parceira.
Jill olha para mim como se não estivesse entendendo e fala:
- Gente, eu vou conversar com Chris rapidinho e já volto.
Puxei Chris para um canto mais reservado e ela começa o questionario:
- O que foi que aconteceu entre você e Carlos?
- Ele me xingou de vários palavrões e...
- E o que?


P.D.V. Jill


- E disse que nunca iria ter você como minha namorada.
A resposta dele me fez ri. Chris sempre foi muito tímido quando o assunto era amor, eu também sou, por isso fico com vergonha de conversar sobre certos assuntos.
- Oh Chris... - Digo o abraçando. - Você é melhor amigo da agente Valentine, sonho de muitos caras, o que você quer mais? - Brinco.
Eu sabia muito bem o que ele queria. Barry aparece na beirada da porta e fala:
- Crianças, o jantar já está na mesa.
Sorrimos e caminhamos até a sala de jantar, onde um banquete nos esperava.


[...]


Assim que terminamos fomos para a sala e ficamos assistindo televisão enquanto tomávamos um vinho perfumado e sem álcool, final de contas, estávamos dirigindo. Então me bateu um sono e eu pedi a Chris:
- Chris, to com sono, vamos para casa?
- Ok!
Nos levantamos e dissemos que já iriamos ir embora, então todos fomos para a entrada da casa e quando estávamos quase saindo, Claire grita:
- Chris, Jill! Fiquem onde estão!
Paramos sem saber porque, então a ruiva nos dá um sorriso malicioso no rosto, como se estivesse aprontando alguma coisa.
- Vocês estão debaixo de um visgo, então vão ter que se beijar! - Grita Claire eufórica.
- Ah, vamos lá Claire! - Chris resmunga. - Isso é muito infantil.
- Mas é tradição e pode trazer má sorte se vocês não fizerem isso. - Diz Barry.
- E tem que ser de língua! - Fala Becca.
- Becca! - Gritamos juntos pelo comentário de nossa colega.
- Vocês não irão sair daqui enquanto não se beijarem.
- Puxa Barry, pensei que você fosse o nosso amigo. - Digo fingindo irritacao
- Beija, beija... - Todos começam a gritar.
Eu e Chris nos viramos um para o outro e eu suspiro.
- Acho que vamos ter que fazer isso...
- Também acho.
Em seguida, nos aproximamos um do outro até que nossos rostos ficassem a centímetros um do outro. Fechamos nossos olhos e silenciosamente nos perguntamos quem iria fazer o primeiro movimento e Chris foi mais rápido, escovando seus lábios contra os meus. O beijo era calmo e apaixonante, e ficou melhor pelo fato de nosso halito estarem com o gosto do vinho perfumado que havíamos tomado mais cedo e devo confessar que sua boca tinha um gosto imprecionante, muito melhor que a minha geladeira.
Estávamos nos beijando pelo que parecia ser segundos, ocasionalmente, fizemos algumas mini pausas para recuperar nosso folego e quase imediatamente voltávamos a nos beijar novamente. Quando finalmente paramos, todos estavam olhando espantados para a gente e logo depois deram um sorriso de orelha em orelha.
- Whoa! O beijo de vocês durou exatamente 2 minutos e 46 segundos!
- Você estava contando Claire?
- Felizmente sim! E parece que a coisa foi  boa!
Sorrimos e eu me senti um pouco constrangida então pedi para Chris me levar para casa. No caminho ate o carro não falamos nada, apenas entramos no mesmo e fomos para o nosso apartamento.





Ola gente! Desculpa pela demora, mais estou sem tempo para escrever no blog, mas como no meu curso de infomatica tem internet grátis, vou tentar postar com mais frequência. Espero que tenham gostado do capitulo, pode parecer um pouco idiota, mas eu sonhei com essa cena e resolvi escrever ele. Comentem PLEASE! BEIREVIL!!!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Um Cachorro Chamado Dick

P.D.V. Chris


Estávamos eu e Jill no meu carro rumo ao nosso prédio, então me vem uma duvida na cabeça e eu pergunto:
- Por que a sua família tem um cemitério particular?
- Bem, o meu bisavô era muito rico enquanto era vivo e tinha muitas terras que não utilizava, então ele resolveu fazer aquele cemitério para enterrar os seus familiares.
- Whoa, legal. Quer dizer, em outro sentido.
Ela ri da minha cara, me fazendo de bobo, não sei nem porque falei aquilo. Enquanto eu dirigia pela avenida que levava ao nosso bairro, havia uma exposição de animais e resolvemos parar, eu amo animais e Jill também, essa qualidade fazia com que eu gostasse mais dela. Andamos e vimos vários cachorros e gatos, um mais lindo do que o outro, mas teve um que me chamou a atenção pelo fato de ser um filhote de Husky Siberiano, eu sabia que Jill era louca para ter um, mas com a nossa vida corrida, nunca tivemos tempo de comprar um animal de estimação.
- Jill, olha esse filhotinho aqui!
Ela se aproxima da pequena caminha em que o cachorro estava sentado e passa a mão sob o pelo macio do cachorro.
- É muito lindo Chris!
- Quer ele?
Ela olha para mim com cara de questionamento.
- Chris, você não precisa se preocupar comigo.
- Não é isso, daqui alguns dias é natal, então estou garantindo seu presente.
- Puxa Chris, obrigada!
O atendente veio nos atender:
- Boa noite! O que o casal de namorados desejam?
Rimos com a pergunta do atendente, Jill cora ligeiramente até ficar com o rosto parecendo um tomate.
- Você nos interpretou mal, somos apenas amigos. - Jill respondeu meia sem graça.
- Vá por mim, os melhores romances sempre começam com os melhores amigos. - O vendedor rebate.
- Bem, não estávamos aqui para discutir sobre nosso relacionamento, quero saber qual é o preço desse filhote.
- Desculpe pelo mal entendido! Hum... esse é de graça, pois como seus irmão já foram todos vendidos, duvido que alguém passe por aqui a essa hora da noite para compra-lo, então pode levar.
Sorrimos com que o vendedor falou, o rapaz loiro entrega o cachorro com a caminha para Jill e depois vai embora, andamos mais um pouquinho para que pudéssemos comprar a uma tigela para ele comer e depois entramos no carro para ir para casa.
- Como vai se chamar o cachorrinho? - Jill pergunta.
- Não sei, o cachorro é seu, você que decide qual nome vai colocar.
- Ei, você também vai me ajudar a cuidar dele.
- Claro que sim, vou ser o pai dele.
- Então você está se intitulando de cachorro?
- Hahaha, não teve graça e você é a mãe dele.
- Ta me chamando de cachorra Redfield?
- Não sua cadela!
Rimos e conversamos muito, o nome do filhote foi Dick, em homenagem ao pai de Jill. Depois de dirigi mais um pouquinho, chegamos no nosso apartamento. Dick já havia dormido nos braços de Jill.
- Cuide dela garoto! - Digo afagando o pelo sedoso do animal.
- Mais fácil eu cuidar dele do que ele cuidar de mim. - Jill disse brincando.
Dei um beijo em sua bochecha, quase perto da boca e depois fomos para nossos apartamentos.





Olá gente! Desculpa se o capítulo não ficou muito legal, é que eu estou sem disposição e criatividade para escrever. Bem, eu ganhei um casal Husky Siberiano ontem, o nome deles é Chris e Jill, por que será? KKKK, bem espero que gostem. BEIREVIL!!! :-)